Guilherme Paulus – Empresário de sucesso na indústria do turismo na África do Sul

De acordo com os estudos mais recentes, o setor de turismo no Brasil está experimentando um tremendo crescimento. A indústria do turismo do país é uma das que mais crescem na região e, em 2017, mais de seis milhões de turistas internacionais entraram no país. A seleção do Brasil como sede da Copa do Mundo da FIFA 2014 e das Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro também ajudou a indústria do turismo do país a impulsionar. Um dos que se beneficiaram bastante com o fluxo de turistas para o Brasil foi Guilherme Paulus, um empreendedor brasileiro que se concentra em serviços de operadora de turismo e serviços de hospedagem. Os Hotéis e Resorts GJP.

Segundo Guilherme Paulus, a continuação do retrato do Brasil em filmes e outras referências da cultura pop está ajudando a economia. Muitas pessoas têm visitado o país e estão usando os serviços oferecidos por suas empresas para lhes proporcionar uma experiência memorável. Sua operadora de turismo, CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens SA, tornou-se a maior do gênero na América Latina, e tem sido a empresa mais recomendada para esse tipo de serviço. Ele está certificando-se de que os turistas terão uma experiência agradável quando estiverem experimentando seus serviços, porque ele sabia que suas resenhas on-line afetariam significativamente sua empresa.

Guilherme Paulus é um empreendedor e empresário talentoso no Brasil. Ele é o co-fundador da maior empresa de turismo da América Latina conhecida como CVC. Hoje, ele é um empreendedor reconhecido internacionalmente por criar uma empresa de turismo de grande sucesso. Recentemente, ele ganhouPrémio Empreendedor do Ano pelo seu sucesso através de diferentes iniciativas empresariais no sector do turismo. Paulus começou o CVC em 1972, quando ele tinha apenas 24 anos de idade. Seu sócio no negócio era Carlos Vicente, um funcionário do governo local. Alguns anos depois de estabelecer a empresa, Vicente saiu, deixando-o como o líder geral das operações da empresa. Quatro décadas depois, Guilherme Paulus está feliz por ter continuado com a ideia, apesar de enfrentar desafios. Quando estavam montando a empresa, Paulus cuidaria das operações diárias do negócio enquanto seu sócio levantaria o capital necessário.

Paulus trabalhou como estagiário na IBM antes de criar o CVC. Na IBM, ele teve a chance de interagir com vários negócios, uma exposição que o ajudou a entender as necessidades dos negócios internacionais. Quando montou a CVC, ele estava determinado a torná-la uma empresa de grande sucesso e a maior da região.

Guilherme Paulus está comprometido com o crescimento da CVC. Todos os anos, ele está adicionando 100 novas lojas em diferentes shoppings da América Latina. Ele está determinado a comercializar a empresa até que todos na região saibam disso. Atualmente, a CVC está faturando anualmente mais de US $ 5,2 bilhões. Em 2013, a empresa foi listada como uma empresa de capital aberto. Em 2009, ele vendeu uma parte da empresa para uma empresa americana, o Carlyle Group.

Como empreendedor altamente bem-sucedido, Guilherme iniciou iniciativas para que os membros da comunidade se beneficiem de seu trabalho de negócios. Ele está patrocinando várias iniciativas que ajudarão as crianças e que estão interessadas em carreiras na indústria do turismo. Através de uma parceria com o Projeto Nacional de Iniciação Profissional,  Guilherme está patrocinando programas de treinamento para estudantes que buscam cursos relacionados ao turismo. Ele também está comprometido em devolver à comunidade, patrocinando vários cuidados médicos, aulas educacionais e sessões de aconselhamento psicológico para a comunidade local.

Marketing de mídia social

A mídia social é um ótimo canal de marketing a ser usado para trabalhar de mãos dadas com seus esforços de marketing de conteúdo.

O poder está nas suas mãos para criar um conteúdo de mídia social que irá diferenciá-lo como líderes de pensamento em seu campo. O conteúdo de qualidade não apenas cria um nome e um nicho, mas também cria relacionamentos com as pessoas que se importam com seus serviços e produtos.

