Área da educação do Rio de Janeiro poderá ser contemplada com parceria público-privada, por Felipe Montoro Jens

A atual gestão do Rio de Janeiro realiza estudos acerca da possibilidade de se estabelecer uma PPP (Parceria Público-Privada) que desenvolva serviços para a área educacional do município. Assim que se conclua tal negociação, há a estimativa de que a cidade passe a gerar mais de 20 mil vagas nas várias creches que serão construídas. A parte da construção das unidades educacionais, bem como os aspectos referentes à manutenção dos locais serão de responsabilidade da empresa de caráter privado, informa o especialista em Projetos de Infraestrutura, Felipe Montoro Jens.

Além de creches, a parceria adotada também será utilizada para que escolas destinadas a alunos em idade pré-escolar sejam construídas e recebam serviços próprios de manutenção. A instituição que intermediará a escolha da parceria é a Internacional Finance Corporation, uma vertente do Banco Mundial especializada no assunto e que possui ação determinante nas análises da viabilidade do projeto. O especialista em Projetos de Infraestrutura, Felipe Montoro Jens explica que assim como ocorreu em países de primeiro mundo, o desenvolvimento dessa forma de ação obteve êxito também no Brasil, uma vez que na capital mineira houve o estabelecimento de uma PPP para solucionar demandas em escolas.

Apesar do assunto da implantação de uma parceria público-privada na área educacional da cidade ter vindo à tona agora, os membros da gestão municipal já estudavam a aplicação do tema assim que iniciaram seus trabalhos na prefeitura do Rio de Janeiro. Da mesma maneira como ocorre em outras PPP’s, tão logo a capital fluminense comece a contar com uma ação desse tipo, a empresa oriunda da iniciativa privada terá dentre suas obrigações a execução de serviços que envolverão a manutenção e administração de tarefas dentro das unidades escolares, já a prefeitura continuará atendendo as demandas pedagógicas, ressalta Felipe Montoro Jens.

O Internacional Finance Corporation, também conhecido apenas por IFC, é considerado um instituto que exerce determinante posicionamento em se tratando dos locais onde já atuou em todo o planeta e por essa razão foi contratado pela cidade do Rio de Janeiro para fornecer consultorias sobre a adoção de uma PPP. Segundo as informações prestadas pelo site da instituição, o serviço por eles prestado prima pelo emprego da experiência aliada ao conhecimento técnico, salienta o especialista em Projetos de Infraestrutura.

Especialista no assunto, Felipe Montoro Jens, ainda destaca que a relevância da presença do IFC no âmbito internacional, a prefeitura da capital fluminense também fará uso de seus serviços de análise para que ocorra o estabelecimento de uma PPP que abranja o setor de iluminação da cidade. Dessa forma, fez-se necessário que um montante avaliado em R$ 2,1 milhões fosse investido, uma vez que se tratava de algo estabelecido em contrato pelas partes envolvidas.

Embora muito tenha sido comentado sobre as PPP’s nos dias atuais, o assunto vem sendo debatido há mais de uma década. Sua formalização, no entanto, se deu em 2004, ano da implementação da lei 11.079 que instruía sobre o emprego desse tipo de parceria. Dentre as obrigações das instituições envolvidas, a legislação traz o fato de que a parte pública deve continuar exercendo seu poder de gestão perante as ações delegadas à iniciativa privada, ressalta Felipe Montoro Jens.

 

A educação é o método comprovado para não haver desigualdade, diz FMI

O FMI – Fundo Monetário Internacional, afirmou no dia 11 de outubro de 2017 que para não acontecer desigualdade na educação brasileira é fundamental que sejam reduzidas as disparidades. O órgão monetário também aponta para a necessidade de mais investimentos em instituições de ensino público no país, sendo que o Orçamento deve incluir mais o ensino público em busca de favorecer melhores condições para as crianças socialmente desprovidas de condições.

O FMI disse em meio a uma de suas reuniões de outono realizada em Washington – Estados Unidos, que as políticas de educação possuem distinções dos outros tipos de instrumentos fiscais adotados pelo governo. Contudo, essas distinções têm como objetivo promover a igualdade e o crescimento.

