A educação é o método comprovado para não haver desigualdade, diz FMI

O FMI – Fundo Monetário Internacional, afirmou no dia 11 de outubro de 2017 que para não acontecer desigualdade na educação brasileira é fundamental que sejam reduzidas as disparidades. O órgão monetário também aponta para a necessidade de mais investimentos em instituições de ensino público no país, sendo que o Orçamento deve incluir mais o ensino público em busca de favorecer melhores condições para as crianças socialmente desprovidas de condições.

O FMI disse em meio a uma de suas reuniões de outono realizada em Washington – Estados Unidos, que as políticas de educação possuem distinções dos outros tipos de instrumentos fiscais adotados pelo governo. Contudo, essas distinções têm como objetivo promover a igualdade e o crescimento.

Segundo o FMI, as desigualdades acabam acontecendo e de certa forma são inevitáveis, mas também aponta para um nível de desigualdade que pode ser controlado e que a desigualdade em uma escala excessiva pode acabar comprometendo a coesão social e até mesmo levar ao enfraquecimento econômico.

O órgão aponta para os dados da desigualdade que acontecem no mundo. Segundo o FMI, essas desigualdades no âmbito da educação diminuíram ao longo das últimas décadas, sendo isso um reflexo da geração de mais receitas em países como a Índia e a China. Países emergentes são mais propícios a sofrerem menos com a desigualdade mediante ao seu desenvolvimento econômico.

Mas, em relação aos países desenvolvidos, a tendência de variação na taxa de desigualdade é observada, mantendo um nível heterogêneo em certos países, e em muitos deles houve um aumento na desigualdade.

O órgão aponta que a desigualdade das experiências observadas acabam por sugerir que não há uma relação direta e sistémica entre a redução da desigualdade com o crescimento econômico.. Muitas potências econômicas tiveram um aumento na desigualdade no período entre 1985 a 2015.

Países que estão em uma rota de desenvolvimento também experimentaram um crescimento na desigualdade neste mesmo período. A desigualdade de renda é uma das que mais tiveram um crescimento nas últimas décadas, com um crescimento de 53% no número de países.

O FMI também afirma que o único jeito possível para que a desigualdade de um modo geral possa deixar de existir, é com uma educação bem estruturada mediante a recursos disponíveis. O confronto da desigualdade deve acontecer em qualquer economia, sendo que é possível que isso aconteça sem afetar o orçamento previsto e aumentar os gastos públicos.

 

Contratações temporárias de final de ano não serão boas, dizem os empresários

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Segundo dados levantados pelo SPC Brasil – Serviço de Proteção ao Crédito – junto a CNDL – Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas, 82% dos empresários não fizeram contratações de trabalhadores temporários para o final de ano e não pretendem fazer. O estudo aponta para uma expectativa de 51 mil novas vagas de emprego criadas no período de final de ano.

O estudo elaborado pelo SPC Brasil, indica que dos empresários apontados pela pesquisa que não contrataram e não irão contratar mão de obra neste período, 49% deles dizem que a mão de obra disponível atualmente irá dar conta da demanda de trabalho. Eles afirmam que não existe a necessidade de contratação de mais funcionários, e irão conseguir atender o pedido dos clientes e honrar os contratos.

18% dos empresários afirmam que não haverá um movimento maior a ponto de haver contratações neste final de ano, e 48% dos empresários que não contrataram e não irão contratar, afirmam não precisar mudar a metodologia de trabalho, mesmo que o movimento venha a aumentar.

O número de empresários que esperam fazer contratações é de apenas 13%. Dentre esses 13%, o número de contratações que vão de 1 a 5 trabalhadores, representam a estimativa de 74% dos empresários. 19% dos empresários que pretendem contratar trabalhadores temporários e efetivos no final do ano, não tem uma estimativa precisa de quantos funcionários irão precisar. Para o percentual dos empresários que tem a intenção de contratar neste período, 75% deles apontam a estimativa de uma maior demanda como principal motivo.

