Descubra como guerras comerciais podem devastar a economia de um país!

É natural que todo governante pense primeiro em seu próprio país, e que busque seus interesses. Mas é necessário que esses interesses sejam protegidos de maneiras que não causem atritos. Atritos estes que podem se transformar em graves problemas para a economia de uma nação.

Quando um país proibi a importação de um determinado produto, ou cria tarifas que deixam essa operação mais cara, ele abre precedente para que outro país, que foi afetado por suas barreiras, também crie dificuldades para a importação de seus produtos, o que provavelmente causará problemas para algum setor da indústria ou da agricultura.

Incentivar a indústria nacional é importante, mas isso deve ser feito a partir da capacitação do povo, e de mudanças e reformas que deixem o ambiente de negócios mais propício no país.

A partir do momento que uma guerra comercial acontece, e países começam a dificultar cada vez mais as importações, inúmeras empresas, que contavam com esses mercados, começam a ter prejuízos e podem até mesmo fechar suas portas. O que reduziria drasticamente a arrecadação de impostos e aumentaria muito o número de desempregados.

Além disso, pessoas recorrem a produtos importados quando eles são mais baratos do que os nacionais. Tornar esses produtos mais caros significa forçar a população a gastar mais, o que reduz seu poder de compra. Ao invés disso, seria mais interessante verificar o que torna a produção nacional mais cara e procurar torná-la mais barata.

A partir do momento que a produção de um país se torna mais eficiente, ele passa a se preocupar menos com a concorrência do exterior. Ao invés disso, o país começa a oferecer seus produtos a outros povos e a lucrar mais com exportações.

E por isso, pelos motivos que foram apresentados, que guerras comerciais são tão danosas para a economia de um país e devem ser evitadas a todo custo.

Facebook testa nova ferramenta para que administradores cobrem mensalidades em grupos

O Facebook iniciou os testes de uma nova ferramenta em sua plataforma: agora, os administradores de grupos na rede social poderão cobrar mensalidades de seus membros. As informações são da seção de economia do portal “The Verge”

Atualmente, apenas administradores de três categorias de grupos podem contar com essa nova funcionalidade, sendo essas as comunidades sobre gastronomia, organização doméstica e paternidade.

Segundo o anúncio, as taxas de inscrição serão de US$ 4,99 a US$ 29,99, e serão cobradas mensalmente dos membros. A idéia é que parte dessa taxa seja mantida com os administradores dos grupos, enquanto uma parcela seria revertida ao próprio Facebook, embora, nessa fase de testes, todo o dinheiro esteja sendo transferido aos administradores. Esse movimento faz parte dos esforços do Facebook em ampliar sua capacidade de monetização da rede social, que hoje conta com mais de 2 milhões de membros.

Atualmente, a renda da companhia deriva-se principalmente da exibição de anúncios e publicações patrocinadas em sua página, utilizando as informações pessoais de cada usuário para personalizar a publicidade exibida a cada perfil. Essa aproximação não é bem vista por muitos usuários e governos, já que não há transparência a respeito de como essas informações são coletadas e utilizadas, assim como não é possível ter certeza sobre com quem e de que modo o Facebook compartilha essas informações com terceiros.

Além disso, os grupos são muito utilizados na rede social, mas ainda dão pouco retorno à empresa. Por isso, o Facebook busca uma forma eficaz de aumentar sua monetização desta área, seguindo o que ocorre atualmente com as páginas, que contam com diversas ferramentas pagas que auxiliam em seu crescimento, como a possibilidade de propulsionar publicações.

Para o sucesso da iniciativa de mensalidades, o Facebook acredita que a possibilidade de participar de grupos exclusivos, com menos membros e em contato mais direto com os administradores, irá despertar o interesse dos membros da plataforma por essas comunidades.

Ainda não há previsões para que o recurso esteja disponível no Brasil, e nem em outras categorias de grupos. Para isso, o Facebook aguarda o resultado dos testes em andamento, por enquanto realizados apenas na comunidade dos EUA.

Com aquisição de novos aviões, Gol anuncia novos voos para os EUA

A maior empresa que atua no mercado nacional divulgou que terá voos diretos para os Estados Unidos. A Gol declarou que a partir do início de novembro, a empresa terá voos sem escalas para Miami e Orlando.

A Gol passará a ter quatro voos para o estado da Flórida, nos Estados Unidos, saindo de Fortaleza e Brasília. Segundo a Gol, essas duas cidades foram escolhidas devido às suas localizações e por serem destinos com possibilidades de conexões, entre as outras cidades brasileiras que fazem parte da malha aérea da empresa.

A empresa declarou que esses voos somente serão realizados, devido à chegada das novas aeronaves compradas do modelo da Boeing 737 Max-8, que possui uma maior autonomia de combustível e que vai possibilitar voos diretos por exemplo, entre Brasil e os Estados Unidos.

Esse ano serão entregues para a Gol no segundo semestre desse ano, seis aviões dos modelos que foram comprados pela empresa, de uma encomenda total de 120 aeronaves do modelo 737 Max-8 da Boeing, que a companhia irá entregar nos próximos anos.

Esse modelo de aeronave pode levar até 186 passageiros, além de uma autonomia de voo de 6.704 quilômetros, enquanto que os modelos 737-800 que são usados no momento pela Gol nos seus voos, apresentam uma autonomia de 5.704 quilômetros.

Um dos fatores que levaram a Gol a escolher as cidades de Brasília e Fortaleza, foi de que as distâncias entre elas e as cidades de Orlando e Miami, variam entre 5.560 e 6.107 quilômetros. Mas se o voo sair de São Paulo com destino a essas mesmas cidades dos Estados Unidos, a menor distância a ser percorrida é em torno de 6.568 quilômetros, o que torna inviável um voo direto por ficar bem próximo da autonomia da aeronave.

Segundo Eduardo Bernardes, vice-presidente da Gol de vendas e marketing, a aquisição das aeronaves do Boeing 737 MAX, que chegarão ao Brasil no mês de junho desse ano, vai realizar mais uma etapa para proporcionar uma experiência cada vez melhor, nas viagens feitas pelos clientes da empresa. São aviões modernos e novos, com serviços e produtos especiais, que farão parte de uma malha integrada e sólida.

De acordo com a empresa, Fortaleza e Brasília possuem cerca de trinta destinos, que poderão ser escolhidos como conexões para essas viagens.