Segundo o FMI, as desigualdades acabam acontecendo e de certa forma são inevitáveis, mas também aponta para um nível de desigualdade que pode ser controlado e que a desigualdade em uma escala excessiva pode acabar comprometendo a coesão social e até mesmo levar ao enfraquecimento econômico.

O órgão aponta para os dados da desigualdade que acontecem no mundo. Segundo o FMI, essas desigualdades no âmbito da educação diminuíram ao longo das últimas décadas, sendo isso um reflexo da geração de mais receitas em países como a Índia e a China. Países emergentes são mais propícios a sofrerem menos com a desigualdade mediante ao seu desenvolvimento econômico.

Mas, em relação aos países desenvolvidos, a tendência de variação na taxa de desigualdade é observada, mantendo um nível heterogêneo em certos países, e em muitos deles houve um aumento na desigualdade.

O órgão aponta que a desigualdade das experiências observadas acabam por sugerir que não há uma relação direta e sistémica entre a redução da desigualdade com o crescimento econômico.. Muitas potências econômicas tiveram um aumento na desigualdade no período entre 1985 a 2015.

Países que estão em uma rota de desenvolvimento também experimentaram um crescimento na desigualdade neste mesmo período. A desigualdade de renda é uma das que mais tiveram um crescimento nas últimas décadas, com um crescimento de 53% no número de países.

O FMI também afirma que o único jeito possível para que a desigualdade de um modo geral possa deixar de existir, é com uma educação bem estruturada mediante a recursos disponíveis. O confronto da desigualdade deve acontecer em qualquer economia, sendo que é possível que isso aconteça sem afetar o orçamento previsto e aumentar os gastos públicos.

 

Contratações temporárias de final de ano não serão boas, dizem os empresários

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Segundo dados levantados pelo SPC Brasil – Serviço de Proteção ao Crédito – junto a CNDL – Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas, 82% dos empresários não fizeram contratações de trabalhadores temporários para o final de ano e não pretendem fazer. O estudo aponta para uma expectativa de 51 mil novas vagas de emprego criadas no período de final de ano.

O estudo elaborado pelo SPC Brasil, indica que dos empresários apontados pela pesquisa que não contrataram e não irão contratar mão de obra neste período, 49% deles dizem que a mão de obra disponível atualmente irá dar conta da demanda de trabalho. Eles afirmam que não existe a necessidade de contratação de mais funcionários, e irão conseguir atender o pedido dos clientes e honrar os contratos.

18% dos empresários afirmam que não haverá um movimento maior a ponto de haver contratações neste final de ano, e 48% dos empresários que não contrataram e não irão contratar, afirmam não precisar mudar a metodologia de trabalho, mesmo que o movimento venha a aumentar.

O número de empresários que esperam fazer contratações é de apenas 13%. Dentre esses 13%, o número de contratações que vão de 1 a 5 trabalhadores, representam a estimativa de 74% dos empresários. 19% dos empresários que pretendem contratar trabalhadores temporários e efetivos no final do ano, não tem uma estimativa precisa de quantos funcionários irão precisar. Para o percentual dos empresários que tem a intenção de contratar neste período, 75% deles apontam a estimativa de uma maior demanda como principal motivo.

Em comparação com o mesmo período em 2016, podemos observar que as expectativas para este ano em relação aos empresários que acreditam em uma maior demanda de serviços e produtos comercializados, são positivas. Neste mesmo período em 2016, somente 22% deles tinham essa crença. Mas ainda os reflexos da crise podem ser sentidos e as contratações para o fim do ano ainda não serão as mesmas de outrora.

“O último trimestre do ano traz sempre grandes expectativas para o comércio e o setor de serviços, costuma ampliar estoques e fazer investimentos para atender a demanda normalmente aquecida das festas do Natal e Réveillon. Neste ano, porém, a crise econômica deverá novamente inibir o volume das tradicionais contratações de mão de obra temporária e também de trabalhadores efetivos”, diz Roque Pellizzaro Junior, presidente do SPC.

