Autora de Harry Potter volta a ser a mais bem paga do mundo

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A saga de Harry Potter, descrita em sete livros publicados entre 1998 e 2007, ainda rende à sua autora, a britânica Joanne Rowling, recordes de vendas e faturamento. Dizer que J.K. Rowling é apenas escritora é de certa forma diminuir o alcance de sua obra. Com diversas adaptações para teatro e cinema de suas histórias, a consagrada autora parece não cansar de acumular recordes.

Isso porque, em maio de 2017, um levantamento da revista Forbes colocou Rowling no topo da lista de escritores mais bem pagos do mundo, posto que ela havia alcançado em 2008. Nove anos depois, os 95 milhões de dólares arrecadados com direitos autorais de filmes, itens licenciados, livros impressos e digitais e programas de televisão, além de outros produtos, colocam a autora novamente na primeira posição do prestigioso ranking.

Há quase uma década, a obra “Harry Potter e as Relíquias da Morte” era a responsável por elevar a britânica ao posto de escritora mais bem paga, com 300 milhões de cópias comercializadas em todo o mundo.

Estar numa lista da Forbes, no entanto, não é novidade para ela. Em 2004 ela entraria pela primeira vez para a seleta lista de bilionários da Forbes, conquistando o feito de ser a primeira escritora de todos os tempos a alcançar tal proeza.

Bater recordes graças ao personagem Harry Potter, na verdade, tem sido uma rotina para J.K. Rowling. Entre eles, estão o feito de ser um dos maiores best sellers da história mundial, com tradução para 73 idiomas.

Harry Potter e as Relíquias da Morte foi um sucesso tão estrondoso, que em seu lançamento, mais de 11 milhões de cópias foram vendidas em apenas 24 horas nos Estados Unidos.

A saga Harry Potter conta as histórias de um menino que descobre ser um bruxo com poderes mágicos aos 11 anos de idade, após receber um convite para estudar na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. A partir de então, Harry passa a viver uma série de aventuras com seus professores e outros bruxos em aprendizado na escola de bruxaria.

 

Conheça mais sobre a vida e a carreira do empresário da JHSF, José Auriemo Neto

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Antes de completar trinta anos, José Auriemo Neto substituiu o seu pai na presidência da incorporadora JHSF, assumindo com maestria a responsabilidade de administrar uma das maiores empresas do país desse setor. Diariamente, o empresário enfrenta uma rotina de trabalho cansativa e repleta de compromissos, a qual começa às 7:00 e muitas vezes termina somente após às 22:00. E além de marcar presença nos escritórios da empresa, ele ainda se esforça para acompanhar sempre que possível a rotina nos canteiros de obra, garantindo que o padrão de qualidade da incorporada esteja sendo cumprido.

Para o empresário, chamado pelos mais próximos de Zeco, o segredo do sucesso das grandes empresas é “10% inspiração e 90% transpiração”, o que torna necessário que ele esteja sempre presente no dia a dia da JHSF. O comprometimento e o espírito de liderança de José Auriemo Neto já eram características que se destacavam desde a sua adolescência, período em que ele participou de práticas extracurriculares, como quando morou na Noruega para jogar futebol em um time de categoria amadora, e também quando treinou hipismo com o famoso treinador Nelson Pessoa Filho.

A partir dos anos 90, o pai do empresário, Fábio Auriemo, tomou a decisão de investir no ramo da incorporação de imóveis, investindo primeiramente em edifícios comerciais e, logo em seguida, nos grandes centros de compras. Essa alteração no foco de mercado foi ótimo para a empresa, pois funcionou como vetor responsável pelo seu rápido crescimento e expansão nos anos seguintes, em que a JHSF desenvolveu projetos no estado de São Paulo, e também nas cidades de Salvador, Manaus e Punta del Este.

Com o executivo José Auriemo Neto na presidência, os negócios da empresa avançaram em direção ao mercado de luxo, que apresentava um excelente potencial de crescimento nos anos 2000. Entre os projetos desenvolvidos pela JHSF nesse setor, é impossível não destacar o Parque Cidade Jardim, um complexo de luxo em uma área de mais de 80 mil metros quadrados, que fica na Marginal Pinheiros, região desacreditada por muitos especialistas para receber uma construção de alto padrão como essa.

