Príncipe Harry abandona hábito de caçar por Meghan Markle

Pelo segundo ano seguido, o príncipe Harry não marcou presença no tradicional evento de Santo Stefano, um dia de caças para a família real. A razão para isso, de acordo com notícias veiculadas pela imprensa britânica, é a esposa do príncipe, Meghan Markle, que há anos defende causas ligadas aos direitos dos animais.

Segundo as notícias, Meghan Markle, que desde o casamento ganhou o título de duquesa de Sussex, teria informado ao marido que não concorda com essa prática enquanto ela e o príncipe Harry ainda namoravam, após ele ter participado de uma caça a javalis na Alemanha.

Ciente do descontentamento de Meghan sobre o tema, o príncipe Harry teria então recusado educadamente fazer parte da caça de Santo Stefano durante o final de ano, evento no qual ele participou por mais de 20 anos. Nos últimos meses, o príncipe já havia recusado convites para outros eventos com essa temática.

De acordo com uma reportagem do jornal “The Telegraph”, fontes que trabalham dentro do Palácio de Kensington não confirmaram a informação e chegaram a negar que essa seja a razão pela qual o príncipe Harry não compareceu ao evento, classificando a informação como “inverídica”.

A caça de Santo Stefano de 2018, realizada na residência de Sandringham House, que fica no condado de Norfolk, contou com a presença do príncipe William, do príncipe Charles e também do pequeno príncipe George.

Atualmente, o príncipe Harry e a duquesa Meghan Markle estão à espera de seu primeiro filho, que deverá nascer na primavera do Hemisfério Norte, ou seja, entre os meses de abril e junho. O anúncio sobre a gravidez foi confirmado em outubro de 2018, cinco meses após a cerimônia de casamento que parou o mundo e movimentou a imprensa internacional.

Antes da confirmação, já haviam rumores sobre a possível gravidez devido ao fato de Meghan Markle ter aparecido publicamente em alguns eventos com vestidos e casacos largos, como no casamento da princesa Eugenie. Apesar da curiosidade dos fãs e da mídia sobre o sexo do bebê, o mesmo só será revelado após o nascimento, como manda a tradição da realeza.

O que significa o Empreendedorismo

Para ser um empreendedor de sucesso, você deve ter paixão pelo aprendizado – de clientes, funcionários e até concorrentes.” – James Bedal, CEO da Bare Metal Standard

“Para mim, empreendedorismo significa ser capaz de agir e ter a coragem de se comprometer e perseverar através de todos os desafios e fracassos. É uma luta que um empreendedor está disposto a combater. É usando experiências passadas e inteligência para fazer decisões inteligentes.Empreendedores são capazes de transformar sua visão em um negócio.Eu acredito que este processo é o núcleo de qualquer verdadeiro empreendedor “. – MJ Pedone, fundador e CEO da Indra Public Relations.

“Ser um empreendedor de negócios de sucesso requer muita desenvoltura , porque, como empreendedor, você muitas vezes acaba em becos sem saída ao longo de sua carreira. Você precisa ser capaz de se recuperar das perdas se quiser ter sucesso. será muito mais decepcionante que o progresso quando você começar, e você precisa ter uma memória curta para deixar o passado para trás rapidamente. É imperativo ficar otimista quando coisas ruins acontecem. ” – Vip Sandhir, fundador e CEO da HighGround

“Empreendedorismo é a capacidade de reconhecer o quadro maior, descobrir onde há uma oportunidade de melhorar a vida de alguém, desenvolver hipóteses sobre essas oportunidades e testar continuamente suas suposições . É uma experiência: alguns experimentos funcionarão; muitos outros falharão. não é uma grande saída, um enorme patrimônio líquido ou uma vida de glamour. É um trabalho árduo e persistente deixar o mundo em um lugar melhor, uma vez que seu tempo aqui esteja concluído. ” – Konrad Billetz, co-fundador e co-CEO da Offset Solar.

