Novos programas poderam gerar avanços na indústria de gás e petróleo

Na realização do ENAIQ – Encontro Anual da Indústria Química, realizado do dia 8 de dezembro de 2017, Fernando Coelho Filho, ministro de Minas e Energia, deixou claro que o país necessita discutir novas formas de condução da indústria de gás e petróleo. “O Brasil saiu de uma insuficiência de gás e logo pode virar um dos grandes players de produção do mundo”, afirmou o ministro.

Fernando também reconheceu que existe um pleito no mercado que faz com que o gás seja conduzido como matéria prima, que acabou gerando grandes expectativas de aprovação pelo Congresso, do programa Gás para Crescer. “Nós estamos na reta final na Comissão de Minas e Energia, na discussão do projeto do Gás para Crescer. Espero que possamos comemorar essa vitória ainda no início de 2018”, explica o ministro. O ministro também aproveitou essa oportunidade para agradecer os subcomitês temáticos.

Um dos destaques apontados pelo ministro foi o objetivo expresso pelo programa Combustível Brasil, que tem como foco a busca de uma oferta de acordo com o crescimento da demanda, com preços que se encaixam neste contexto e com qualidade expressa nestes produtos, isso tudo acompanhado de um ambiente regulatório que levam a novos investimentos. “Hoje temos um déficit de refino de 580 mil barris diários, com uma demanda que será crescente. Essa iniciativa, junto com a retomada econômica, confirma que estamos fazendo, e precisamos de uma transformação no país”.

Neste momento, está em tramitação no Congresso o RenovaBio, que irá injetar novos ânimos que irão ajudar a manter o Brasil a frente dos outros países na questão de produção e tecnologias voltadas para os biocombustíveis. O Brasil é detentor desses avanços até o momento, mas muitos países já passaram a mergulhar e explorar essa forma de energia combinada com outros recursos verdes.

“Vamos dar um avanço significativo para que o Brasil possa de fato entrar na liderança, na competitividade. O futuro do óleo e gás no Brasil já é e será ainda mais promissor com a qualidade da geologia que nós temos. Agora cabe a nós construir um país melhor”, explicou o ministro.

 

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