Após 2 anos numero de depósitos supera numero de saques

De acordo com o Banco Central, há dois anos atrás o numero de saques realizados no país eram superiores a quantidade de dinheiro sendo depositado na conta poupança dos brasileiros. R$ 17,12 bilhões de reais foram depositados em 2017.

Os rendimentos da caderneta foram reduzidos principalmente pelos conter nos benefícios feitos pela própria Selic. Porém economistas afirmam que a conta poupança continua sendo o investimento financeiro mais atrativo para o cidadão comum.

Especialistas econômicos afirmam que a tendencia e que os números continuem aumentando no anoa de 2018. De 2015 a 2016 o valor liquido retirado das cadernetas foi de mais de R$ 40 bilhões de reais respectivamente.

A mudança no numero de depósitos aconteceu principalmente devido ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), a baixa na inflação e o crescimento, mesmo que tímido do numero de pessoas empregadas.

Outro ponto importante foi a liberação do valor das contas inativas que conseguiu injetar cerca de R$ 44 bilhões de reais na economia, e ajudou inúmeros brasileiros a conseguir quitar suas dividas.

Com a queda dos juros básicos em 2016 também caiu o rendimento da caderneta, o principal atrativo para quem realizava depósitos mensais ou até mesmo semanais na poupança. Porém, o Banco Central afirma que os cortes no rendimento da conta poupança acontece sempre que a taxa Selic esta abaixo de 8,5% ao ano.

O recuo nos juros e a queda da taxa aconteceram no mês de dezembro, e desde então a correção da caderneta chegou aos 70%.

Em publicação feita pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), comenta-se que qualquer fundo de renda fixa esta perdendo diante ao rendimento da conta poupança, e isso acontece principalmente com as aplicações de baixo valor.

Como alternativa também existe a possibilidade de se comprar títulos públicos ou pela internet (Tesouro Direto) sem necessariamente ter que aplicar em fundo de investimento. Além da conta poupança essa é a segunda alternativa mais procurada por brasileiros interessados em investimentos.

Além da caderneta e o Tesouro Direto, o ouro e o euro também estão na lista de investimentos mais frequentes.

 

Exportação de suínos representa alta histórica no terceiro trimestre de 2017

No fechamento realizado no 3º trimestre de 2017, foram comercializadas 11,03 milhões de cabeças de suínos em todo o Brasil, o que representa um crescimento de 3,9% na comparação realizada com o segundo trimestre de 2017, e uma alta de 2,9% quando comparado com o terceiro trimestre de 2016. Esse retrospecto é positivo e considerado um recorde histórico desde o ínicio da série de medidas Estatísticas da Produção Pecuária, que teve início em 1997. Essa pesquisa foi revelada pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística no dia 14 de dezembro de 2017.

Segundo o órgão divulgador da pesquisa, esse aumento sofreu uma enorme influência do crescimento das exportações e do barateamento nos preços de compra das rações para suínos aqui no Brasil. “Após a Operação Carne Fraca que ocorreu no início de 2017, o Brasil demonstrou mais confiança por parte dos países importadores. Além disso, a queda do preço do milho, que é a base para ração dos suínos, também contribuiu para a produção de 2017, graças à safra produtiva”, explica ngela Lordão, supervisora da Atividade Pecuária do IBGE.

No mercado externo, o país conseguiu exportar no terceiro trimestre de 2017 160.191 toneladas de carne suína no sistema de exportação de carne in natura, um número 14,2% superior ao fechamento do segundo trimestre de 2017. A contagem do faturamento para estas vendas realizadas no terceiro trimestre de 2017 foi de US$ 392.393, um crescimento considerável de 4,7% na comparação com o fechamento do segundo trimestre de 2017. O país que mais comprou carne suína produzida no Brasil foi a Rússia, que representou 44% de todas essas exportações de carne suína realizadas no terceiro trimestre de 2017.