 

CNC revelou que o número de famílias endividadas subiu para 58,4% em setembro

De acordo com os novos dados informados pela CNC – Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, houve um aumento de 58% para 58,4% no número total de famílias que se declararam como endividadas entre o período de agosto a setembro deste ano. Os dados foram levantados através da Peic – Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor. No mês de setembro do ano passado, o número registrado era de 58,2% de famílias em situação de inadimplência.

Outro dado levantado pela pesquisa foi de que a proporção de famílias que estão com dívidas ou com contas pendentes de pagamento teve um aumento significativo no mês de setembro. Comparado ao mês de agosto, o nono mês do ano registrou um aumento que foi de 24,5% para 25% no total de famílias nesta situação. Segundo a CNC, esses números são os maiores registrados no Brasil desde o mês de maio em 2010. Comparado ao mesmo mês em 2016, o dado também sofreu um aumento de 0,4 ponto percentual.

Já em relação a quantidade de famílias que alegaram não ter condições para quitar as dívidas ou pagar as contas do mês, declarando que continuariam inadimplentes, também aumentou na comparação de agosto com setembro deste ano e com o mês de setembro do ano passado. Em agosto deste ano o número foi de 10,1% e passou a ser 10,3% em setembro, sendo o maior percentual registrado desde janeiro em 2010. Já em relação ao mês de setembro de 2016, o dado teve um aumento de 9,6%.

A economista da CNC, Marianne Hanson, disse em um comunicado sobre os novos dados levantados pelo Peic: “Mesmo com o nível de endividamento ainda moderado, abaixo da média histórica, os indicadores de inadimplência da pesquisa permanecem elevados. A taxa de desemprego bastante alta ajuda a explicar a maior dificuldade das famílias em pagar suas contas em dia e o maior pessimismo em relação à capacidade de pagamento”.

Para a realização da Peic foram ouvidos 18 mil consumidores brasileiros por meio de entrevistas em todo o país em relação a atual situação financeira de suas famílias e a economia do país.

Felipe Montoro Jens noticia sobre o leilão das usinas hidrelétricas da Cemig

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Usina de São Simão

No final de agosto, foram apresentadas algumas mudanças no leilão marcado para o final do mês de setembro para as 04 Usinas Hidrelétricas da Companhia Energética de Minas Gerais S.A. (Cemig), a saber: São Simão, Jaguará, Miranda e Volta Grande, informa o especialista Felipe Montoro Jens.

O Ministério de Minas e Energia publicou, através do Diário Oficial da União (DOU), uma nota indicando essas mudanças, na qual foi informado que tais Usinas Hidrelétricas deverão ser leiloadas de forma separada, em quatro lotes. Antes dessa alteração ser anunciada, estava estabelecido que o leilão seria feito em dois lotes, o primeiro com a usina de São Simão e o segundo com as outras 03 Usinas.

Segundo o texto do DOU, publicado em 24 de agosto, a eficiência do contrato de concessão acontecerá mediante o pagamento da bonificação através da outorga. Apesar disso, reporta, Felipe Montoro Jens, ficou mantida a data do leilão das quatro usinas para o dia 27 de setembro.

Até o momento, a Cemig, permanece irredutível em perder a concessão das usinas. Para isso, a companhia está tentando em âmbito político e judicial evitar que a licitação ocorra. Porém, o Governo Federal já afirmou oficialmente que tudo indica que o leilão cumprirá com o cronograma previsto. De acordo com as estimativas, a arrecadação com o leilão será de aproximadamente R$ 11 bilhões e a União já conta com esses recursos para conseguir fechar as contas orçamentárias de 2017.

Entre as quatro usinas, a principal delas é a Usina Hidrelétrica de São Simão, que está situada na divisa de Minas Gerais e Goiás, nos municípios de São Simão (GO) e Santa Vitória (MG). Construída em 1973, a usina iniciou suas operações em 1978, noticia Felipe Montoro Jens, tendo cerca de 3.440 metros de comprimento, 127 metros de altura máxima e uma potência que pode chegar a até 1.710MW.

A segunda maior Usina Hidrelétrica é a de Jaguará, que está localizada na cidade de Rifânia, na divisa de Minas Gerais e São Paulo. Construída entre os anos de 1966 e 1971, a usina tem um comprimento da barragem de 325 metros, altura máxima de 40 metros e uma potência que alcança até 424MW.