Apesar das adversidades, o empresário José Auriemo Neto não desistiu do Parque Cidade Jardim, o qual é formado por um grande shopping center de luxo, vários edifícios residenciais, quatro edifícios comerciais e um prédio em que alguns andares funcionam como sede do hotel Fasano, rede de luxo presente em todo o país.

Após o término das obras do complexo, os estabelecimentos comerciais e as residências foram rapidamente negociadas, gerando lucros altos para a JHSF. Essa visão estratégica e astuta do empresário fez com que ele se tornasse um dos grandes líderes desse setor, considerado como referência no mercado da incorporação de luxo.

Se o sucesso profissional de José Auriemo Neto é inquestionável, em sua vida pessoal o empresário também é muito bem-sucedido, tendo um lindo casal de filhos, Antônio e Olivia com a sua esposa, Mariana Landmann Auriemo. Nas horas livres, Zeco garante que tenta passar o tempo com sua família ou então em um campo de golfe, praticando o esporte.

Aumento no gás de cozinha passou a valer no dia 5 de agosto, ficando 6,9% mais caro

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Para quem já não aguentava mais tanto aumento nas contas mensais, eis que chegava então essa notícia para piorar a situação, que já não estava boa. O aviso da Petrobras, feito ainda no dia 4 de agosto, uma sexta-feira, afirmava então, para ser mais detalhista, que haveria um reajuste de 6,9% nos preços do GLP P-13, aquele que nós todos costumamos conhecer apenas como “gás de cozinha”. Sim, exatamente um aumento no preço daqueles botijões de uso residencial, sendo que o aumento já começaria a valer a partir do dia seguinte, sábado, segundo o comunicado da referida estatal.

E, mais ainda, a Petrobras salientou sobre o tal ajuste anunciado, que sua aplicação daria-se sobre preços praticados sem incidência de impostos. Além disso, também lembrou que não necessariamente o reajuste seria repassado de forma integral ao consumidor, mas que, se ocorresse isso, a estimava da companhia seria de que o preço do botijão de GLP P-13 viria a ser ajustado em cerca de 2,2%, que em reais ficaria em torno de R$ 1,29 a cada botijão vendido. Cálculo esse, é claro, feito mantendo-se as margens tanto de distribuição quanto de revenda, além das alíquotas de tributos.

Dentre as informações passadas pela Petrobras através do referido comunicado publicado à véspera do aumento, havia o destaque de que garantiria a lei brasileira essa liberdade de preços no mercado em questão, o de combustíveis e derivados. Sendo assim, um revisão como essa, feita ainda na refinaria, não necessariamente iria refletir-se no preço final, aquele que chega ao bolso do consumidor que coloca seu botijão de gás dentro de casa, normalmente para usar o fogão. Portanto, tudo dependeria, segundo a própria estatal, de repasses feitos, em específico, tanto pelas distribuidoras quanto pelos revendedores Brasil a fora.

Há ainda, a se levar em conta, a declaração dada pelo Sindigás (união das empresas distribuidoras), segundo a qual, o reajuste em questão teria uma oscilação entre os 6,4% e os 7,5%, sendo assim uma relação de dependência do específico acordo com o polo de suprimento. Calculou ainda o Sindigás, à época, qual seria o novo preço do produto aqui tratado, quando em embalagens de até 13 quilos de peso. Nesses casos, ficaria 22% abaixo da chamada “paridade de importação”. A consequência, deve-se pontuar, seria uma inibição quanto aos investimentos privados em infraestrutura justamente nesse setor de abastecimento”, destacou.

 

Rede fatura R$ 3,5 mi com venda de 500 mil salgados por dia

Luis Belentani, um gerente comercial, perdeu seu emprego em 2014 em uma empresa onde trabalhava no segmento de saúde. Vendendo uma moto e juntando com o dinheiro da rescisão, Luis conseguiu juntar R$ 35 mil e abrir seu negócio próprio em São José do Rio Preto, a chamada Tia Sô Minidelícias.

