Em 2016 mercados registram perda de 7,11 bilhões de acordo com Abras

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O faturamento de uma rede de supermercados de grande porte é igual ao valor total desperdiçado em perdas no setor. Os supermercados brasileiros tiveram uma perda do faturamento bruto de R$ 7,11 bilhões em 2016 devido a furtos, erros ou quebra operacional, informou a Associação Brasileira de Supermercados a Abras.

Esse número representa 2,1% do faturamento total das redes varejistas em 2016, um aumento de 0,14% comparados ao mesmo período de 2015.

Para João Sanzovo Neto, presidente da Abras, essa alta foi devido a um impacto de ocorrência de furtos maior nos produtos de perfumaria e bebidas. “A experiência nos mostra que em períodos mais difíceis da economia, isso ocorre”.

Se o faturamento fosse feito por uma única empresa, o valor do prejuízo de 7 bilhões representaria a quinta maior rede supermercados no país. Em 40% das empresas do setor o estudo identificou que ainda não possuíam áreas de prevenção de perdas e o número foi ainda maior em 2012 chegando a 72%. O departamento de prevenção de perdas leva as empresas e o comércios a uma metáfora da guerra para aprimoramento do controle de todas as variáveis críticas da operação, com o intuito de vencer a batalha nas perdas que compromete os resultados das empresas.

O presidente da Abras comenta, “Temos muito trabalho pela frente ainda no setor em busca de rentabilidade e de crescimento, mas também temos muito trabalho como cidadãos, de trabalharmos para diminuir o desperdício dentro das nossas lojas” e ainda destaca sobre a necessidade de redução no desperdício dos produtos no caminho até as lojas, principalmente no caso de alimentos ou outros itens perecíveis.

Sanzovo fez uma análise positiva, no entanto, o fato de haver redução na comparação anual de perdas com itens tais como carne, frutas, legumes e verduras.

De acordo com os dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária a Embrapa as hortaliças possuem uma produção de 16 milhões de toneladas anualmente e o índice de perdas chega a 5,6 milhões de toneladas por ano. As frutas chegam à produção anual de 17,7 mil toneladas com 30% de registro de perdas.

Modelo de comércio chinês é motivo de preocupação para a economia norte-americana

De acordo com uma reportagem veiculada pelo site da Revista Exame, cujas informações são da Dow Jones, a China representa um grande desafio em se tratando do modo como o comércio mundial tem se desenvolvido. A afirmação de que o país é uma ameaça econômica partiu de Robert Lighthizer, representante comercial norte-americano. Segundo ele, a nação chinesa configura um sistema econômico mais complexo que o praticado em épocas passadas.
Para uma platéia composta por interessados em discutir sobre assuntos do âmbito econômico, presente no Centro de Estudos Estratégicos e Internacionias, Lighthizer disse que a China esforça-se bastante para que sua economia se desenvolva, mas ressaltou que isso ocorre de maneira pouco saudável, uma vez que acaba por distorcer alguns mercados ao redor do mundo.
Preocupado com a hipótese de que o mercado americano não seja devidamente atendido, Lighthizer, quando surgiu publicamente sem que estivesse nas dependências do Capitólio, fez questão de se apronfudar no assunto, de modo que mostrou igual preocupação pelos agricultores dos Estados Unidos. A cidade de Pequin, contudo, foi o grande foco de suas explanações.
Sem mencionar o tratado de Livre Comércio da América do Norte, onde há também a presença do Canadá e do México, Lighthizer ressaltou que no ano de 2016 os Estados Unidos realizaram menos exportações do que importações, desequilibrando sua balança comercial. Dessa forma, estima-se que a China tenha exportado para lá 347 bilhões de dólares em mercadorias.
Em relação ao Nafta, Lighthizer mostrou-se inconclusivo no que diz respeito ao desempenho comercial alcançado junto ao bloco. Quando questionado sobre as relações comerciais estabelecidas com o Reino Unido, entretanto, ele demonstrou confiança no sucesso das transações realizadas.
Alegando diálogos prolongados com a China, Lighthizer esclareceu que os Estados Unidos, embora estejam investigando a forma peculiar como o comércio do país parceiro funciona, não aplicaram ainda qualquer tipo de sanção em se tratando da comercialização de bens entre as duas nações.
Para o presidente Trump, conforme destaca Lighthizer, faz-se necessária aplicação de alguns tributos a fim de que os parceiros comerciais sintam-se mais pressionados a aceitarem pontos específicos que os EUA traçaram. Segundo a reportagem, o intuito das barreiras tributárias é dar um tratamento mais adequado aos trabalhadores e fazendeiros norte-americanos.