Em comparação com o mesmo período em 2016, podemos observar que as expectativas para este ano em relação aos empresários que acreditam em uma maior demanda de serviços e produtos comercializados, são positivas. Neste mesmo período em 2016, somente 22% deles tinham essa crença. Mas ainda os reflexos da crise podem ser sentidos e as contratações para o fim do ano ainda não serão as mesmas de outrora.

“O último trimestre do ano traz sempre grandes expectativas para o comércio e o setor de serviços, costuma ampliar estoques e fazer investimentos para atender a demanda normalmente aquecida das festas do Natal e Réveillon. Neste ano, porém, a crise econômica deverá novamente inibir o volume das tradicionais contratações de mão de obra temporária e também de trabalhadores efetivos”, diz Roque Pellizzaro Junior, presidente do SPC.

 

CNC revelou que o número de famílias endividadas subiu para 58,4% em setembro

De acordo com os novos dados informados pela CNC – Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, houve um aumento de 58% para 58,4% no número total de famílias que se declararam como endividadas entre o período de agosto a setembro deste ano. Os dados foram levantados através da Peic – Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor. No mês de setembro do ano passado, o número registrado era de 58,2% de famílias em situação de inadimplência.

Outro dado levantado pela pesquisa foi de que a proporção de famílias que estão com dívidas ou com contas pendentes de pagamento teve um aumento significativo no mês de setembro. Comparado ao mês de agosto, o nono mês do ano registrou um aumento que foi de 24,5% para 25% no total de famílias nesta situação. Segundo a CNC, esses números são os maiores registrados no Brasil desde o mês de maio em 2010. Comparado ao mesmo mês em 2016, o dado também sofreu um aumento de 0,4 ponto percentual.

Já em relação a quantidade de famílias que alegaram não ter condições para quitar as dívidas ou pagar as contas do mês, declarando que continuariam inadimplentes, também aumentou na comparação de agosto com setembro deste ano e com o mês de setembro do ano passado. Em agosto deste ano o número foi de 10,1% e passou a ser 10,3% em setembro, sendo o maior percentual registrado desde janeiro em 2010. Já em relação ao mês de setembro de 2016, o dado teve um aumento de 9,6%.

A economista da CNC, Marianne Hanson, disse em um comunicado sobre os novos dados levantados pelo Peic: “Mesmo com o nível de endividamento ainda moderado, abaixo da média histórica, os indicadores de inadimplência da pesquisa permanecem elevados. A taxa de desemprego bastante alta ajuda a explicar a maior dificuldade das famílias em pagar suas contas em dia e o maior pessimismo em relação à capacidade de pagamento”.

Para a realização da Peic foram ouvidos 18 mil consumidores brasileiros por meio de entrevistas em todo o país em relação a atual situação financeira de suas famílias e a economia do país.

Felipe Montoro Jens noticia sobre o leilão das usinas hidrelétricas da Cemig

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Usina de São Simão

No final de agosto, foram apresentadas algumas mudanças no leilão marcado para o final do mês de setembro para as 04 Usinas Hidrelétricas da Companhia Energética de Minas Gerais S.A. (Cemig), a saber: São Simão, Jaguará, Miranda e Volta Grande, informa o especialista Felipe Montoro Jens.

O Ministério de Minas e Energia publicou, através do Diário Oficial da União (DOU), uma nota indicando essas mudanças, na qual foi informado que tais Usinas Hidrelétricas deverão ser leiloadas de forma separada, em quatro lotes. Antes dessa alteração ser anunciada, estava estabelecido que o leilão seria feito em dois lotes, o primeiro com a usina de São Simão e o segundo com as outras 03 Usinas.

Segundo o texto do DOU, publicado em 24 de agosto, a eficiência do contrato de concessão acontecerá mediante o pagamento da bonificação através da outorga. Apesar disso, reporta, Felipe Montoro Jens, ficou mantida a data do leilão das quatro usinas para o dia 27 de setembro.

Até o momento, a Cemig, permanece irredutível em perder a concessão das usinas. Para isso, a companhia está tentando em âmbito político e judicial evitar que a licitação ocorra. Porém, o Governo Federal já afirmou oficialmente que tudo indica que o leilão cumprirá com o cronograma previsto. De acordo com as estimativas, a arrecadação com o leilão será de aproximadamente R$ 11 bilhões e a União já conta com esses recursos para conseguir fechar as contas orçamentárias de 2017.

