Contratações temporárias de final de ano não serão boas, dizem os empresários

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Segundo dados levantados pelo SPC Brasil – Serviço de Proteção ao Crédito – junto a CNDL – Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas, 82% dos empresários não fizeram contratações de trabalhadores temporários para o final de ano e não pretendem fazer. O estudo aponta para uma expectativa de 51 mil novas vagas de emprego criadas no período de final de ano.

O estudo elaborado pelo SPC Brasil, indica que dos empresários apontados pela pesquisa que não contrataram e não irão contratar mão de obra neste período, 49% deles dizem que a mão de obra disponível atualmente irá dar conta da demanda de trabalho. Eles afirmam que não existe a necessidade de contratação de mais funcionários, e irão conseguir atender o pedido dos clientes e honrar os contratos.

18% dos empresários afirmam que não haverá um movimento maior a ponto de haver contratações neste final de ano, e 48% dos empresários que não contrataram e não irão contratar, afirmam não precisar mudar a metodologia de trabalho, mesmo que o movimento venha a aumentar.

O número de empresários que esperam fazer contratações é de apenas 13%. Dentre esses 13%, o número de contratações que vão de 1 a 5 trabalhadores, representam a estimativa de 74% dos empresários. 19% dos empresários que pretendem contratar trabalhadores temporários e efetivos no final do ano, não tem uma estimativa precisa de quantos funcionários irão precisar. Para o percentual dos empresários que tem a intenção de contratar neste período, 75% deles apontam a estimativa de uma maior demanda como principal motivo.

Em comparação com o mesmo período em 2016, podemos observar que as expectativas para este ano em relação aos empresários que acreditam em uma maior demanda de serviços e produtos comercializados, são positivas. Neste mesmo período em 2016, somente 22% deles tinham essa crença. Mas ainda os reflexos da crise podem ser sentidos e as contratações para o fim do ano ainda não serão as mesmas de outrora.

“O último trimestre do ano traz sempre grandes expectativas para o comércio e o setor de serviços, costuma ampliar estoques e fazer investimentos para atender a demanda normalmente aquecida das festas do Natal e Réveillon. Neste ano, porém, a crise econômica deverá novamente inibir o volume das tradicionais contratações de mão de obra temporária e também de trabalhadores efetivos”, diz Roque Pellizzaro Junior, presidente do SPC.

 

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