Saiba mais:
http://exame.abril.com.br/economia/eua-dizem-que-china-representa-ameaca-para-comercio-mundial/

Saiba os motivos que levam a poupança render menos em 2017

Com os constantes cortes nas taxas de juros que também reduzem a Selic – taxa básica de juros, as cadernetas de poupança em todo o país passaram a render 70% da Selic incluindo a taxa de referência TR – Taxa Referencial.

Em 2012 foi criado um parâmetro que define juros baixos como um fator de baixo retorno para as cadernetas de poupança. Ou seja, toda a vez que o governo estabelecer corte de juros no Brasil, isso irá refletir nos rendimentos das cadernetas de poupança com rendimentos menores ao mês.

O Copom – Comitê de Política Monetária do BC – Banco Central, passou a estabelecer em 2017 uma sequência de corte nas taxas de juros a fim de controlar a inflação. Neste momento a Selic está em 8,25% ao ano. Isso significa que a TR está em 5,77%, sendo que antes desse 8º corte nos juros realizado pelo governo no início de setembro de 2017, a TR estava em 6,17%.

Esse novo parâmetro criado em 2012 que derruba os rendimentos da poupança, foi criado propositalmente no governo de Dilma Rousseff com o intuito de tornar a poupança menos atrativa para os investidores em período de juros baixos. Levando em conta que a poupança já é livre de IR – Imposto de Renda, o governo procura assim estimular outras formas de investimentos, como o Tesouro Direto.

Mesmo com baixo rendimento após as constantes mudanças no cenário de cortes de juros, os especialistas em economia defendem que os investimentos nas cadernetas de poupança ainda são viáveis e seguros. Segundo Reinaldo Domingos, representante do Dinheiro à Vista, investir na poupança continua sendo uma boa opção, levando em conta que você ainda estará livre de IR e outras taxas administrativas cobrada por corretoras em outras formas de investimentos.

Os especialistas em investimentos dizem que as pessoas não devem apenas focar os rendimentos, e sim todo o contexto que engloba os riscos, as taxas administrativas ao longo do investimento e no caso da poupança, as pessoas poderão sacar parte ou a totalidade deste investimento a qualquer instante.

Reinaldo também diz que para as pessoas que não pretendem movimentar esse dinheiro investido nos próximos 10 anos, os investimentos no Tesouro Direto, Fundo de Investimentos, CDB, Título do Tesouro e a compra de ouro, são superiores a poupança em termos de rendimento no final da operação.

 

Preços diferentes para turistas são praticados em vários destinos muito visitados

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Foi divulgado há pouco tempo que na Bélgica, em cafés de Bruges, o turista acaba pagando 10% a mais pela batata frita, do que os moradores locais. Eles explicam que o valor mais baixo é dado, como um desconto aos compradores mais frequentes, fazendo com que os turistas paguem valores mais altos pelo que consomem.

O setor turístico não é de hoje, que é visto como um meio de crescimento econômico e uma fonte de maiores rendas, para os locais que estão recebendo esses turistas. O setor representa atualmente, uma das mais importantes indústrias do planeta, com uma contribuição mundial chegando a cerca de US$ 7,6 trilhões.