Entre as quatro usinas, a principal delas é a Usina Hidrelétrica de São Simão, que está situada na divisa de Minas Gerais e Goiás, nos municípios de São Simão (GO) e Santa Vitória (MG). Construída em 1973, a usina iniciou suas operações em 1978, noticia Felipe Montoro Jens, tendo cerca de 3.440 metros de comprimento, 127 metros de altura máxima e uma potência que pode chegar a até 1.710MW.

A segunda maior Usina Hidrelétrica é a de Jaguará, que está localizada na cidade de Rifânia, na divisa de Minas Gerais e São Paulo. Construída entre os anos de 1966 e 1971, a usina tem um comprimento da barragem de 325 metros, altura máxima de 40 metros e uma potência que alcança até 424MW.

Em seguida, está a Usina Hidrelétrica de Miranda, situada em Indianópolis, nas margens do rio Araguari, localizado em Minas Gerais, informa o especialista em Projetos de Infraestrutura, Felipe Montoro Jens. O local foi construído no ano de 1990 e começou a operar em 1998, com 1.050 metros de comprimento, 79 metros de altura máxima e uma potência aproximada de até 408MW.

Por fim, está a Usina Hidrelétrica de Volta Grande, que fica em Miguelópolis, no estado de São Paulo. Construída em 1970, a usina teve suas operações iniciadas em 1974 e possui um comprimento de 2.329 metros, altura máxima de 56 metros e uma potência de aproximadamente 380MW, noticia o especialista em Projetos de Infraestrutura Felipe Montoro Jens.

 

Pesquisa revela opções viáveis para o consumidor gastar menos com combustível

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Pesquisa promove uma interação junto ao consumidor e indica melhores opções para a economia de combustível e outros gastos relacionados. Essas dicas ajudarão consumidores comuns e as empresas transportadoras economizarem mais com os gastos de combustíveis.

No mês de julho de 2017, as empresas que atuam no setor de transportes foram pegas de surpresa por um aumento nas alíquotas do PIS/Cofins sobre os combustíveis. O diesel também sofreu reajuste e colocou as empresas em sinal de alerta.

Segundo uma pesquisa realizada pela CNT – Confederação Nacional de Transporte, essa alta abalou as atividades deste setor em meio as atividades no transporte de cargas por todo o país. O frete passou a ficar mais caro para o consumidor final, chegando a ser cobrado 2,5% a mais pelas transportadoras.

Em vista deste acontecimento, a empresa especializada em tecnologia de serviços BgmRodotec, relacionada com a pesquisa, apresenta alternativas viáveis para outras empresas e consumidores comuns conseguirem economizar com gastos e manutenção dos veículos e da frota.

Oriente bem sua equipe a não ter atitudes que possam gerar mais custos com as atividades de transporte. O motorista é de uma certa forma o principal responsável por qualquer economia que possa vir a ser feita. Evitar direção negligente com o veículo, como freadas bruscas, desligar o veículo em momentos de intenso congestionamento e evitar utilizar o ar-condicionado do veículo quando puder ser evitado, são atitudes que auxiliam nesta redução.

Saber avaliar os preços dos combustíveis oferecidos em vários postos dentro de uma rota estabelecida, contribui para o corte de gastos no fechamento do mês. Estude bem esses preços oferecidos nas bombas e para isso, existem aplicativos disponíveis que podem ser baixados em um smartphone.

Criar uma roteirização gira em torno de planejamento efetivo. Um frete deve ser bem planejado em rotas que sejam mais viáveis para a economia e para a eficiência da entrega. Também verificar os pneus junto a uma melhor calibragem ajudam nessa busca por economia. A BgmRodotec alerta para que as rotas que possam colocar o transporte de carga em risco não devem ser consideradas, e diz que a segurança é mais valiosa para evitar prejuízos junto as transportadoras.

Pesquisa revela as maiores causas de inadimplência no Brasil

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Uma pesquisa realizada pelo SPC Brasil – Serviço de Proteção ao Crédito, apontou existem 59,4 milhões de pessoas inadimplentes em todo o país. Junto a essa pesquisa, o SPC também conseguiu identificar quais são as principais causas para isso ocorrer aqui no Brasil.