Essa pesquisa também apontou para o número de abates de bovinos e de frango, que apresentaram um crescimento quando comparados com os trimestres anteriores de 2017. Ou seja, o terceiro trimestre de 2017 também foi de grande alta para esses abates no país, sendo que 7,98 milhões de cabeças de bovinos foram comercializadas, equivalentes a uma alta de 7,6% em comparação com o fechamento do segundo trimestre de 2017, e uma alta de 9% em relação com o fechamento do terceiro trimestre de 2016.

No setor de criação de frangos no Brasil, o abate registrado foi de 1,47 bilhão de cabeças, que elevou os números representando um crescimento de 3,3% na comparação com o segundo trimestre de 2017, e 0,1% de alta quando comparados com o mesmo período em 2016.

 

Novos programas poderam gerar avanços na indústria de gás e petróleo

Na realização do ENAIQ – Encontro Anual da Indústria Química, realizado do dia 8 de dezembro de 2017, Fernando Coelho Filho, ministro de Minas e Energia, deixou claro que o país necessita discutir novas formas de condução da indústria de gás e petróleo. “O Brasil saiu de uma insuficiência de gás e logo pode virar um dos grandes players de produção do mundo”, afirmou o ministro.

Fernando também reconheceu que existe um pleito no mercado que faz com que o gás seja conduzido como matéria prima, que acabou gerando grandes expectativas de aprovação pelo Congresso, do programa Gás para Crescer. “Nós estamos na reta final na Comissão de Minas e Energia, na discussão do projeto do Gás para Crescer. Espero que possamos comemorar essa vitória ainda no início de 2018”, explica o ministro. O ministro também aproveitou essa oportunidade para agradecer os subcomitês temáticos.

Um dos destaques apontados pelo ministro foi o objetivo expresso pelo programa Combustível Brasil, que tem como foco a busca de uma oferta de acordo com o crescimento da demanda, com preços que se encaixam neste contexto e com qualidade expressa nestes produtos, isso tudo acompanhado de um ambiente regulatório que levam a novos investimentos. “Hoje temos um déficit de refino de 580 mil barris diários, com uma demanda que será crescente. Essa iniciativa, junto com a retomada econômica, confirma que estamos fazendo, e precisamos de uma transformação no país”.

Neste momento, está em tramitação no Congresso o RenovaBio, que irá injetar novos ânimos que irão ajudar a manter o Brasil a frente dos outros países na questão de produção e tecnologias voltadas para os biocombustíveis. O Brasil é detentor desses avanços até o momento, mas muitos países já passaram a mergulhar e explorar essa forma de energia combinada com outros recursos verdes.

“Vamos dar um avanço significativo para que o Brasil possa de fato entrar na liderança, na competitividade. O futuro do óleo e gás no Brasil já é e será ainda mais promissor com a qualidade da geologia que nós temos. Agora cabe a nós construir um país melhor”, explicou o ministro.

 

Luiz Carlos Trabuco Cappi informa sobre a criação da área direcionada aos clientes de alta renda do Bradesco

Nos últimos anos, o Banco Bradesco tem reforçado a atenção nos seus clientes de alta renda. Primeiramente, a instituição adquiriu as contas do HSBC no Brasil, o que trouxe mais correntistas que se encaixam nessa categoria, e agora, o banco decidiu desenvolver uma área específica para cuidar do relacionamento e dos novos negócios feitos com os clientes de alta renda na Diretoria Executiva.

O responsável por esse projeto é o profissional Guilherme Muller Leal, que até então possuía o cargo de Diretor Executivo da área Corporate, que cuida das grandes empresas. Enquanto para substituí-lo como diretor de Corporate, o escolhido foi o executivo Bruno Melo Boetger, que ocupava anteriormente a função de Diretor do Departamento de Câmbio.