“[Empreendedores] precisam ser orientados para as pessoas . Sua empresa vai morrer sem uma boa equipe para ajudá-lo. Estude técnicas de gerenciamento, aprenda com grandes líderes, analise onde você está obtendo sucesso e fracassando para que você possa ajudar os outros a melhorar. Um empreendedor tem que ser capaz de construir uma equipe que se preocupa com seu trabalho, e para isso você precisa se preocupar em como você cria sua equipe. ” – Jonathan Barnett, fundador e CEO da Oxi Fresh Carpet Cleaning.

Empresas brasileiras criam solução para análise de exames com Inteligência Artificial

Boas notícias no campo da medicina. Empresas brasileiras se uniram para desenvolver soluções de análise utilizando a Inteligência Artificial no campo de medicina.Leia mais e entenda.

Duas empresas brasileiras uniram-se para desenvolver soluções de detecção automática para padrões em medicina diagnóstica utilizando a com uso de inteligência artificial (IA). São a PickCells, startup de automação laboral e Neurotech, empresa que oferece soluções em IA para os setores de crédito e seguros. Ambas fazem parte do polo tecnológico de Pernambuco, o Porto Digital.

A ideia é criar padrões de doenças para serem identificadas automaticamente, além de disponibilizar imagens de ressonâncias magnéticas e aparelhos de Raio X na nuvem. Dessa forma, as aplicações desenvolvidas podem atender a hospitais, laboratórios e demais unidades de saúde no país e no mundo.

Para Adrian Arnaud, sócio da Neurotech, já existe uma demanda grande por esses serviços, seja pela quantidade de exames realizados, seja pela falta de estrutura para a conclusão de laudos médicos a partir de imagens.

Como funciona

Atualmente essa análise é feita de forma manual por médicos e radiologistas, que procuram pelos padrões das doenças de forma visual. Paulo Melo, cofundador da PickCells, explica que em parasitologia, por exemplo, a precisão do sistema foi de 94%, enquanto que um profissional renomado consegue acertar 79% dos padrões.

As características das patologias são identificados pela inteligência artificial quase que instantaneamente. Melo explica que a solução fica armazenada na nuvem e o algoritmo é capaz de identificar a imagem e qual patologia está associada. “Laudos que demandam dias para ficarem prontos estarão disponíveis em minutos”, ressalta Paulo Melo.

Com essas informações há um ganho de tempo e redução sensível de custos, principalmente quando os hospitais contratam terceirizados para realizar os laudos dos exames. Melo ressalta que a principal vantagem do sistema é a assertividade e o ganho de produtividade. Algo que representa um avanço para o sistema de saúde.

Conheça franquias para trabalhar em casa

Muitas pessoas que passam pelo sufoco do transporte em cidades superpopulosas sonham em trabalhar no conforto do lar. O grande número de carros que causam os congestionamentos é umas das principais razões que tiram a qualidade de vida dos cidadãos.

Uma das soluções para quem quer trabalhar em casa é através do trabalho remoto conhecido como home based. Existem franquias que oferecem essa modalidade de trabalho e possuem um valor mais baixo se comparado com as tradicionais empresas que precisam de um espaço físico.

Em geral a administração de negócios home based oferece uma maior facilidade e um custo menor. A empresa PremiaPão, por exemplo, é uma dessas empresas que disponibilizam esse formato de trabalho que consiste na comercialização de espaços para divulgação em saquinhos de pão. O valor pago para os anúncios podem chegar até R$ 500. Para começar a trabalhar nesse negócio é necessário um investimento de R$ 8 mil, a previsão de retorno do investimento é de quatro meses.

Com o modelo de franquia desde 2015, a Cooper Kap vende tapetes personalizados desde 1977. Para vender o franqueado apenas precisa visitar clientes e apresentar as peças através de um tablet, dispensando os antigos kits que eram necessários na locomoção. O investimento inicial para se franquear é de R$ 8.690, com um retorno previsto de seis meses.

Com mais de 27 anos na área a empresa NTM Express, oferece uma prestação de serviços contábeis e financeiros para diversas empresas. Existe uma variedade de serviços prestados que são bem aceitos no mercado. Quem opta pelo modelo express poderá realizar o trabalho em casa. Para ser um franqueado é necessário investir R$ 10 mil, a previsão do retorno é de seis meses.

