Como atrair clientes corporativos

Hoje falaremos sobre como vender serviços para clientes corporativos. Além disso, para essas vendas, não é necessário estar representado em mercados complexos. Afinal, a questão de como encontrar clientes corporativos para um táxi não pode ser menos relevante do que para uma empresa de construção, um site de notícias ou uma fábrica.

Atrair clientes nesse caso é apenas metade da questão. É igualmente importante realizar um trabalho competente com eles, aumentando a ordem média e o ciclo de vida. Mas primeiro, analisaremos o primeiro estágio com mais detalhes – como atrair clientes corporativos para uma empresa?

Clientes corporativos, neste contexto, são entendidos como entidades legais que celebram um contrato imediatamente para uma gama de serviços ou para uma oferta em várias “cópias”. Por exemplo, uma empresa pode entrar em acordo com um serviço de táxi para transportar funcionários que estão atrasados. Ou o hotel pode organizar uma grande empresa para acomodar regularmente as pessoas que participam de uma conferência temática. O escopo de aplicação é amplo.

Para uma atração efetiva, você precisará de uma pessoa separada e altamente profissional para vendas, versada tanto nas especificidades do mercado quanto nas características de trabalhar com clientes corporativos. O gerente deve conhecer seu nicho, os principais “players”, as necessidades dos clientes. Ele também deve determinar rapidamente o interesse, as oportunidades financeiras do cliente em potencial, chegar aos tomadores de decisão, trabalhar corretamente com eles e estimular o crescimento da economia dos negócios.

Esse tipo de atividade, é claro, tem detalhes. Por exemplo, o contrato não é firmado por uma empresa com um indivíduo – ou, ainda mais simples, por um vendedor diretamente com um comprador -, mas por uma empresa com uma empresa. Isso complica os processos. Os poderes devem ser estritamente divididos, o progresso deve ser transparente para os líderes de ambas as partes – isso é extremamente importante para uma cooperação longa e bem-sucedida.

Agora, apenas algumas idéias como exemplo. Falando sobre como encontrar clientes corporativos para hotéis, vale a pena prestar atenção na localização do hotel, as principais instalações de infraestrutura nas proximidades. Talvez em uma rua próxima a sua casa de hóspedes, exista uma sala de conferências com exposições temáticas regulares – ou algo semelhante. Entre em contato com os organizadores e participantes com antecedência, ofereça um bom desconto e condições exclusivas para acomodação corporativa.

É preciso muito trabalho e determinação para obter uma nova empresa iniciante. Duda Sirotsky Melzer é um empresário brasileiro de grande sucesso

Ele trabalhou duro para criar uma reputação para si mesmo como uma das melhores pessoas do mundo quando se trata de criar empresas iniciantes.

Duda Sirotsky Melzer nasceu em uma família tradicional do Rio Grande do Sul, que é a fundadora do Grupo RBS, empresa que administra vários canais de mídia e comunicação no Brasil. Duda Sirotsky Melzer operou uma empresa de consultoria especializada em ajudar as pessoas a montar boas empresas iniciantes. Duda Sirotsky Melzer está vendendo seus conselhos para pessoas que querem ser seus clientes.

Uma das grandes dicas que Duda Sirotsky Melzer dá a todos os seus clientes envolve fazer um discurso para quem é investidor. Essas são as pessoas que você realmente precisa impressionar. Duda Sirotsky Melzer diz a seus clientes que eles realmente precisam preparar semanas de antecedência antes de darem um passo a um investidor.

Isso ocorre porque não ter uma boa reunião de arremesso resultará nessa pessoa não lhe dando o dinheiro que você precisa. Ele sugere reservar um tempo para montar um sólido plano de negócios que impressionará qualquer capitalista de risco.

O negócio de inicialização é muito competitivo. É por isso que Duda Sirotsky Melzer sente que as pessoas devem fazer o possível para se destacar da multidão. Ele acredita que você precisa estudar cuidadosamente toda a concorrência.