A empresa dispõe-se de quatro tipos de produtos diferentes: quibe, coxinha, churros e bolinha de queijo. São produzidos até 500 mil salgados por dia, atualmente. Luis conta que as receitas pertencem a sua mulher, Solange Ferrari Belentani, sócia do negócio. Seu filho, chamado Luis Matheus, faz parte da diretoria da empresa.

O grupo Tia Sô Minidelícias virou franquia em 2015, e hoje já faz parte dos estados de São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. A rede conta, atualmente, com 41 lojas, quatro delas próprias (Bauru, São José do Rio Preto, Americana e Campinas), dois centros de distribuição (Campinas e São José do Rio Preto) e uma fábrica.

Quando o negócio teve início, apenas a família estava envolvida. Hoje em dia, já somatizam 186 funcionários. Somente no ano passado, o faturamento da rede foi de R$ 3,5 milhões.

Como os produtos são vendidos

Os salgados são vendidos em copos que contém 15 unidades, variando de 3 a R$ 3,50, 40 unidades, de R$ 7 a R$ 8, caixas com 90 unidades, R$ 14 a R$ 16 ou 300 unidades, de R$ 42 a R$ 48. A variação do preço da-se peça região e Estado em que o produto será vendido. Os salgadinhos são produzidos na fábrica de São José do Rio Preto, e então, distribuídos para todas as lojas da rede.

Os recheios da coxinha variam entre calabresa, frango, legumes, pizza, carne ou palmito (no caso do sabor legumes, a massa do salgado é integral), e os do minichurro entre chocolate, goiabada, maracujá, morango, doce de leite ou abóbora com coco.

O negócio teve investimento inicial de R$ 60 mil, e um faturamento mensal de R$ 20 mil. O lucro que a empresa tem por mês gira em torno de R$ 5.000, cerca de 25% do valor faturado.

A “corrente” quebrada por Luiz Carlos Trabuco Cappi quando assumiu a presidência do Banco Bradesco

Havia uma espécie de “tabu” no Banco Bradesco antes de Luiz Carlos Trabuco Cappi assumir a presidência da instituição Bancária. Era a seguinte – no Banco, os nomes que saiam como os mais bem cotados para assumir, como sucessor, o cargo de presidência, coincidentemente, não eram os eleitos na decisão final.

Dos três presidentes que o Banco havia tido até a eleição de Luiz Carlos Trabuco Cappi, essa “tradição” tinha acontecido por duas vezes. O primeiro presidente foi o próprio fundador, Amador Aguiar, mas Lázaro Brandão, o seu sucessor, no ano de 1981, era considerado um “azarão”. Da mesma forma, aconteceu com Márcio Cypriano – este, sucessor de Brandão – pouco se falava no nome dele quando se discutia a respeito de de quem seria o substituto para a função, em 1999.

Luiz Carlos Trabuco Cappi era mesmo o nome mais bem cotado para assumir o cargo de presidente da instituição bancária em 2009. Na ocasião, o executivo ocupava a posição de vice-presidente na empresa, cargo conquistado em 1999. Desde 2003, ele também acumulava a presidência da seguradora do grupo – e em todas as conversas com executivos do mercado financeiro sobre a sucessão de Márcio Cypriano, era o nome de Trabuco um dos mais citados.

No quesito experiência de casa, o executivo também estava bem – ele entrou na instituição em 1969, com apenas 18 anos de idade, e já estava na casa há 40 anos. Luiz Carlos Trabuco Cappi começou na empresa bancária como escriturário e fazia jus ao conceito valorizado pelo Bradesco de um perfil de “continuidade e renovação”. Ele até já havia sido cotado para o cargo de presidência quando Cypriano assumiu, mas, por ter apenas 47 anos de idade na época e ser considerado muito jovem para os padrões da instituição, acabou saindo da disputa.

Voltando a 2009, os concorrentes de Trabuco, por sua vez, também não eram fracos.  José Luiz Acar Pedro, que chegou ao grupo depois da compra do Banco de Crédito Nacional (BCN), em 1997, era um deles. E Roger Agnelli (3 de maio de 1959 – 19 de março de 2016), na época presidente da Vale, era outro – contudo, da mesma forma que aconteceu com Trabuco, é possível que este também tenha sido considerado muito jovem para o cargo, já que tinha apenas 49 anos de idade.