Sem dúvidas, a falta de conhecimento em questões financeiras é a principal causa para as pessoas se endividarem e não conseguirem sair dessa dívida. A quantidade de pessoas que estão inadimplentes em todo o país é alarmante, e segundo economistas tem uma relação com a crise que o Brasil vem enfrentando há 3 anos. Outros fatores também somam para que isso ocorra no Brasil.

Em vista disso, Renato Domingos, atual presidente da Abefin – Associação Brasileira de Educadores Financeiros – reuniu algumas das principais causas que fazem um consumidor se tornar inadimplente aqui no Brasil.

Além da falta de educação financeira como já foi citado e que é a principal causa para que isso ocorra, outras causas como a falta de planejamento devem ser enfatizadas. Estabelecer um controle financeiro é fundamental para que as pessoas consigam saber de onde vem e para onde vão o dinheiro delas todos os meses. Geralmente, o brasileiro estabelece esse controle de forma superficial e sem fundamentos estruturais para isso. Planilhas podem ser utilizadas para ajudar a controlar o orçamento mensal, assim como diversos aplicativos existentes para smartphones.

O fato de que a maioria dos consumidores sem planejamento são suscetíveis ao marketing e publicidade que estão por toda parte, é uma das causas que levam a esse descontrole. Os consumidores devem estar atentos a não comprar nada que esteja fora do seu orçamento. Não devem ceder ao impulso quase incontrolável de comprar.

A fácil adesão a formas de créditos oferecidas pelo mercado, também é uma das causas que levam a esse grande número de inadimplência em todo o país. Quando se trata de cartão de crédito, o especialista em educação financeira alerta para as pessoas terem somente um e utilizarem com planejamento. “Não caiam nas armadilhas dos cartões de créditos, principalmente nas mais previsíveis, como o uso do crédito rotativo”, explica Domingos. Essa e outras dicas podem ser vistas no site do SPC Brasil.

Perspectiva de supersafra de café em 2018 é abalada por causa do clima seco

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Aquela ideia de que o Brasil colheria a sua melhor safra em toda a história no ano de 2018, foi por água abaixo com a chegada do clima seco. Segundo diversos produtores, agrônomos e cooperativas do grão em todo o Brasil, as perspectivas de que a melhor colheita seria em 2018 foram minimizadas, pois a forte seca tem afetado a plantação de café no país.

Conhecido como o produtor mundial de café, o Brasil tem registrado clima seco em diversas regiões neste ano, o que atrapalha a produção da safra. Nas regiões que mais se concentram as plantações do grão como o Sul de Minas Gerais, ao todo foram 10 milímetros de chuvas em um período de 30 dias, o que significa apenas um quinto do que seria esperado para o período.

Por causa da seca os produtores e as cooperativas do grão já admitem que não haverá aquela safra tão aguardada em 2018, uma vez que os pés de café estão sofrendo com a seca severa. Os analistas esperavam que o ano seguinte registraria a melhor safra já colhida pelo país, pois é o período que marca a alta do ciclo bienal de toda a produção do café arábica.

O gerente comercial da cooperativa de café Cocapec, Jandir Castro Filho, disse: “A ideia da supersafra acabou”. Ele ainda explicou que os pés de café que foram recém-plantados são os que mais sofrem com a forte seca, pois suas raízes estão mais superficiais, sendo assim alcançam menos água. Já os pés de café que são mais velhos possuem raízes mais profundas que são capazes de alcançar o solo mais fundo em busca de água.

A projeção de alguns analistas era de que o Brasil pudesse registrar 60 milhões de sacas do grão em 2018, o que seria a maior colheita de toda a história. As projeções foram baseadas no ano em que o país registrou sua maior produtividade, assim como a melhor preparação por parte dos produtores.

A última alta registrada no volume de safras do café aconteceu em 2016, quando o Brasil registrou um total de 51,4 milhões de sacas do grão. Segundo a Conab, os grãos de café arábica bateram o recorde histórico de 43,3 milhões de sacas durante o período.