Aprenda sobre os produtos ou serviços que eles estão oferecendo. Isso permitirá que você faça seus produtos e serviços melhores que os deles. Duda Sirotsky Melzer também diz a seus clientes para descobrir quanto seus concorrentes estão cobrando por seus produtos. Você precisa ter certeza de que seus preços não são muito mais altos que os da concorrência.

Duda Sirotsky Melzer fez nome por ser um homem de negócios muito criativo. Ele conseguiu pensar em maneiras de promover suas startups para as massas com as quais o resto de seus concorrentes não conseguia lidar. Ele também ensinou aos clientes de sua empresa de consultoria como criar novas e interessantes startups que serão populares entre o público.

Mas é um desafio ser um empreendedor, que também atuará como comerciante, contador, agente de vendas e gerente de seu empreendimento. Em vez de ficar sobrecarregado com uma variedade tão grande de tarefas relacionadas aos negócios, você deve contratar um consultor de negócios para oferecer alguns desses serviços.

Além de aliviar seus encargos, consultores de negócios como Duda Melzer podem fornecer uma visão objetiva de seus negócios. Eles também podem ajudá-lo a identificar os pontos fortes e fracos de seus negócios de um ponto de vista justo. Como empresário, você também pode não ter as habilidades ideais para fornecer aconselhamento profissional a todos os seus setores de negócios.

Mas com a empresa de consultoria certa, você pode obter aconselhamento especializado sobre como lidar com seus departamentos de marketing, contabilidade, vendas e recursos humanos. Como tal, você não precisa ter habilidades profissionais em todas essas áreas para administrar qualquer novo empreendimento comercial.

Preços do petróleo sofrem com segunda onda de coronavírus e estoques elevados

Os preços do petróleo recuaram devido a um novo aumento no caso de coronavírus na China e nos Estados Unidos após as flexibilizações das medidas de isolamento mediante a pandemia. Além da pandemia, houve um aumento nos níveis de estoque da commodity nos Estados Unidos, o que fez as reservas nacionais de petróleo norte-americano atingirem máximas históricas.

O petróleo do tipo Brent encerrou a sessão do dia 17 de junho deste ano com queda de 0,6%, cotado a 40,71 dólares cada barril. Na mesma sessão, o WTI (petróleo norte-americano) teve queda de 1,1%, encerrando o pregão em 37,96 dólares a unidade (barril). Os estoques de petróleo norte-americano atingiram um nível recorde de 539 milhões de barris estocados. Essa é a segunda máxima histórica das reservas de petróleo alcançadas somente em junho deste ano, sendo a segunda alta consecutiva em duas semanas, de acordo com notícias divulgadas pelo governo dos Estados Unidos no dia 17 de junho deste ano.

A OMS (Organização Mundial da Saúde) disse que irá fazer novas orientações quanto às medidas de isolamento social e tratamento da covid-19. As novas medidas serão baseadas em novos estudos que estão sendo revelados sobre medicamentos capazes de combater o vírus. Dentre os novos medicamentos que estão sendo testados, a dexametasona reduziu consideravelmente a quantidade de vítimas do coronavírus. Os testes vêm sendo realizados com pacientes em estado grave da doença, e mostrou-se ser bastante eficaz no combate ao vírus.

Porém, além dos avanços que elevam os ânimos dos investidores no mercado acionário, novos casos de coronavírus nos Estados Unidos e na China fez com que vários voos fossem cancelados e escolas que haviam acabado de retomar suas atividades fossem novamente fechadas. O receio de uma segunda e terceira onda de coronavírus já está sendo observado em novos casos em Pequim e estados norte-americanos que aderiram à reabertura das atividades econômicas.

“A queda observada do preço do petróleo na sessão do dia 17 de junho deste ano tem ligação direta com a elevação dos casos de coronavírus e o aumento dos níveis do estoque de petróleo WTI”, explica o vice-presidente da Tradition Energy situada em Stamford, Connecticut, Gene McGillian.