A OMT (Organização Mundial de Turismo) estima que o número de viagens internacionais de turistas, cheguem a 1,8 bilhão até 2030. A projeção é que em cada dez pessoas no mundo, uma irá trabalhar em algum setor ligado ao turismo, serão cerca de 292 milhões de pessoas, e que valor arrecadado alcance 10% do PIB mundial. Com todos esses números, não é nenhuma surpresa essa prática dos valores que estão sendo cobrados aos turistas.

Veneza é um dos locais mais conhecidos por essa distinção entre moradores e  turistas,  já que o seu sistema de duas faixas de preços praticados, geraram em 2015 um protesto junto a Comissão Europeia, argumentando as práticas discriminatórias em relação aos turistas, mas esse protesto acabou sendo recusado.

Em 2015, a Tailândia planejou adotar taxas mais caras em parques nacionais para turistas, e os valores passaram a ser mais altos para crianças e adultos estrangeiros, em fevereiro de 2015.

Essas cobranças diferentes em relação aos turistas podem parecer injustificáveis, mas se formos pensar que se os moradores fossem pagar os mesmos preços que os turistas, uma grande parte deles poderia ficar impossibilitada de usufruir de alguns patrimônios do local onde vivem. Os salários da maioria da população em muitos casos, estão longe daqueles que podem viajar.

As responsabilidades em relação à sustentabilidade do local visitado, também têm que ser analisados e combinados, principalmente quando essa região possui uma grande dependência do turismo, podendo ocorrer um esgotamento dos recursos naturais.

Acreditar que os visitantes paguem mais para que haja uma maior proteção em relação aos locais visitados, podem ser moralmente sustentáveis, não importa se o destino for Bruges, Veneza, Tailândia ou qualquer outro local do mundo.

Celulose tem queda de 10,5% na exportação nos meses de junho e julho

A produção de celulose no Brasil cresceu 0,09% no mês de julho ante o mesmo mês do ano passado para 1,6 milhões de toneladas, de acordo com dados da Indústria Brasileira de Árvores a Ibá. A produção acumula 4,7% no primeiro semestre do ano e no mesmo período de 2016 a produção foi de 11,2 milhões de toneladas. Só no mês de julho a produção teve queda de 10% na exportação sendo 991 mil toneladas, um volume de 7,8 milhões de toneladas de janeiro a julho de 2016, uma alta de 4,3%.

Em trajetória de queda, as importações permaneceram em 46,7 no mês de julho para 16 mil toneladas e de janeiro a julho deste ano para 130 mil toneladas.

A produção de papel teve avanço de 2,2% em julho deste ano comparado a 2016, sendo 890 mil toneladas. Nos primeiros sete meses esse total caiu 0,1% sendo 6 milhões de toneladas.

O mercado doméstico teve aumento de 1,6% nas vendas somente no mês de julho, para 457 mil toneladas, porém a queda de 1,0% no total de janeiro a julho, foi de 3 milhões de toneladas.

O aumento nas exportações cresceram em julho deste ano comparado ao ano passado para 1736 mil toneladas e teve alta de 1,1% no total dos meses de janeiro a julho para 1,2 milhão de toneladas.

O mercado doméstico de painéis de madeira teve uma expansão de 10% no mês de julho deste ano e no ano passado foi de 550 mil metros cúbicos, totalizando 0,1% nos primeiros sete meses do ano sendo 3,6 milhões de metros cúbicos.

A evolução nas exportações foram de 40,5% de julho desse ano para julho de 2016 com 118 mil metros cúbicos e no total essa alta foi de 61,4%, sendo 715 mil metros cúbicos.

O saldo na balança comercial do setor, de janeiro a julho chegou a 4,1 bilhões de dólares FOB, um crescimento de 9,5% comparado com o ano passado. O saldo de 3,4 bilhões de dólares FOB foram alcançados somente pela celulose, um avanço de 8,3% em comparação ao primeiro semestre de 2016 e 161 milhões de dólares FOB de painéis de madeira uma alta de 25%.