Para quem quer abrir um negócio na área de educação a empresa On Byte tem uma rede de franquias de formação profissional que atua por mais de 20 anos no mercado. São diversos cursos disponibilizados pela empresa para diferentes idades. Os horários são flexíveis e contam com aulas interativas e um computador por aluno. É possível se encaixar em um dos três modelos oferecidos pela empresa: personal, compacta e full. No modelo personal, o empresário pode trabalhar em casa, o investimento nessa franquia é de R$ 8,7 mil, com um retorno em seis meses.

Ganhar US$ 1 bilhão na loteria não garante que você não falirá, dizem estudos

Quando se fala em economizar-se dinheiro, é possível que muitos pensem apenas nas situações da pessoa ter pouco dinheiro, no sentido de “ou você economiza ou ficará sem nada, pois tem muito pouco”. No entanto, o ser econômico é um estado que deve estar presente na mente até dos ganhadores da loteria, mesmo os que tornam-se então bilionários. Sim, mesmo com um bilhão de dólares na sua conta, nada o impede de ir à falência. E é sobre isso que iremos tratar, a partir de análises feitas no cenário norte-americano de premiações a partir de loterias.

Lá, nos EUA, em 2018, houve uma acumulação do prêmio da Mega Millions, totalizando-se US$ 1,5 bilhão, após 25 concursos sem nenhum ganhador, como vimos nas notícias. Essa dificuldade de alguém ganhar é explicada, inclusive, matematicamente: a probabilidade de um norte-americano tirar essa sorte grande é de uma em 303 milhões. Para se ter uma ideia, podemos fazer o comparativo com a probabilidade de sermos atingidos por um raio. Talvez pareça estranha essa comparação, mas fato é que uma tragédia do tipo é 400 vezes mais provável, dizem as estatísticas.

Não obstante, após tantos acumulações consecutivas, eis que uma única pessoa levou todo o prêmio, durante o mês de outubro do mesmo ano, sendo essa a segunda maior premiação em toda a história daquele país. Porém, segundo estudos realizados, todos eles sérios, essa enorme sorte poderá não ser assim tão “sortuda”, digamos desse modo. Vamos à explicação, por fim, começando pela parte de ser o prêmio não tão grande quanto parece ao ser anunciado.

Sim, ainda que, ao ganhar, esse indivíduo tenha escutado que levaria um total de US$ 1,5 bilhão, como já dito, o fato é que ele receberá, ao fim, muito menos dinheiro. E para onde vai esse dinheiro não recebido?

Ora, primeiramente que o ganhador terá de escolher ou entre receber, de uma única vez, o valor descontado de US$ 878 milhões, ou os seus US$ 1,5 bilhão parcelado de forma progressiva crescente, durante 30 anos. Após tal decisão, começam a vir as taxações: só de imposto, a depender do Estado americano em que vive, o governo federal ficará com, no mínimo, US$ 211 milhões, assim restando-lhe US$ 667 milhões. Esse caso, vale pontuar, é caso ele resida onde não imposto sobre loteria não é cobrado, a exemplo da Flórida e também do Texas. Todavia, pelo o que soubemos, o bilhete premiado foi obtido em outro local, Carolina do Sul, onde o referido Estado retira uma parte a mais, de 7%, assim sobrando, por fim, US$ 606 milhões do valor inicial.

Depois de tratada a questão das taxações que vão reduzindo o valor final do prêmio, podemos citar o artigo, de 2001, feito pelos economistas de nome Guido Imbens e Bruce Sacerdote, junto com o estatístico chamado Donald Rubin. Segundo eles, o mais comum é que as pessoas gastem aqueles ganhos que são inesperados, como os obtidos em jogos de loteria. Não parando por aí, foi feita uma análise financeira que tratava sobre como encontravam-se os ganhadores de loteria dez anos após o prêmio. Descobriu-se, com ela, que essas pessoas, em média, apenas economizaram cerca de 16 centavos de cada dólar ganho na premiação.

Fora toda essa análise, existem estudos de outros pesquisadores que coadunam com essa perspectiva, a exemplo dos que concluem que a sorte obtida na loteria, com o ganho de uma fortuna, não costuma de fato ajudar aqueles com dificuldade financeira a resolverem os seus respectivos problemas. De tal modo que, inclusive, dos que ganham na loteria, um terço deles acabam perdendo tudo, ou seja, a loteria não foi uma solução, apenas um adiamento da inevitável falência.