Neuromarketing: efeito de racionalização após a compra

A racionalização pós-compra é um viés cognitivo, expresso da seguinte forma: alguém que compra um produto ou serviço caro ignora os defeitos e deficiências de sua compra para justificar sua compra.

A racionalização pós-compra é frequentemente chamada de “Síndrome de Estocolmo do comprador”. Os clientes, depois de tomar uma decisão de compra, são cativos de sua escolha, mesmo que não gostem do produto adquirido depois de começar a usá-lo. No final, eles se convencem de que eles – os “reféns” de sua decisão de compra – gostam do que adquiriram (ou seja, seu “sequestrador”).

Esse é um viés cognitivo bem conhecido que afeta literalmente a economia. Mesmo se soubermos de sua existência, não podemos nos livrar dele (esse paradoxo comportamental é chamado de “ponto cego de viés”).

Como a racionalização nos negócios pós-compra é aplicada na prática de marketing? Você já comprou algum produto em meados de novembro, no momento em que viu a oferta pela primeira vez? Três semanas depois, você poderia comprar este produto em uma venda pré-feriado muito mais barata. Obviamente, você tem algo para se arrepender: você só tinha que esperar cerca de três semanas. Mas, em vez disso, o cérebro racionalizará sua decisão: você precisou deste produto três semanas antes.

Muitas vezes tomamos decisões emocionais e depois as racionalizamos. (Não gostamos de pensar que tomamos decisões sob a influência de qualquer emoção e, mais tarde, atribuímos a elas uma justificativa racional).

Se você é um leitor regular de notícias, sabe o que é crença emocional. As pessoas, em regra, tomam decisões instintivas e emocionais e depois as racionalizam. Lealdade à marca, publicidade e evidência social desempenham um papel na tomada de decisões emocionais. Você já comprou alguma coisa porque todos os seus amigos compraram essa coisa? Você sempre compra o iPhone mais recente apenas porque é fã da marca Apple?

Ninguém gosta de admitir que ele estava errado. Ao tomar uma decisão de compra, você define uma meta – escolher o melhor, certo? Após tomar a decisão, você insistirá persistentemente em sua correção, acreditando que a opção escolhida é melhor que as alternativas rejeitadas: você simplesmente não quer admitir que está errado.

Razões pelas quais o design plano aumenta a conversão

O termo “design plano” está atualmente na audiência de todos que projetam a experiência do usuário. Nos últimos anos, esse tipo de design se tornou popular – até mesmo as maiores empresas o usam ao criar sites e páginas de entrada.

Qual é o motivo da crescente popularidade do design plano? Em poucas palavras: realmente funciona! O design plano pode ajudá-lo a melhorar sua experiência do usuário nas páginas de destino e nos aplicativos para dispositivos móveis. Por sua vez, isso terá um efeito positivo na conversão.

O conceito de design plano não implica excessos no design, por exemplo, elementos que criam a ilusão de objetos tridimensionais (gradiente, várias texturas, sombras). O design plano se desenvolve em oposição ao conceito de skeuomorfismo, ou um design que imita objetos da vida real. O design plano envolve a criação de formas simples, usando cores contidas e brilhantes. A fonte principal usada para criar páginas é sans-serif.

Problemas de design plano – Assim que o design plano apareceu, ele foi focado exclusivamente em dispositivos móveis. Embora o minimalismo e a ausência de elementos complexos sejam as principais características desse conceito, essas não são suas únicas características.

Com o tempo, o design plano “evoluiu”. Muitos problemas de usabilidade foram corrigidos. O design plano deixou de ser absolutamente “plano” e se tornou “meio plano”. Agora, camadas, contrastes e sombras sutis são usadas para criar elementos de design para deixar claro ao usuário que este ícone é clicável.

O design plano melhora a legibilidade do texto – Uma vantagem importante do design plano é a legibilidade dos textos e notícias. Os visitantes podem visualizar e perceber facilmente o conteúdo do site, independentemente do tipo de dispositivo que eles usam.