Em seguida, está a Usina Hidrelétrica de Miranda, situada em Indianópolis, nas margens do rio Araguari, localizado em Minas Gerais, informa o especialista em Projetos de Infraestrutura, Felipe Montoro Jens. O local foi construído no ano de 1990 e começou a operar em 1998, com 1.050 metros de comprimento, 79 metros de altura máxima e uma potência aproximada de até 408MW.

Por fim, está a Usina Hidrelétrica de Volta Grande, que fica em Miguelópolis, no estado de São Paulo. Construída em 1970, a usina teve suas operações iniciadas em 1974 e possui um comprimento de 2.329 metros, altura máxima de 56 metros e uma potência de aproximadamente 380MW, noticia o especialista em Projetos de Infraestrutura Felipe Montoro Jens.

 

Pesquisa revela opções viáveis para o consumidor gastar menos com combustível

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Pesquisa promove uma interação junto ao consumidor e indica melhores opções para a economia de combustível e outros gastos relacionados. Essas dicas ajudarão consumidores comuns e as empresas transportadoras economizarem mais com os gastos de combustíveis.

No mês de julho de 2017, as empresas que atuam no setor de transportes foram pegas de surpresa por um aumento nas alíquotas do PIS/Cofins sobre os combustíveis. O diesel também sofreu reajuste e colocou as empresas em sinal de alerta.

Segundo uma pesquisa realizada pela CNT – Confederação Nacional de Transporte, essa alta abalou as atividades deste setor em meio as atividades no transporte de cargas por todo o país. O frete passou a ficar mais caro para o consumidor final, chegando a ser cobrado 2,5% a mais pelas transportadoras.

Em vista deste acontecimento, a empresa especializada em tecnologia de serviços BgmRodotec, relacionada com a pesquisa, apresenta alternativas viáveis para outras empresas e consumidores comuns conseguirem economizar com gastos e manutenção dos veículos e da frota.

Oriente bem sua equipe a não ter atitudes que possam gerar mais custos com as atividades de transporte. O motorista é de uma certa forma o principal responsável por qualquer economia que possa vir a ser feita. Evitar direção negligente com o veículo, como freadas bruscas, desligar o veículo em momentos de intenso congestionamento e evitar utilizar o ar-condicionado do veículo quando puder ser evitado, são atitudes que auxiliam nesta redução.

Saber avaliar os preços dos combustíveis oferecidos em vários postos dentro de uma rota estabelecida, contribui para o corte de gastos no fechamento do mês. Estude bem esses preços oferecidos nas bombas e para isso, existem aplicativos disponíveis que podem ser baixados em um smartphone.

Criar uma roteirização gira em torno de planejamento efetivo. Um frete deve ser bem planejado em rotas que sejam mais viáveis para a economia e para a eficiência da entrega. Também verificar os pneus junto a uma melhor calibragem ajudam nessa busca por economia. A BgmRodotec alerta para que as rotas que possam colocar o transporte de carga em risco não devem ser consideradas, e diz que a segurança é mais valiosa para evitar prejuízos junto as transportadoras.

Pesquisa revela as maiores causas de inadimplência no Brasil

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Uma pesquisa realizada pelo SPC Brasil – Serviço de Proteção ao Crédito, apontou existem 59,4 milhões de pessoas inadimplentes em todo o país. Junto a essa pesquisa, o SPC também conseguiu identificar quais são as principais causas para isso ocorrer aqui no Brasil.

Sem dúvidas, a falta de conhecimento em questões financeiras é a principal causa para as pessoas se endividarem e não conseguirem sair dessa dívida. A quantidade de pessoas que estão inadimplentes em todo o país é alarmante, e segundo economistas tem uma relação com a crise que o Brasil vem enfrentando há 3 anos. Outros fatores também somam para que isso ocorra no Brasil.

Em vista disso, Renato Domingos, atual presidente da Abefin – Associação Brasileira de Educadores Financeiros – reuniu algumas das principais causas que fazem um consumidor se tornar inadimplente aqui no Brasil.

