Empresários mostram mais confiança na economia, aponta CNI

O estudo publicado pela Confederação Nacional da Indústria, a CNI, neste mês de agosto, apontou que houve um crescimento no ICEI, o Índice de Confiança do Empresário Industrial. De acordo com o levantamento, o termômetro das expectativas empresariais alcançou 53,3 pontos em agosto. Em comparação com o mês de julho, é uma boa notícia para a economia, revelando uma alta de 3,1 pontos no índice.

É consenso entre os especialistas da área que, quando o índice está acima de 50 pontos, o cenário é de otimismo para o setor. Em contrapartida, qualquer pesquisa que aponte um índice inferior a essa margem revela uma tendência de desconfiança dos empresários na economia nacional.

O resultado da pesquisa da CNI mostrou ainda o melhor patamar para o índice desde a greve dos caminhoneiros, no mês de maio. Mesmo assim, o otimismo empresarial ainda é relativo, pois o índice ainda se encontra 0,8 pontos abaixo da média histórica verificada, de 54,1%.

Dentre os critérios analisados para o cálculo do ICEI, aquele que mais se destacou foi o índice de condições atuais das empresas, que quase registrou 50 pontos. Para o período de agosto, esse índice foi apurado em 49,5%, revelando uma alta de 3,5 pontos em relação ao mês anterior, julho.

No que diz respeito ao índice de expectativas da área, houve aumento de 2,8 pontos no período, com 56,3 pontos verificados pela pesquisa. O índice de expectativas para a economia nacional também apresentou um crescimento significativo, de 3,5 pontos comparado à julho, fechando o mês de agosto com 50,9 pontos.

Segundo os responsáveis pelo estudo, 2.838 empresas foram consultadas, dentre elas 651 empresas de grande porte, 1.126 empresas de médio porte e 2.838 de pequeno porte. Em todas as empresas e companhias pesquisadas, o ICEI mostrou uma elevação considerável no mês e superou 50 pontos.

As mais otimistas foram as empresas de grande porte, que mostraram uma média de confiança de 54,4 pontos. As empresas mais pessimistas estavam entre as de pequeno porte, com apenas 51,2 pontos médios de confiança. Empresas de médio porte ficaram entre elas, com uma taxa de confiança de 53 pontos no período.

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