Design plano significa usar fontes claras. O texto enfatizado geralmente contrasta com o fundo, o que o torna legível. Além disso, imagens complexas são substituídas por ícones ou vetores minimalistas. Elementos visuais planos e texto nítido e brilhante são incrivelmente fáceis de ler. Usando um design plano, é possível transmitir as informações necessárias aos clientes sem problemas desnecessários. Se os visitantes souberem mais sobre o seu serviço ou produto, é mais provável que se tornem seus clientes.

Distanciamento social e relacionamentos virtuais andam de mãos dadas

O distanciamento social está mudando a maneira como as pessoas interagem no dia a dia. Muitas conhecidos que antes se abraçavam, hoje têm receio de praticar tal ato generoso. O isolamento social é uma boa maneira para descobrir novas maneiras de se aproximar das pessoas sem ter um contato, e isso acabou gerando novos comportamentos em internautas que querem paquerar.

Quem se aventura a encontrar um amor pela internet pode correr diversos riscos, entre eles está o Ghosting, em que o parceiro apaixonante some do nada. Ter experiências negativas é normal em um meio tão diverso.

É necessário ter todo o cuidado necessário para ver se o risco a ser tomado não é alto demais. Um exemplo disso, foi uma desembargadora que convidou um pretendente para a sua casa. Ela havia conhecido o rapaz pelo Tinder. Quando chegou na casa dela, ele começou a esbofeteá-la consecutivamente, a mulher que queria iniciar um romance, acabou sendo grandemente agredida pelo rapaz da rede social que foi preso, depois de identificado pela polícia.

Existem diversos casos frustrados que dão medo naquelas pessoas que querem começar um relacionamento virtual. No entanto, existem casais que deram certo, um exemplo disso é casal de viajantes Travel and Share. Rômulo e Mirella se conheceram pelo mesmo aplicativo que não proporcionou uma experiência agradável para a desembargadora. O casal de pombinhos paulistano não foram alvo de más notícias. Eles decidiram ir mais além no relacionamento e começar uma viagem de volta ao mundo juntos. O sucesso da parceria deu tão certo que hoje eles são casados e continuam apreciando as belezas do mundo juntos e shallow now.

Partindo para um lado mais estudioso do tema, uma pesquisa realizada pelo site de relacionamentos Plenty of Fish demonstrou que 78% das pessoas entre 18 e 33 anos já deram uma de “ghosted” apenas uma vez durante a vida.

Os comportamentos estranhos não estão limitados a sumir de um dia para o outro não. Uma pessoa que parecia ser um relacionamento seu e te bloqueia em toda as redes está fazendo cloaking. Aquela pessoa que não demonstra muito interesse, mas dá algumas curtidas nas fotos e envia pequenas mensagens está praticando um Breadcrumbing.

Toyo Setal disponibiliza mais de 5 mil vagas de trabalho em Itaboraí

Após contrato entre a Petrobras e a Toyo Setal, Comperj terá 5 mil empregos em obras. A Toyo Setal venceu licitação para dar continuidade as obras no Comperj, paralisadas desde a metade de 2015.

A licitação no Comperj já estava em andamento a mais de um ano e teve como vencedora a Toyo Setal. O objetivo das obras é a construção de utilidades do empreendimento. As obras do complexo, em Itaboraí, estavam paradas desde meados de 2015. Com a retomada, mais um parte importante será finalizada.

A companhia assinou o contrato com a Petrobras em setembro do ano passado e logo emitiu autorização para dar início as obras. O prazo para finalização é até o fim do ano de 2020. Durante este período é esperada a criação de mais de mil empregos diretos e quatro mil indiretos.

De acordo com Rafael Lima, o gerente comercial da Toyo Setal este é o momento muito importante para empresa amigo pois representa o retorno da relação com a petrobras, até então seu maior, ressalta o executivo.

Rafael destacou a dificuldade em vencer os concorrentes durante a licitação, tendo em vista que a crise reduziu a carteira de encomendas das empresas o influenciou no preço dos concorrentes. Para a Toyo Setal pesou o fato de ter capacidade de execução do projeto comprovada.