Luiz Carlos Trabuco Cappi, o presidente do Bradesco, declarou em nota enviada a imprensa que, o intuito dessa estratégia adotada é fortalecer cada vez mais o atendimento dessa parcela de correntistas que apresentam uma considerável perspectiva de alta para os próximos anos no país.

De acordo com Luiz Carlos Trabuco Cappi, em um período de dez anos, a história do segmento bancário do Brasil tera uma participação cada vez mais importante dos correntistas de alta renda. O executivo destacou ainda que fatores como a estabilidade econômica e o crescimento previsto para a economia já nos próximos anos são algumas das razões que levaram o banco a adotar essa decisão estratégica.

Guilherme Muller Leal já possui quase 20 anos de carreira dentro do Bradesco, sendo formado em Economia, com especialização em finanças corporativas na PUC-RJ, e em programas internacionais para executivos na Wharton School. Já Bruno Melo Boetger, por sua vez, trabalha na instituição há mais de 10 anos e exercerá pela primeira vez um cargo de diretoria executiva. Ele é formado em Administração pela Fundação Getúlio Vargas e possui mestrado em Finanças feito na Universidade Cornell.

Segundo Luiz Carlos Trabuco Cappi, essas mudanças têm o objetivo de fortalecer as experiências e enriquecer a carreira dos executivos que fazem parte do quadro corporativo sa instituição. A meta do banco, de acordo com ele, é formar um grupo de líderes com capacidades variadas na gestão bancária.

Luiz Carlos Trabuco Cappi assumiu a função de presidente da instituição bancária em 2009, após uma longa jornada de quatro décadas trabalhando na empresa, na qual ele entrou no ano de 1969. Formado no curso de Filosofia pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), o executivo cresceu de forma orgânica pela hierarquia interna do banco, tendo passado por diversas funções, como a de presidente do setor de seguros, por exemplo.

Desde o momento em que alcançou o cargo de comando máximo da instituição, Trabuco i teve que enfrentar inúmeros desafios na função, como a compra das contas do HSBC em 2015, que se caracterizou como o maior processo de fusão entre bancos da história do país, com negociações que atingiram o valor de US$ 5,2 bilhões. Já nos últimos tempos, um dos maiores desafios do executivo é a digitalização dos serviços do banco, a qual tem sido feita progressivamente, em conjunto com melhorias no atendimento e na estrutura das agências.

 

Nomes consagrados como parmesão e prosecco, são barrados pela EU

De acordo com o INPI – Instituto Nacional do Propriedade Industrial, foi prorrogado até o dia 22 de dezembro de 2017, o prazo para as adequações referentes a lista IGs – Indicações Geográficas da União Europeia. Essa consulta é voltada para as instituições e empresas brasileiras que serão orientadas pelo INPI, na fundamentação de negócios realizados junto ao Mercosul e a União Europeia.

Essas especificações discutem se essas empresas e instituições ainda terão o direito de usar termos como vinho prosecco, gruyere, queijos feta, gorgonzola, grana, parmesão, mortadela bolonha, padano, toscana, entre outros produtos semelhantes a marcas registradas e consolidadas no Brasil ligados a estes segmentos. Também as medidas podem incidir sobre bebidas, como Steinhaeger e Genebra.

Todos os termos da UE que ficarem determinados pela Mercosul com Indicação Geográfica, perderam o direito de serem usados de forma comercial em produtos que não forem produzidos naquela região especificada pela UE. Neste caso, o termo parmesão só poderá ser utilizado pelo queijo Parmigiano Reggiano, que é produzido somente na Itália. Todas as referências brasileiras em embalagens, cardápios, rótulos e propagandas sobre esses produtos terão que mudar, e somente poderão aparecer caso o produto seja original do UE.