Empreendedorismo Digital: Criando e Fazendo Negócios na Era Digital

Nos últimos 5 anos, evidências empíricas sugerem o surgimento de uma nova categoria de Empreendedorismo:

Empreendedorismo e marketing Digital, como um fenômeno socioeconômico e tecnológico relevante, que pode ser considerado como a união do empreendedorismo tradicional com ênfase na alavancagem de novas tecnologias digitais de formas inovadoras, como social, móvel, analítica, nuvem e soluções cibernéticas, tudo para mudar a maneira tradicional de criar e fazer negócios na era digital.

Consequentemente, estamos testemunhando um pico de iniciativas em todo o mundo para promover a aceleração da atividade empreendedora digital relacionada com a criação e o desenvolvimento de “start-ups digitais” e, mais recentemente, com seu crescimento para as fases de expansão.

Empreendedorismo digital pode ser definido como abrangendo “novos empreendimentos e a transformação de negócios existentes, criando e utilizando novas tecnologias digitais. As empresas digitais são caracterizadas por uma alta intensidade de utilização de novas tecnologias digitais (particularmente soluções sociais, móveis, analíticas e de nuvem) para melhorar as operações comerciais, inventar novos modelos de negócios (digitais), aprimorar a inteligência de negócios e engajar clientes e partes interessadas por meio de novas canais . No entanto, é importante salientar que existe uma diferença entre “empreendedorismo digital” e “negócios digitais” em geral e “startups digitais” e “scale-ups digitais”, que acreditamos fornecer uma perspectiva adicional.

Eric Ries em seu Manifesto Lean Start-up declarou que “uma start-up é uma instituição humana projetada para criar um novo produto ou serviço sob condições de extrema incerteza”. Isso segue a famosa definição de Steve Blank de uma start-up como “uma organização temporária em busca de um modelo de negócios repetitivo e escalonável”. Essas referências defendem uma natureza de alta incerteza e a busca por um modelo de negócios repetitivo e escalonável na parte central da definição.

Além disso, o componente ‘digital’ está relacionado ao que Parker referem-se a ‘plataformas digitais’ que “consumam combinações entre produtores e consumidores e facilitam a troca de bens, serviços ou moeda social, possibilitando a criação de valor para todos através do cenário digital”. Assim, as start-ups e scale-ups digitais são empreendimentos que incorporam a nova tecnologia digital como um componente vital de seu modelo de negócios e que não poderia operar de maneira viável sem as plataformas habilitadas para internet.

Você está executando uma empresa social?

A maioria das reuniões de empresas sociais e reuniões de cúpula em nossa experiência envolvem a busca incessante por um acordo sobre uma definição universalmente aceita de empreendimento social. Essa discussão está em andamento na British Columbia há mais de uma década.

As empresas sociais são empresas geradoras de receitas com uma reviravolta. Seja operado por uma organização sem fins lucrativos ou por uma empresa com fins lucrativos jurídico, uma empresa social tem dois objetivos: atingir resultados sociais, culturais, econômicos e / ou ambientais da comunidade; e, para ganhar receita.

Na superfície, muitas empresas sociais parecem, sentem e até operam como empresas tradicionais. Mas, olhando mais profundamente, descobre-se as características que definem a empresa social: a missão está no centro dos negócios, com a geração de renda desempenhando um importante papel de apoio (do The Centre for Community Enterprise).

Um teste para uma instituição sem fins lucrativos ou de caridade que acredita estar operando uma empresa social : o que você está vendendo? Pode ser que você esteja operando com uma mentalidade empreendedora dentro de sua organização, mas se você não está vendendo um bem ou serviço no mercado, você não está administrando um negócio: você pode estar executando um programa social, mas não uma empresa social.

E um teste para uma empresa tradicional que acredita estar operando uma empresa social: em que medida as metas sociais / ambientais orientam sua empresa? Se o lucro é primordial (e particularmente se os proprietários individuais ou os acionistas forem pessoalmente beneficiados), você pode estar se engajando em compras socialmente conscientes ou em responsabilidade social corporativa, em vez de operar uma empresa social.