Retomada da economia na região

A paralisação das obras ocorrida em 2015 impactou negativamente a economia do município de itaboraí e cidades vizinhas. Na ocasião hoje uma grande crise social e econômica, em que milhares de pessoas perderam seus empregos. Muitas delas passaram a viver de trabalho informais ou da ajuda de terceiros.

O retorno das obras do Comperj se mostram um alento para a região, mesmo os postos gerados pela empresa não sendo na mesma proporção da esperada quando que se planejava construir um complexo petroquímico em Itaboraí.

Para se candidatar a um dos postos é necessário enviar um e-mail com o currículo para rhitaborai@toyosetal.com indicando a função pretendida

Sebrae e Facebook firmam parceria para ajudar pequenos negócios

Segundo o que foi divulgado pela Agência Sebrae de Notícias (ASN) no último dia 4 de junho, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e o Facebook firmaram um termo de cooperação com o intuito de apoiar o desenvolvimento de empreendedores e dos pequenos negócios brasileiros.

“O acordo consiste em disponibilizar especialistas do Facebook para treinar a rede de consultores do Sebrae no Brasil, com o objetivo de oferecer capacitação de alto impacto em marketing digital, ajudando pequenos negócios a vender mais, gerar empregos e crescer”, explicou a Agência.  

O veículo de informação também salientou que essa parceria compõe as ações do Impulsione com Facebook — que se trata de um programa que oferece capacitação, de forma gratuita, em marketing digital, bem como nas ferramentas de redes como Facebook, Instagram, Messenger e WhatsApp Business.

A intenção do Sebrae é disponibilizar os treinamentos, através de uma série de 28 vídeos que serão veiculados em todos os canais da entidade. Com isso, será possível, fazer capacitações abrangendo diferentes objetivos — como, por exemplo, em termos de engajamento de públicos e do gerenciamento e análise da efetividade de anúncios.

Para o presidente do Sebrae, Carlos Melles, uma parceria como essa “chega em boa hora, pois os empresários de pequenos negócios reconhecem a importância de utilizar o meio digital para atravessar este momento de crise”. Segundo ele, o objetivo é “alcançar o maior número possível de empresários, possibilitando o acesso a canais de venda digital e de relacionamento com clientes e fornecedores”.

A parceria entre o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e o Facebook também vai contar — para além da série de vídeos — com uma série de mesas redondas virtuais, compostas por especialistas, para discutir quais são as soluções que podem ser aplicadas nos setores mais afetados pela crise mundial causada pelo novo coronavírus (Covid-19).

“As mesas redondas serão feitas por Lives e Webinars e poderão ser acessados na Página do Facebook e no Perfil do Instagram do Sebrae. Estes conteúdos também serão compartilhados com os Sebraes estaduais, onde já são abordados temas como marketing digital, conhecimentos de gestão, empreendedorismo, inovação e acesso a mercados necessários para os pequenos negócios se tornarem cada vez mais competitivos”, informou, por fim, a ASN.

Indústria automobilística sente o impacto da pandemia no novo coronavírus

De acordo com informações divulgadas pelo jornal O Estado de S. Paulo (Estadão) no último dia 6 de junho, a produção da indústria automobilística no Brasil registrou, no mês de maio, um volume 84,4% menor do que aquele registrado no mesmo mês de 2019. Ou seja, foram feitos, em maio de 2020, apenas 43,1 mil veículos, que é o pior resultado para o período em 35 anos. Os impactos negativos do setor são mais uma consequência da pandemia do novo coronavírus (Covid-19).

Em abril, no entanto, o desempenho dos negócios automobilísticos foram infinitamente piores — somente 1,8 mil unidades foram produzidas. Isso porque praticamente todas as linhas estavam paradas por conta da crise mundial de saúde.

Já no que se refere ao acumulado do ano, “foram fabricados 630,8 mil automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, 600 mil a menos em relação a igual intervalo de 2019”, pontuou o Estadão.