A celulose dentro das exportações tem 41% de venda para o exterior seu principal destino é a China que teve uma representação de receita de 1,4 bilhões de dólares, um aumento de 22,7% comparados ao mesmo período do ano passado. A Europa vem em seguida com 30% e uma receita de 1 bilhão de dólares FOB, uma diminuição de 2% em comparação ao mesmo período de 2016.

 

Prejuízo econômico com a violência contra a mulher chega a 1 bilhão

Após uma violência doméstica, a mulher sofre com a falta de concentração, erros recorrentes e ausência no local de trabalho e segundo um estudo realizado na Universidade Federal do Ceará, foi identificado que o custo a economia brasileira pode chegar a 1 bilhão de reais. Essas ações após as agressões têm como resultado um montante que deixou de circular no país e causam sequelas irreparáveis.

O relatório realizado pela segunda vez pelo Centro de Pesquisas de Condições Socioeconômicas e Violência Doméstica e Familiar, fez o acompanhamento da vida de 10 mil mulheres localizadas em 9 capitais do Nordeste desde do ano passado.

O estudo contou com a parceria do Instituo Maria da Penha e teve a participação dos Estados Unidos e Europa. As mulheres que participaram das pesquisas que moram no Piauí disseram que a saúde mental foi afetada pela agressão sofrida e em 42% das mulheres que moram em Sergipe e 40% no Rio Grande do Norte disseram sofrer com as mesmas sequelas.

Na pesquisa os números indicaram que as que sofreram agressões faltaram no serviço durante 18 dias no ano e as mesmas ficam menos tempo em seus empregos, com uma média de 58 meses e as que não sofrem violência doméstica ficam em média 78 meses em seus empregos.

Os salários das mulheres são 10% menores que dos homens. As que sofrem violência doméstica recebem em média, R$ 5,98 por hora trabalhada e as que não sofreram violência recebem R$ 9,11 no Ceará. As mulheres negras que sofrem violência chegam a receber 22% a menos, sendo que de um modo geral a empregabilidade é menor para as mulheres.

A violência contra a mulher deprecia o capital humano delas, segundo José Raimundo Carvalho Júnior, professor e coordenador da pesquisa, “A violência deprecia o capital humano da mulher. Grande parte do emponderamento feminino vem da capacidade de trabalho. O homem produz a violência contra a mulher, causa todos esses impactos, cria uma sequela na economia e retroalimenta essa relação: ele sabota a mulher como trabalhadora e ela perde esse emponderamento. Os setores públicos e privados não fazem praticamente nada para reverter isso”, disse Raimundo.

 

Aprenda a criar um orçamento familiar antes mesmo de se casar

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A maioria das pessoas dizem que o dinheiro não pode comprar a felicidade, mas quando se trata de realizar o grande sonho de fazer uma festa de casamento, o dinheiro tem um papel importante nessa busca por felicidade. Para conciliar o casamento com uma vida financeira saudável confira a seguir algumas dicas para que você e o seu parceiro possam ter um orçamento feliz para sempre.

Avalie a vida financeira do casal

Muitos casais podem deixar de falar sobre dinheiro antes do casamento, mas essa falta de conhecimento pode ser bastante arriscada. Erros do passado podem afetar o futuro dos dois juntos. Conheça a situação financeira um do outro, como quantos cartões de crédito você tem e como você gasta seu dinheiro antes de caminhar em direção ao altar da igreja. Obter uma boa compreensão sobre os hábitos de consumo e a imagem financeira do seu parceiro irá ajudá-lo a tomar decisões sobre como organizar o seu dinheiro depois de se casar.