O fato é que na hora da decisão final, o tal “tabu” foi quebrado, visto que, as expectativas se confirmaram – o conselho de administração do Bradesco indicou mesmo Luiz Carlos Trabuco Cappi, aos seus 57 anos de idade, para liderar a companhia a partir de março de 2009.

O quarto presidente ainda assumiu o cargo em um momento um tanto conturbado – quando o banco havia acabado de perder a liderança no mercado. Em 2015, porém, Trabuco fez um dos lances mais ousados à frente do Bradesco – comprou a filial brasileira do HSBC por US$ 5,2 bilh

Aneel teve de acionar bandeira vermelha nas contas de luz do mês de agosto

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Como se já nãos bastassem os aumentos que tivemos, nos últimos tempos, em nossas contas de luz, veio então a decisão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), para o mês de agosto deste ano, 2017: terão todas elas a chamada “bandeira vermelha”. A referida agência anunciou essa novidade, que seria exclusiva para as contas do mês seguinte àquele, ainda no dia 28 de julho, uma sexta-feira. Valendo lembrar que a tarifa de energia, ao ter a bandeira vermelha, vem com uma cobrança adicional. A tal cobrança, no entanto, não é de valor fixo, mas proporcional ao nível de consumo, pois serão adicionados R$ 3,00 a cada 100 kWh que tiverem sido consumidos em cada residência, estabelecimento, etc.

E é importante ainda salientar sobre como ocorre a atualização do sistema de bandeiras, pois, para quem não sabe, ele é feito todo mês, pelo órgão regulador. Esse, por sua vez, tem a função de avaliar não só o preço da energia, mas também o volume de chuvas, além, é claro, de verificar qual a situação, em todo o Brasil, e naquele período em específico, dos reservatórios das hidrelétricas. Só assim, depois de todas essas análises, é que eles tomam as decisões como esta da bandeira vermelha para o mês de agosto de 2017.

Diante de um cenário com consumidores obviamente indignados com mais um aumento, a Aneel resolveu então justificar-se, para que o aumento não soasse desnecessário. Segundo eles, o valor adicional que seria cobrado no mês seguinte, proporcional à quantidade de energia elétrica consumida, justificava-se devido a um aumento daqueles gastos com a geração de energia que antes haviam sido previstos para o mês posterior, no caso agosto. E ainda exemplificaram eles, com o caso da usina termelétrica Bahia 1, considerada, dentre as termelétricas todas, aquela que teria um maior custo a ser acionada no mês que se aproximava, chegando ao valor proporcional de R$ 513,51 por megawatt-hora (MWh).

Detalhando melhor as questões envolvendo a bandeira vermelha, podemos destacar que é apenas quando a energia fica com um valor acima de R$ 422,56 por Mwh, que o seu primeiro patamar é acionado. Assim, a já citada agência ainda reforçou, no mês de julho, a característica especial da conta de luz com bandeira vermelha. Segundo a Aneel, o sinal vermelho para o consumo serviria de alerta aos consumidores, para que estes intensificassem a eficiência no uso da energia elétrica, com menos desperdícios por consequência direta. Afinal, quando a situação piorasse ainda mais, chegando o valor da energia aos R$ 610,00 por MWh, seria então a vez do segundo patamar dessa mesma bandeira vermelha ser acionado, aumentando-se ainda mais o valor final a ser pago pelo consumidor. Nesses casos, adiciona-se R$ 3,50 à conta, toda vez que 100 kWh forem consumidos.

E, pelo visto, a situação da energia elétrica estava piorando naquele momento, dada a realidade de que, no mês anterior ao que se praticaria a bandeira vermelha, logo ‘julho’, vigorara a bandeira amarela. Essa bandeira, por sua vez, adicionava um valor inferior, ainda que também proporcional ao consumo, sendo de R$ 2,00 a cada 100 kWh. Inclusive, é bom lembrar que no mês retrasado ao de bandeira vermelha, no caso junho, a bandeira acionada foi a verde, que assim como no semáforo, indica um consumo “livre”, não trazendo assim nenhum custo adicional ao consumidor.