Tais mudanças no nome dos produtos ligados aos registros estão relacionados às novas marcas, que serão necessárias a curto e médio prazo conforme o período de transição. Esse fato já ocorreu em 2013 aqui no Brasil, onde o champagne teve que mudar para espumante. Outras manifestações relativas a oposição nestas denominações deverão ser encaminhadas para o endereço subsidios@inpi.gov.br, e o documento poderá conter no máximo 20 MB. Formulários específicos também devem ser preenchidos. A lista oficial de Indicações Geográficas da União Europeia pode ser acessada junto a Normativa nº 79/2017, relacionadas com as negociações Mercosul-UE. Para mais informações, acesse o endereço do INPI.

Este acordo vale para os dois lados e está em processo, possibilitando para os produtores brasileiros poderem consagrar suas marcas na busca de conquistar o mercado europeu, sendo que isso irá agregar mais valor a esses produtos na Europa e em outros lugares do mundo.

 

Informalidade faz crescer o número de ocupações no país, aponta PNAD-C

No fechamento do terceiro trimestre de 2017, pode ser observado um aumento de 2,9% referente ao número de empregados domésticos, com 177 mil novas vagas de emprego a mais, em comparação com o segundo trimestre deste ano. Sendo essa uma das principais influências que levaram a uma redução no número de desocupação, caindo de 12,8% para 12,2% no terceiro trimestre deste ano, assim aponta os dados da PNAD-C – Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, divulgada pelo IBGE – Institutuo Brasileiro de Geografia e Estatística – no dia 30 de novembro deste ano.

Segundo o responsável pela pesquisa, o coordenador e gerente da PNAD-C, Cimar Azeredo, o trabalho informal teve muito peso para a geração destes novos postos de trabalho gerados em todo o país. Foram 869 mil ocupações a mais ocorridas no terceiro trimestre deste ano em comparação com o segundo trimestre, sendo que 326 mil trabalhadores seguem trabalhando por conta própria, 254 mil fazem parte do setor privado, porém sem registro em carteira, e 177 mil prestam serviços domésticos.

“Quando o trabalho doméstico sobe pela formalização é positivo. No entanto, na conjuntura atual, as pessoas estão buscando trabalho doméstico, na maioria das vezes sem carteira, por falta de espaço na economia formal”, afirmou Azeredo.

Os grupos de atividades de informação, comunicação, atividades imobiliárias, atividades financeiras, profissionais e de ordem administrativas, representaram uma alta significativa de 3,2%, equivalente a 311 mil novas vagas geradas. Comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas, cresceram 1,2%, gerando 208 mil novas vagas, seguidos pela construção, que possibilitou o surgimento de 169 mil novas vagas um crescimento de 2,5%.

Quando é comparado com o mesmo trimestre de 2016, o terceiro trimestre deste ano teve um bom retrospecto principalmente com o setores de alojamento e alimentação, que criou 500 mil novos postos de trabalho. A taxa de desocupação ainda é maior do que no ano passado, aponta Azeredo.

“Embora os resultados do trimestre mostrem aumento da ocupação e redução na fila da desocupação, os números são desfavoráveis em relação ao ano passado”, explicou Azeredo.

Novos reajustes no preço da gasolina em novembro de 2017 elevam mais os preços

Após ter reajustado novamente o preço da gasolina em 5,1% no dia 22 de novembro de 2017, a Petrobras anuncia mais um reajuste de 1,9% no dia 24 de novembro deste ano. O valor destes reajustes é direcionado às refinarias e pode ser repassado de forma diferente para o consumidor final.

A nova política de preços adotada pela Petrobras é a responsável por constantes reajustes que o povo brasileiro tem sentido no bolso. A base desta nova política de preços é manter o preço pareado com as cotações internacionais, sendo que as oscilações do mercado podem influenciar o preço diariamente e os reajustes serem anunciados constantemente como tem sido este ano.

Os valores que são repassados para as refinarias é o valor que gira no mercado interno de combustível, e a estatal busca evitar que sua participação neste mercado não seja afetada. Nestas oscilações de mercado tanto externo quanto interno, é o consumidor final que paga o preço da forma com que o país vem conduzindo as políticas de reajustes de preços de combustíveis e gás natural este ano, sendo que os preço da gasolina atingiu valores recordes na casa de R$ 3,966 a cada litro diante dos últimos reajustes.