Outra definição possível: uma empresa de economia social opera como um negócio, produz bens e serviços para o mercado, mas gerencia suas operações e redireciona seus excedentes em busca de metas sociais e ambientais. (da diversificação econômica ocidental).

Um objetivo igualmente nobre de empreendimento social (além de gerar receitas para perseguir uma missão) é o treinamento e / ou emprego de pessoas que são tipicamente excluídas da economia dominante , criando assim capacidade e auto-suficiência para indivíduos, e impactando suas comunidades e diminuindo a dependência da rede de segurança social. Esse elemento sozinho pode denotar um empreendimento social.

Fique por dentro dos prêmios recebidos pelo executivo Carlos Alberto de Oliveira Andrade

A revista Autoesporte realiza há mais de 5 décadas uma cerimônia voltada ao meio automobilístico. Participam da premiação representantes das companhias de maior destaque no cenário nacional, assim como aqueles de ordem internacional. O empresário brasileiro Carlos Alberto de Oliveira Andrade, da CAOA Chery sagrou-se campeão na modalidade que elege o melhor executivo de cada edição. A atuação do empreendedor frente à marca chinesa, entretanto, se tornou possível por meio da admiração por carros Ford, já que foi esta a razão de ter ingressado no segmento.

Com formação completa em medicina, Carlos Alberto de Oliveira Andrade tornou-se cirurgião, carreira que foi posta em segundo plano em virtude de seu tino para os negócios, sobretudo para aqueles que envolvem a produção e comercialização de automóveis. Aliando trabalho aos bens que mais apreciava, ele conseguiu fechar negócio com uma empresa que estava prestes à fechar as portas, tratando-se justamente de uma companhia que fornecia Ford Landau, o modelo preferido do empresário.

Os automóveis da Hyundai hoje são completamente produzidos por trabalhadores brasileiros em uma base localizada no país. Para que isso ocorresse, Carlos Alberto de Oliveira Andrade manteve contato com executivos da companhia em questão. As primeiras operações envolvendo a marca, entretanto, eram as de revenda, uma vez que o processo fabril completo ocorreu após alguns anos de parceria. Antes da montadora chinesa, a companhia Renault, por intermédio do empresário, começou a disponibilizar carros para que os brasileiros pudessem compra-los.

A atuação do executivo modificou-se com o passar do tempo. Na atualidade ele se concentra nas tomadas de decisões relativas aos andamentos do Conselho de Administração da empresa que ajudou a fundar. Outras mudanças também foram verificadas na estrutura da CAOA Chery. Na maior delas, a revenda nacional passou a dividir lugar com a fábrica da marca construída no país. Jacareí, uma cidade em São Paulo, foi a escolhida para que as atividades fabris passassem a ser executadas.

Segundo informações publicadas pelo site da revista Autoesporte, os administradores da companhia Chery planejaram o fortalecimento da marca através da adoção de medidas de expansão. Dentre as ações adotadas, houve uma maior oferta de veículos aos brasileiros, o que se verificou tanto em relação à quantidade, quanto no que se refere à variedade de carros. A empresa Hyundai, por sua vez, passou posteriormente a ser conduzida pelo executivo, quando de sua vinda para o país.

Assim como o troféu recebido por meio da revista Autoesporte, Carlos Alberto de Oliveira Andrade já teve seus esforços reconhecidos em outras circunstâncias. Vale ressaltar que o executivo também foi destaque pelo fato de ser considerado o “Distribuidor do Ano”, em 2012, quando o desempenho da Hyundai alcançou seu ápice no país. Assim como as homenagens recebidas, o empresário também é lembrado por ter conseguido com que a Chery operasse em todas as fases produtivas no Brasil.

Na atualidade, o automóvel mais vendido ao público do Brasil pela companhia trazida por Carlos Alberto de Oliveira Andrade é o Tiggo 2, um modelo que se enquadra nas especificações da categoria Crossover. É importante salientar que, além da China, somente o Brasil é autorizado a fabricar este e os demais veículos da marca.