Não há necessidade de gastar dinheiro e economia em outdoors, banners atrás de diamantes de beisebol ou adesivos para carros. Você pode facilmente ser visto nos canais de mídia social que as pessoas usam diariamente! Muitas empresas relutam em adotar a mídia social, mas é um ótimo canal que você pode usar para compartilhar informações de maneira barata e eficaz.

Os principais pontos pelos quais você usará as mídias sociais são:

– Cultivando e crescendo relacionamentos;

– Estabelecendo o valor de suas plataformas sociais.

A maioria das propagandas em mídias sociais é barata, eficaz e ajuda a criar uma sensação de confiabilidade! Utilize estratégias sociais pagas social, vídeos e hospedagem de eventos ao vivo! Todas essas ações ajudarão você a se destacar como um negócio relacionável, acessível e comprometido que quer ser um recurso para clientes em potencial!

Faça pesquisas sobre quais canais de mídia social fazem sentido, pois há mais do que apenas o LinkedIn. Facebook, Twitter e Instagram se tornaram lugares incrivelmente populares para as pessoas se conectarem com as empresas. Além disso, considere comunidades como o YouTube e o Google+.

O que você precisa saber. Independentemente do seu relacionamento com o marketing da sua empresa, há algumas coisas que você deve saber sobre o marketing da sua empresa.

Entenda os mercados-alvo e as personas do comprador. Você não deve mergulhar em nenhuma campanha de marketing sem saber exatamente quem são seus compradores. Se você fizer isso, você pode estar perdendo tempo e dinheiro com pessoas que não estão interessadas em seus negócios ou produtos.

Pensar nas personas dos seus compradores e entender o seu público-alvo será a chave para o sucesso do seu marketing empresarial, especialmente no começo!

O futebol e o descontentamento do torcedor brasileiro

O futebol brasileiro tem desapontado cada vez mais com o passar do tempo, e isso não se trata de simples formalismo quanto ao desânimo do tão famigerado alvoroço criado, e que certamente será mantido eternamente pelas futuras gerações, pelo 7 a 1 que a Alemanha aplicou no Brasil, mas sim, pelo fato dos jogadores não representarem a imagem do povo brasileiro, do ano de 2018 na Copa da Rússia.

 

O marketing, a publicidade e as notícias são armas com um potencial incrível a seduzir os consumidores quanto a intenção em que se deseja vender algo. E para tal, a seleção brasileira ainda mantém um pequeno foco de luz sobre si, já que é a seleção que domina cinco títulos mundiais, mas que não provoca aquele alvoroço e medo que fazia durante os anos 90, ou mesmo, meados dos anos 2000. De toda forma, a grande publicidade que se cria sob a imagem de alguns jogadores que tendem a se sobressair, seja por um relacionamento amoroso ou qualquer que seja o fator, ainda provoca um sentimento ao torcedor de que ainda há uma possível esperança, inde quer que esteja ela.

Para contornar tais sentimentos negativos da população brasileira, o marketing com sua força e ambição extrema conseguem atacar e agir diretamente no ponto nevrálgico do consumidor, que é a transposição de uma sentimento que torna o público atento à publicidade ser um agente passivo e ativo ao mesmo tempo, quanto à vontade de um dia ter tentado ser jogador de futebol, o que é uma estatística bem grande do povo brasileiro durante sua infância e juventude, majoritariamente ao público masculino.

Por consequência desses fatores emocionais, o marketing possivelmente consegue alcançar seu objetivo de conquistar o determinado alvo e torná-lo num ser necessário de tal bem, mesmo que as circunstâncias não comprovem tal momento. É o desejo sentimental que consegue superar o raciocínio lógico e crítico. Por sua vez, seja o marketing, a publicidade ou a propaganda, elas conseguem criar um cenário positivo às empresas, embora toda a população não consiga ter vontade naturalmente em respirar um sentimento de torcida e felicidade pela seleção brasileira.