De acordo com dados divulgados pela ANP – Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, sobre o preço de R$ 3,966 nas bombas de combustíveis em novembro deste ano, a agência aponta para o quarto aumento recorde no preço de forma consecutiva este ano.

Desde o mês de julho deste ano até o último dia 24 de novembro, o reajuste no preço da gasolina que é repassado para as refinarias atingiu a casa dos 25,9%. O diesel que é destinados às refinarias de todo o país, teve queda de 0,3% no mesmo período.

A fiscalização também passou a ser mais assídua em postos de combustíveis em todo o Brasil. A Operação Bomba Limpa vem realizando constantes fiscalizações em postos de combustíveis, recolhendo amostras de combustíveis nestes postos. Dentre os locais que tiveram postos irregulares, Campo Grande, situado na Zona Oeste do Rio de Janeiro, teve dois postos de combustíveis autuados. Os consumidores devem ficar atentos em relação a qualidade do produto, pois já basta o preço absurdo que está sendo cobrado.

 

Em outubro as exportações no Brasil atingiram um número recorde

O indicador mensal de comércio exterior da Fundação Getúlio Vargas, a FGV, registrou mais um recorde do Brasil seguido de bons resultados. O mês de outubro registrou um aumento de 31% nas exportações, o maior volume atingido em 2017. No mesmo período as importações aumentaram 26%.

O resultado foi bem influenciado pelas exportações do setor agropecuário, segundo a entidade, com um crescimento recorde para o segmento. O desempenho teve reforço pelas exportações da indústria da transformação, com um aumento de 25% e a extrativa, com um avanço de 21% nas vendas para fora do país.

Esses resultados vêm seguido de recordes registrados pelo comércio exterior, que neste ano deve atingir a marca de 70 bilhões de dólares, sendo esse um recorde histórico, segundo informações do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

A FGV destacou um bom desempenho, no caso da indústria, com a exportação de automóveis, destacando mercados novos como a Arábia Saudita. Em 2017 as vendas do setor vêm atingindo de forma positiva o saldo comercial do Brasil. Isso mostra os resultados da recuperação do setor que atingirá recorde de exportações esse ano, segundo a entidade representante das montadoras, a Anfavea.

A contabilidade feita pela balança comercial de todas as trocas realizadas pelo Brasil e o mundo mostra resultados positivos que superam as importações. Quando o país exporta mais do que importa significa que houve um superávit comercial. É importante que os saldos positivos sejam atingidos, pois é um sinal de que a economia do país está sólida e competitiva em relação ao resto do mundo.

No acumulado de janeiro a outubro, o país tem um saldo de 125 bilhões de dólares, um aumento de 9,1% em relação ao mesmo período de 2016.

Em novembro, as balanças já vêm registrando um superávit de 1,8 bilhão de dólares já nas primeiras semanas do mês.

O crescimento das exportações tem um papel fundamental para que o crescimento do país seja retomado, segundo o ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira.“Ao longo do ano observamos um crescimento das quantidades exportadas. Isso indica uma demanda mundial aquecida” afirma o ministro.

 

Parceria entre Fazenda e Cadê enfatiza política antitruste no país

Um grupo de trabalho com parcerias entre o Ministério da Fazenda e o Cade – Conselho Administrativo do Direito da Concorrência, tem como objetivo estimular a competitividade na economia brasileira lançando uma portaria de grupo de trabalho. A portaria foi assinada no dia 8 de novembro deste ano, e um dos principais objetivos é desenvolver a política antitruste aqui no Brasil, como forma de preservar a competitividade coordenada pelo Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência.