Como se tornar empreendedor

Ser seu próprio patrão, chamando todos os tiros, apressando-se para atingir seus objetivos – para muitas pessoas, o empreendedorismo é o objetivo final da carreira.

Mas, por mais impressionante que seja o funcionamento dos seus negócios, também é incrivelmente difícil.

Os empresários também são mais ansiosos do que as outras pessoas e experimentam mais estresse no dia-a-dia. Afinal, quando você é responsável pela linha de fundo, todo revés recai sobre você pessoalmente.

Eis a boas notícias: começar uma empresa pode ser uma das oportunidades mais recompensadoras, estimulantes e interessantes que você já teve. Se você está ciente dos riscos e ainda está determinado a ser um empreendedor, use as estratégias e os conselhos deste guia.

Pergunte aos seus amigos o que os incomoda. Os fundadores se inspiram em suas frustrações o tempo todo. Por exemplo, Travis Kalanick e Garret Camp começaram o Uber depois que tiveram problemas para pegar um táxi.

Andrew Kortina e Iqram Magdon-Ismail fundaram a Venmo (adquirida pelo PayPal) depois que tiveram problemas para pagar um ao outro em cheque.

Chris Riccobono lançou o UNTUCKit – uma linha de camisas que parece bem aberta – depois de ficar frustrado com o quão enrugado e apertado estava em suas camisas normais de botões quando ele não as colocou.

Com isso em mente, peça a seus amigos que acompanhem as coisas do dia-a-dia que os incomodam. Em seguida, analise suas listas e procure problemas que você possa resolver.

Prepare-se para o futuro. Conforme o mundo muda, as pessoas precisam de produtos diferentes. Por exemplo, a ascensão do Uber, do Lyft e de outros aplicativos de compartilhamento de viagens criou uma demanda por um aplicativo de terceiros que informa as tarifas mais baratas naquele exato momento.

Você quer ficar à frente da curva. Leia as previsões de tendências para sua indústria ou mercado, ou verifique as publicações de previsão de tendências universais, como a Trend Hunter e a Springwise . Então pergunte a si mesmo: “Se essas previsões se tornarem realidade, quais ferramentas serão necessárias?”

O varejo do futuro vai te surpreender

A inovação tecnológica tem sido responsável por uma revolução na economia, além de muitos outros setores. No mercado varejista essa inovação tende a ser ainda maior e mais revolucionária nos próximos anos.

A ideia é que os compradores comprem não só os produtos, mas também a experiência nas lojas, que não terão vendedores, mas sim consultores de experiência que vão ajudar os clientes a aproveitarem o máximo do que é ofertado nas lojas.

A ideia é que os clientes tenham acesso a óculos de realidade virtual para se verem nas mais variadas situações, como abrindo uma champanhe, trocando de roupas, subindo em um pódium e muito mais.

A loja também não terá operadores de caixas, mas cada consultor terá um ponto eletrônico em sua mão, semelhante a um tablet, em que os pagamentos serão realizados. Vários monitores devem integrar as lojas varejistas do futuro, a fim de que o cliente possa ter a melhor experiência possível.

Além disso, muitos monitores estarão integrados com câmeras que farão o reconhecimento facial do cliente e dirá algumas informações para ele, como sua faixa etária e sexo. Também mostrará uma lista de produtos que combinam com o perfil de cada cliente, a fim de que ele analise se deseja levá-los em sua compra, o que facilitá a escolha do consumidor por produtos que ele se identifica.

já existe uma loja tecnológica em São Paulo que investe nesse tipo de inovação para a sua clientela, mas a popularização do novo jeito de vender deve demorar ainda alguns anos para abranger todo o mercado varejista – das lojas de rua aos grandes shoppings.

De acordo com reportagem do programa Pequenas Empresas & Grandes Negócios, o plano é que o novo sistema varejista esteja a todo vapor no mercado em até três décadas, pois existe um custo envolvido na mudança e a popularização implica diretamente no barateamento da nova prática. Até lá os consumidores podem usufruir dos métodos tradicionais de compra, sem se esquecer que no futuro, muito do que é comum hoje, pode parecer um tanto estranho e trabalhoso.