Além da falta de educação financeira como já foi citado e que é a principal causa para que isso ocorra, outras causas como a falta de planejamento devem ser enfatizadas. Estabelecer um controle financeiro é fundamental para que as pessoas consigam saber de onde vem e para onde vão o dinheiro delas todos os meses. Geralmente, o brasileiro estabelece esse controle de forma superficial e sem fundamentos estruturais para isso. Planilhas podem ser utilizadas para ajudar a controlar o orçamento mensal, assim como diversos aplicativos existentes para smartphones.

O fato de que a maioria dos consumidores sem planejamento são suscetíveis ao marketing e publicidade que estão por toda parte, é uma das causas que levam a esse descontrole. Os consumidores devem estar atentos a não comprar nada que esteja fora do seu orçamento. Não devem ceder ao impulso quase incontrolável de comprar.

A fácil adesão a formas de créditos oferecidas pelo mercado, também é uma das causas que levam a esse grande número de inadimplência em todo o país. Quando se trata de cartão de crédito, o especialista em educação financeira alerta para as pessoas terem somente um e utilizarem com planejamento. “Não caiam nas armadilhas dos cartões de créditos, principalmente nas mais previsíveis, como o uso do crédito rotativo”, explica Domingos. Essa e outras dicas podem ser vistas no site do SPC Brasil.

Perspectiva de supersafra de café em 2018 é abalada por causa do clima seco

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Aquela ideia de que o Brasil colheria a sua melhor safra em toda a história no ano de 2018, foi por água abaixo com a chegada do clima seco. Segundo diversos produtores, agrônomos e cooperativas do grão em todo o Brasil, as perspectivas de que a melhor colheita seria em 2018 foram minimizadas, pois a forte seca tem afetado a plantação de café no país.

Conhecido como o produtor mundial de café, o Brasil tem registrado clima seco em diversas regiões neste ano, o que atrapalha a produção da safra. Nas regiões que mais se concentram as plantações do grão como o Sul de Minas Gerais, ao todo foram 10 milímetros de chuvas em um período de 30 dias, o que significa apenas um quinto do que seria esperado para o período.

Por causa da seca os produtores e as cooperativas do grão já admitem que não haverá aquela safra tão aguardada em 2018, uma vez que os pés de café estão sofrendo com a seca severa. Os analistas esperavam que o ano seguinte registraria a melhor safra já colhida pelo país, pois é o período que marca a alta do ciclo bienal de toda a produção do café arábica.

O gerente comercial da cooperativa de café Cocapec, Jandir Castro Filho, disse: “A ideia da supersafra acabou”. Ele ainda explicou que os pés de café que foram recém-plantados são os que mais sofrem com a forte seca, pois suas raízes estão mais superficiais, sendo assim alcançam menos água. Já os pés de café que são mais velhos possuem raízes mais profundas que são capazes de alcançar o solo mais fundo em busca de água.

A projeção de alguns analistas era de que o Brasil pudesse registrar 60 milhões de sacas do grão em 2018, o que seria a maior colheita de toda a história. As projeções foram baseadas no ano em que o país registrou sua maior produtividade, assim como a melhor preparação por parte dos produtores.

A última alta registrada no volume de safras do café aconteceu em 2016, quando o Brasil registrou um total de 51,4 milhões de sacas do grão. Segundo a Conab, os grãos de café arábica bateram o recorde histórico de 43,3 milhões de sacas durante o período.

Em 2016 mercados registram perda de 7,11 bilhões de acordo com Abras

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O faturamento de uma rede de supermercados de grande porte é igual ao valor total desperdiçado em perdas no setor. Os supermercados brasileiros tiveram uma perda do faturamento bruto de R$ 7,11 bilhões em 2016 devido a furtos, erros ou quebra operacional, informou a Associação Brasileira de Supermercados a Abras.

Esse número representa 2,1% do faturamento total das redes varejistas em 2016, um aumento de 0,14% comparados ao mesmo período de 2015.

