Em outubro as exportações no Brasil atingiram um número recorde

O indicador mensal de comércio exterior da Fundação Getúlio Vargas, a FGV, registrou mais um recorde do Brasil seguido de bons resultados. O mês de outubro registrou um aumento de 31% nas exportações, o maior volume atingido em 2017. No mesmo período as importações aumentaram 26%.

O resultado foi bem influenciado pelas exportações do setor agropecuário, segundo a entidade, com um crescimento recorde para o segmento. O desempenho teve reforço pelas exportações da indústria da transformação, com um aumento de 25% e a extrativa, com um avanço de 21% nas vendas para fora do país.

Esses resultados vêm seguido de recordes registrados pelo comércio exterior, que neste ano deve atingir a marca de 70 bilhões de dólares, sendo esse um recorde histórico, segundo informações do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

A FGV destacou um bom desempenho, no caso da indústria, com a exportação de automóveis, destacando mercados novos como a Arábia Saudita. Em 2017 as vendas do setor vêm atingindo de forma positiva o saldo comercial do Brasil. Isso mostra os resultados da recuperação do setor que atingirá recorde de exportações esse ano, segundo a entidade representante das montadoras, a Anfavea.

A contabilidade feita pela balança comercial de todas as trocas realizadas pelo Brasil e o mundo mostra resultados positivos que superam as importações. Quando o país exporta mais do que importa significa que houve um superávit comercial. É importante que os saldos positivos sejam atingidos, pois é um sinal de que a economia do país está sólida e competitiva em relação ao resto do mundo.

No acumulado de janeiro a outubro, o país tem um saldo de 125 bilhões de dólares, um aumento de 9,1% em relação ao mesmo período de 2016.

Em novembro, as balanças já vêm registrando um superávit de 1,8 bilhão de dólares já nas primeiras semanas do mês.

O crescimento das exportações tem um papel fundamental para que o crescimento do país seja retomado, segundo o ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira.“Ao longo do ano observamos um crescimento das quantidades exportadas. Isso indica uma demanda mundial aquecida” afirma o ministro.

 

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