Aumento no gás de cozinha passou a valer no dia 5 de agosto, ficando 6,9% mais caro

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Para quem já não aguentava mais tanto aumento nas contas mensais, eis que chegava então essa notícia para piorar a situação, que já não estava boa. O aviso da Petrobras, feito ainda no dia 4 de agosto, uma sexta-feira, afirmava então, para ser mais detalhista, que haveria um reajuste de 6,9% nos preços do GLP P-13, aquele que nós todos costumamos conhecer apenas como “gás de cozinha”. Sim, exatamente um aumento no preço daqueles botijões de uso residencial, sendo que o aumento já começaria a valer a partir do dia seguinte, sábado, segundo o comunicado da referida estatal.

E, mais ainda, a Petrobras salientou sobre o tal ajuste anunciado, que sua aplicação daria-se sobre preços praticados sem incidência de impostos. Além disso, também lembrou que não necessariamente o reajuste seria repassado de forma integral ao consumidor, mas que, se ocorresse isso, a estimava da companhia seria de que o preço do botijão de GLP P-13 viria a ser ajustado em cerca de 2,2%, que em reais ficaria em torno de R$ 1,29 a cada botijão vendido. Cálculo esse, é claro, feito mantendo-se as margens tanto de distribuição quanto de revenda, além das alíquotas de tributos.

Dentre as informações passadas pela Petrobras através do referido comunicado publicado à véspera do aumento, havia o destaque de que garantiria a lei brasileira essa liberdade de preços no mercado em questão, o de combustíveis e derivados. Sendo assim, um revisão como essa, feita ainda na refinaria, não necessariamente iria refletir-se no preço final, aquele que chega ao bolso do consumidor que coloca seu botijão de gás dentro de casa, normalmente para usar o fogão. Portanto, tudo dependeria, segundo a própria estatal, de repasses feitos, em específico, tanto pelas distribuidoras quanto pelos revendedores Brasil a fora.

Há ainda, a se levar em conta, a declaração dada pelo Sindigás (união das empresas distribuidoras), segundo a qual, o reajuste em questão teria uma oscilação entre os 6,4% e os 7,5%, sendo assim uma relação de dependência do específico acordo com o polo de suprimento. Calculou ainda o Sindigás, à época, qual seria o novo preço do produto aqui tratado, quando em embalagens de até 13 quilos de peso. Nesses casos, ficaria 22% abaixo da chamada “paridade de importação”. A consequência, deve-se pontuar, seria uma inibição quanto aos investimentos privados em infraestrutura justamente nesse setor de abastecimento”, destacou.

 

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