Ainda, considerando as projeções de retração da economia brasileira em 2020, que pode chegar a um percentual de 7%, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) estima que as vendas fiquem em 1,67 milhão de veículos neste ano. Isso significa uma redução de 40% em relação a 2019.

Vale salientar que, no início de 2020 — em janeiro — a expectativa da Anfavea era de que as vendas do ano crescessem 9,4% e, desta forma, fossem para três milhões de unidades comercializadas. “Vamos vender quase 1,4 milhão de veículos a menos do que prevíamos e voltaremos ao ano de 2004”, acentuou o presidente da Associação, Luiz Carlos Moraes.

Propriamente em termos de venda, a reportagem do Estadão destacou que, entre os meses de janeiro e maio, foram comercializados 676 mil veículos, o que significa uma redução de 37,7% da vazão na comparação com o mesmo período do ano passado. O texto publicado em 6 de junho também enfatizou que as “fábricas e revendas ainda têm 200 mil carros em estoque, suficientes para três meses de vendas”.

Por conta de toda essa ociosidade das fábricas e montadoras de veículos, Moraes não descarta que aconteçam demissões nos negócios do setor automobilístico. “Hoje a maioria das montadoras têm acordos de manutenção de vagas com base na MP 936 (que estabelece redução de jornada e salários) até julho e, em alguns casos, até dezembro. A partir daí, segundo o executivo, vai depender da demanda do mercado”, salientou O Estado de S. Paulo.

“As montadoras de veículos e máquinas agrícolas empregam atualmente 125,1 mil trabalhadores, 600 a menos que em março, quando começou a pandemia. Em um ano, porém, ocorreram 4,9 mil demissões”, completou o jornal.

EUA ajuda muito mais os seus pequenos negócios do que o Brasil

Em meio à pandemia do novo coronavírus (Covid-19), o auxílio do governo aos pequenos e médios negócios é sete vezes maior nos Estados Unidos (EUA) do que no Brasil, pontuou uma reportagem do portal de notícias Uol, publicada ainda no dia 20 de abril.

De acordo com a matéria, os programas de suporte destinados às pequenas e médias empresas durante a pandemia representam 4,43% do Produto Interno Bruto (PIB) nos EUA — enquanto isso, as medidas brasileiras significam apenas 0,62% do PIB do País. A modalidade de trabalho é a maior empregadora da economia, e é a mais vulnerável em momentos como esse, de crise, salientou o texto.

No que se refere ao governo americano, ele anunciou dois programas de suporte aos pequenos empreendedores: o Main Street Lending Program (Main Street) e o Paycheck Protection Program (PPP).

“O primeiro está injetando, via novos empréstimos ou ampliação de empréstimos existentes, US$ 600 bilhões para empresas de pequeno e médio porte. O segundo já disponibilizou US$ 349 bilhões em empréstimos perdoáveis para micro e pequenas empresas manterem em dia a folha de pagamentos”, explicou a Uol.  Trata-se de um socorro de US$ 949 bilhões — ou seja, os 4,43% do PIB americano do ano passado.

Já em termos de Brasil, também foram dois os pacotes de ajuda para os pequenos negócios lançados pelo governo federal até o dia 20 de abril:

“Em março, a expansão em R$ 5 bilhões dos recursos destinados à linha de financiamento BNDES Crédito Pequenas Empresas, com o respectivo aumento do limite financiável para R$ 70 milhões. Em abril, iniciou-se o Programa Emergencial de Suporte a Empregos (Pese), um crédito emergencial de R$ 40 bilhões para financiar dois meses de folha de pagamentos de pequenas e médias empresas”, pontuou o portal de notícias.

Entretanto, essa assistência prestada pelo governo brasileiro significa um desembolso de apenas R$ 46 bilhões — 0,62% do PIB do Brasil.

Ainda segundo a matéria publicada pela Uol em abril, além dos valores, existem ainda outras diferenças de formatação entre os auxílios pensados pelo Brasil e aqueles planejados pelos EUA. A tabela comparativa que mostra isso pode ser conferida diretamente na publicação da Uol.