Apple dá alerta sobre previsão trimestral de vendas

Quem é que não gosta de comprar algo novinho na loja? Mas nem sempre as economias pessoais permitem isso. Uma estudante chinesa da cidade de Xangai, Xu Yechuyi, estava entre uma das compradoras que desejavam comprar um novo iPhone, mas não pelo valor que é vendido. A melhor maneira de conseguir o seu novo aparelho foi entrando em contato com uma pessoa que estava vendendo, mas com três anos de uso.

O aparelho comprado foi o iPhone 6S e acabou saindo por menos de um terço do que custaria em uma loja da marca Apple. Xu, a jovem chinesa de 22 anos está dentro de uma parcela de pessoas que preferem meios alternativos de compra, como alguém que esteja vendendo o aparelho usado por causa do alto valor dos dispositivos. Os compradores ainda que gastem com os produtos da Apple, não estão mais diretamente dando mais lucro à Apple. A necessidade de produtos de segunda mão está crescendo a cada dia mais.

Além da venda de aparelhos de segunda mão, a empresa da maçã precisa saber como se sair bem em um mercado altamente competitivo como a China. Existem fabricantes chineses de aparelhos que estão no mercado com um valor mais acessível como a Vivo, Huawei e a Oppo.

Os tempos de notícias não tão boas para a Apple chegaram depois de um bom desempenho que ajudou a empresa a chegar em lucros recordes. Foi no ano passado que a Apple começou a perceber que nem tudo são flores, o lançamento do aparelho mais caro da marca, pelo valor de US$ 1,3 mil, aconteceu no mesmo momento em que o mercado teve uma desaceleração da economia e consequentemente da venda de smartphones.

Devido ao resultado que deixou a desejar das vendas na China, Tim Cook, presidente executivo da Apple, decidiu na quarta-feira, 2, cortar a previsão trimestral de vendas do iPhone, o que deixa o mercado curioso e em atenção porque desde 2007 esse alerta não era feito, quando o iPhone foi lançado.

O mercado chinês é o principal motivo para a queda nas vendas do aparelho, o que não estava previsto para a empresa.

As chaves para se tornar um empreendedor bem sucedido

Não existe uma receita única para o sucesso, porque grande parte do empreendedorismo tem a ver com abrir caminho e fazer o que não foi feito. Dito isto, existem algumas características e melhores práticas que os empresários mais bem sucedidos tendem a compartilhar:

Entre nas razões certas: Não comece querendo ser um empreendedor. Comece identificando uma necessidade ou um problema e procurando uma maneira de resolvê-lo. Concentre-se no processo, não no resultado e economia potencial.

Priorize a aprendizagem ao ganhar (pelo menos no começo): A experiência prévia – seja do seu trabalho diário ou de empreendimentos de startups anteriores – é frequentemente crítica. 98% dos fundadores afirmam que sua experiência de trabalho anterior era “extremamente importante” para o sucesso deles.

Ao executar e ser o primeiro no mercado, você pode aproveitar a “ vantagem do pioneirismo ”. Simplificando: se você for o primeiro a comercializar com uma boa ideia, sua concorrência terá que se atualizar. Fatores como reconhecimento de marca e custos de troca irão trabalhar a seu favor e tornar mais difícil para os outros replicarem seu sucesso.

O exemplo clássico é a Amazon. No momento em que seu sucesso levou os concorrentes a iniciar suas próprias livrarias on-line, a Amazon já havia conquistado uma participação de mercado grande o suficiente para tornar a concorrência quase impossível. Sua execução – não sua brilhante idéia – é o que mudou a maneira como o mundo compra.

A execução é um hábito, é algo que você pode transformar no DNA do seu negócio. Torne uma prioridade desenvolver uma cultura de ação e execução.

Abrace a incerteza e o risco: Começar seu próprio negócio é, por definição, uma jornada ao desconhecido. Se você não consegue lidar com a incerteza, você provavelmente não tem o que é preciso para ser um Your text to link…empreendedor. O risco não é apenas um elemento essencial do empreendedorismo, ele tende a estar diretamente relacionado ao sucesso: quanto maiores os riscos, maior o retorno potencial.