A parceria entre Fazenda e Cade foi assinada por Mansueto Almeida, secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, pelo presidente do Cade, Alexandre Barreto e por João Manuel Pinto, assessor especial de Reformas Microeconômicas do Ministério da Fazenda, como forma de atuação conjunta entre os órgãos.

O evento oficial onde ocorreu a assinatura foi o “Lectures in Competition Analysis”, um seminário onde participaram autoridades responsáveis pelo direito da concorrência de diferentes países.

Novas propostas voltadas para o estímulo e livre concorrência do desenvolvimento econômico para o país, com atividades e ações diretas pensando no consumidor foram lançadas durante o evento. Entre essas novas propostas estão: o compartilhamento de informações, seminários e palestras e a fortificação do PPI – Programa de Parceria de Investimentos, criado a partir da Lei n°13.334/16.

Três representantes de cada órgão irão fazer parte desta equipe, com duração prevista de 90 dias a partir da primeira reunião para o andamento das propostas. Caso seja necessário, este prazo poderá ser prorrogado. Todos os resultados futuros deverão ser apresentados ao Superior Administrativos de todas as instituições envolvidas nas análises, encaminhamento e em todas as providências tomadas.

A Lei antitruste foi criada por Getúlio Vargas com objetivo de inibir a compra de empresas brasileiras com o uso de capital externo de empresas semelhantes. De um modo geral, a lei antitruste junto a outras leis semelhantes de outros países, como a Lei Sherman dos Estados Unidos e a Lei Clayton regida na União Europeia, tem como objetivo evitar abusos, conspirações e manipulações que irão limitar o mercado e suas possibilidades. Dentre as limitações referentes ao mercado, o impacto no crescimento econômico se torna evidente e o direito de livre concorrência acaba sendo afetado.

Campanha lançada pela Caixa auxilia inadimplentes na renegociação de dívidas

Nova campanha lançada pela Caixa Econômica Federal convida pessoas inadimplentes com a instituição a renegociarem suas dívidas. Feita para pessoa física e jurídica, a campanha tem a finalidade de aumentar as renegociações de dívidas entre os inadimplentes e o banco. Contudo, a grande novidade ficou para a facilidade da renegociação, que agora pode ser feita tanto pessoalmente no banco quanto pela internet.

A Caixa informou em sua campanha, que as dívidas que poderão ser renegociadas terão que ter mais de 360 dias ou aproximadamente 1 ano. A instituição ainda oferece duas opções de pagamento da dívida para os inadimplentes, que poderão parcelar a dívida ou ainda pagá-la à vista. No caso do pagamento à vista, a instituição financeira assegura que há “descontos significativos” para a opção de pagamento.

Na campanha, a Caixa informa que os clientes só precisam se dirigir até uma agência do banco e solicitar informações sobre as renegociações de dívidas. Há também a opção do atendimento pelo telefone que pode ser realizado no número: 0800 726 8068. Mas a grande novidade está no atendimento online, onde o usuário só precisa acessar a página criada pela Caixa e inserir as informações necessárias para fazer a renegociação. Confira o site oficial para a renegociação das dívidas: www.negociardividas.caixa.gov.br/sineb/clienteIdentifica.jsp.

Além dessas formas de renegociar as dívidas, a Caixa ainda realizará uma outra campanha chamada de “caminhão quita fácil”, onde um caminhão levará atendimento específico para a renegociação de dívidas para diversos estados do país. Os estados que participarão da campanha são: Pará, Minas Gerais, Distrito Federal, São Paulo, Bahia, Goiás, Alagoas, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro.

A Caixa informou em uma nota que a campanha tem como objetivo aproveitar o momento mais oportuno para auxiliar os inadimplentes na renegociação das dívidas. No final do ano, há um aumento no número de contratação para empregos temporários e um volume maior de dinheiro na mão dos trabalhadores em função do 13º salário, por isso a Caixa avalia que o momento é ideal para que os inadimplentes possam renegociar suas dívidas.