Para João Sanzovo Neto, presidente da Abras, essa alta foi devido a um impacto de ocorrência de furtos maior nos produtos de perfumaria e bebidas. “A experiência nos mostra que em períodos mais difíceis da economia, isso ocorre”.

Se o faturamento fosse feito por uma única empresa, o valor do prejuízo de 7 bilhões representaria a quinta maior rede supermercados no país. Em 40% das empresas do setor o estudo identificou que ainda não possuíam áreas de prevenção de perdas e o número foi ainda maior em 2012 chegando a 72%. O departamento de prevenção de perdas leva as empresas e o comércios a uma metáfora da guerra para aprimoramento do controle de todas as variáveis críticas da operação, com o intuito de vencer a batalha nas perdas que compromete os resultados das empresas.

O presidente da Abras comenta, “Temos muito trabalho pela frente ainda no setor em busca de rentabilidade e de crescimento, mas também temos muito trabalho como cidadãos, de trabalharmos para diminuir o desperdício dentro das nossas lojas” e ainda destaca sobre a necessidade de redução no desperdício dos produtos no caminho até as lojas, principalmente no caso de alimentos ou outros itens perecíveis.

Sanzovo fez uma análise positiva, no entanto, o fato de haver redução na comparação anual de perdas com itens tais como carne, frutas, legumes e verduras.

De acordo com os dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária a Embrapa as hortaliças possuem uma produção de 16 milhões de toneladas anualmente e o índice de perdas chega a 5,6 milhões de toneladas por ano. As frutas chegam à produção anual de 17,7 mil toneladas com 30% de registro de perdas.

Modelo de comércio chinês é motivo de preocupação para a economia norte-americana

De acordo com uma reportagem veiculada pelo site da Revista Exame, cujas informações são da Dow Jones, a China representa um grande desafio em se tratando do modo como o comércio mundial tem se desenvolvido. A afirmação de que o país é uma ameaça econômica partiu de Robert Lighthizer, representante comercial norte-americano. Segundo ele, a nação chinesa configura um sistema econômico mais complexo que o praticado em épocas passadas.
Para uma platéia composta por interessados em discutir sobre assuntos do âmbito econômico, presente no Centro de Estudos Estratégicos e Internacionias, Lighthizer disse que a China esforça-se bastante para que sua economia se desenvolva, mas ressaltou que isso ocorre de maneira pouco saudável, uma vez que acaba por distorcer alguns mercados ao redor do mundo.
Preocupado com a hipótese de que o mercado americano não seja devidamente atendido, Lighthizer, quando surgiu publicamente sem que estivesse nas dependências do Capitólio, fez questão de se apronfudar no assunto, de modo que mostrou igual preocupação pelos agricultores dos Estados Unidos. A cidade de Pequin, contudo, foi o grande foco de suas explanações.
Sem mencionar o tratado de Livre Comércio da América do Norte, onde há também a presença do Canadá e do México, Lighthizer ressaltou que no ano de 2016 os Estados Unidos realizaram menos exportações do que importações, desequilibrando sua balança comercial. Dessa forma, estima-se que a China tenha exportado para lá 347 bilhões de dólares em mercadorias.
Em relação ao Nafta, Lighthizer mostrou-se inconclusivo no que diz respeito ao desempenho comercial alcançado junto ao bloco. Quando questionado sobre as relações comerciais estabelecidas com o Reino Unido, entretanto, ele demonstrou confiança no sucesso das transações realizadas.
Alegando diálogos prolongados com a China, Lighthizer esclareceu que os Estados Unidos, embora estejam investigando a forma peculiar como o comércio do país parceiro funciona, não aplicaram ainda qualquer tipo de sanção em se tratando da comercialização de bens entre as duas nações.
Para o presidente Trump, conforme destaca Lighthizer, faz-se necessária aplicação de alguns tributos a fim de que os parceiros comerciais sintam-se mais pressionados a aceitarem pontos específicos que os EUA traçaram. Segundo a reportagem, o intuito das barreiras tributárias é dar um tratamento mais adequado aos trabalhadores e fazendeiros norte-americanos.

Saiba mais:
http://exame.abril.com.br/economia/eua-dizem-que-china-representa-ameaca-para-comercio-mundial/