Conheça as dívidas do seu parceiro

Conheça as dívidas do seu parceiro antes de combinar suas finanças. Se necessário, você poderão trabalhar juntos para quitarem as dívidas. Até que isso aconteça, mantenha as suas finanças separadas, por exemplo, tente evitar abrir uma conta conjunta ou adicionar seu parceiro como usuário autorizado de sua conta. Vocês precisarão ter, pelo menos, um bom histórico de crédito para resolver assuntos legais, inclusive sobre o casamento.

Guarde dinheiro para o futuro do casal

Depois de firmar compromisso sério com seu parceiro, abra uma conta poupança destinada a metas financeiras e despesas futuras do casal. De um modo geral, muitos especialistas recomendam colocar pelo menos 10% de sua renda em uma poupança por mês. Se você está economizando para um casamento, você pode considerar impulsionar esse montante para que você continue contribuindo para suas economias normais enquanto ainda põe dinheiro para o grande dia. Mesmo se você tiver ajuda para pagar o casamento, você ainda vai querer algum dinheiro economizado, talvez para uma lua de mel ou um pagamento inicial em uma nova casa.

Crie um orçamento para o qual ambos possam viver

Obtenha todas as suas contas e documentos que possuem em comum e, literalmente, coloque tudo na mesa. Calcule o quanto você terá de contas para pagar a cada mês, quanto você terá de renda combinada e o que realmente ficará no bolso do casal depois de pagar as contas. Além disso, é útil estabelecer limites de gastos.

 

Uma pequena retrospectiva da economia do Brasil até a crise mundial de 2008

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O Brasil é a maior economia da América do Sul e a oitava maior do mundo até o ano de 2015. Em 2015, produziu US$ 3.166 trilhões em bens e serviços, conforme medido pela paridade do poder de compra. No entanto, sua taxa de crescimento desacelerou de 7,5% em 2010 para -3,0% em 2015. O Brasil também tem estagnação, com inflação em 10,6%. O que aconteceu?

Em 2011, o governo aumentou o gasto público, elevou o salário mínimo e forçou os bancos estatais a emprestar mais. Ao mesmo tempo, o Banco Central baixou a taxa de desconto de 11,5% para 7,25%. Isso desencadeou a inflação, que o governo agravou ao reduzir os impostos sobre vendas e ao baixar os preços nas tarifas de alimentos, gasolina e ônibus.

Os controles de preços prejudicam os lucros da Petrobras, empresa estatal de petróleo, e competiram injustamente contra a produção de etanol anteriormente no Brasil. Os líderes empresariais reduziram o investimento em face dessa intervenção governamental. Isso só foi agravado por problemas nos leilões governamentais de projetos rodoviários e ferroviários e outras intervenções nas indústrias elétrica e bancária.

Graças a esta política fiscal e monetária expansiva, a inflação superou os salários recém-levantados. Como resultado, os consumidores reduziram seus gastos. Para reduzir a inflação, o Banco Central elevou as taxas de juros em 2012, de 7,5% para 8%. Este é o mesmo tipo de política monetária stop-go (termo em inglês) combinada com controles de preços salariais que causaram a estagnação dos EUA na década de 1970.

Como o governo fortaleceu a economia do Brasil na crise de 2008?

O governo aplicou uma disciplina econômica que o ajudou a resistir à crise financeira de 2008. Em 2007, o crescimento econômico do Brasil foi de 5,4%, a inflação caiu para 3,6% e o superávit da balança corrente aumentou para US $ 3,6 trilhões. Como resultado, os brasileiros tiveram mais renda para gastar internamente. Por estes motivos, muitos investidores concordaram que o Brasil era o mais forte das cinco economias de mercado emergentes BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).

Em um movimento altamente incomum para um país latino-americano, o Brasil pagou sua dívida com o Fundo Monetário Internacional (FMI) um ano antes do tempo. O pagamento final do Brasil de US$ 15,46 bilhões foi realizado em dezembro de 2005. Os fundos vieram das reservas monetárias brasileiras de US$ 66,7 bilhões, sendo um dos fatores para não se afogar na crise de 2008.