Não tenha medo do fracasso, aprenda com isso: Estudos mostraram que um dos indicadores mais claros de sucesso futuro de um empreendedor é o fracasso passado. Isso pode soar contra-intuitivo, mas não quando você pensa em fracasso como uma ferramenta de ensino. As startups de tecnologia de hoje vivem do mantra: “Fracassar para a frente”. Muitas empresas que agora são nomes familiares – como Airbnb e Uber – fizeram vários lançamentos para obter sucesso.

Manaíra Shopping, fundada por Roberto Santiago, comemora mais de trinta anos

Para aqueles que cresceram em países ocidentais desenvolvidos, como os Estados Unidos, a importância do acesso fácil a bens e serviços pode parecer um pensamento quase secundário. Mas para muitos que vivem em comunidades sem um leque de estabelecimentos comerciais à sua disposição, a falta de comércio pode ser sufocante para o desenvolvimento e a qualidade de vida. Esse era o estado das coisas no estado brasileiro da Paraíba, onde o acesso às compras era difícil de encontrar. Mas isso mudou há trinta anos, quando o célebre empresário e empreendedor Roberto Santiago decidiu criar um shopping center de classe mundial na capital do estado. Esse centro, conhecido como Manaíra Shopping, é agora um dos principais contribuintes para o bem-estar daqueles que o utilizam. Abaixo você encontrará uma olhada na história do centro, juntamente com o efeito que ela teve em sua comunidade.

Um pouco sobre a história de Roberto Santiago

A história do Manaíra Shopping começa melhor com o homem cuja visão primeiro tornou realidade, Roberto Santiago. Sua concepção inicial para o complexo era que seria um local de encontro para aqueles que o visitassem. Este tipo de congregação seria na busca de maior acesso a bens comerciais, mas também para fornecer um lugar para amigos e familiares para fortalecer seus relacionamentos. O logotipo do centro, que apresenta o slogan “Sempre pensando em você”, foi desenvolvido com esse objetivo em mente e serviu para ressaltar o foco que o centro manteve em ajudar as pessoas a integrar suas ofertas em suas vidas diárias.

Esse foco nos relacionamentos e comunidades nasce do início da vida de Roberto Santiago e de sua conexão com os que o cercam. Isso ficou especialmente claro nos comentários que ele fez sobre seu relacionamento com o pai e como isso o ajudou a levá-lo para a construção do centro. Ele caracteriza esse relacionamento como um predicado na orientação e suporte. De fato, quando ele concebeu a ideia do shopping center há mais de trinta anos, foi seu pai quem atuou como importante caixa de ressonância para a ideia. Os dois debateriam o conceito extensivamente para chegar à versão mais produtiva do que o centro poderia ser. O grau em que seu pai foi investindo em sua vida e ideias ajudou a formar a base do projeto final do centro.

Em 2019, o centro celebra o 30º aniversário de sua inauguração. Os trinta anos desde sua inauguração a fizeram crescer de um mero conceito na mente de um único homem para um amplo complexo que fornece acesso a uma miríade de bens e serviços para a comunidade circundante. Atualmente, os clientes que visitam o complexo encontrarão um desenvolvimento que tem crescido desde os seus primórdios. Este crescimento pode talvez ser melhor visualizado pelo aumento de tamanho do complexo, que começou em 6.000 metros quadrados e atingiu agora um total de 80.000 metros quadrados através de expansões subsequentes. Essas expansões, das quais já foram cinco, foram realizadas com o objetivo de ampliar as capacidades do complexo e diversificar suas ofertas. Essa diversidade de ofertas é um dos principais pontos fortes do complexo ao servir aqueles que o visitam.

Qual é a diferença entre gestão e liderança?

Ao longo dos anos, tem havido um debate feroz sobre a relação dialética e dicotômica entre os papéis de liderar e administrar. A verdade é que existe um papel importante da liderança na gestão em si e os gestores também podem ser líderes. É importante aprender sobre como ser um bom líder e gerente. No entanto, se estiver descrevendo o que é um líder e o que é um gerente, existem algumas diferenças entre as práticas.

A liderança coloca mais foco no alcance de metas e motivação e empoderamento da equipe , permitindo que os líderes obtenham o melhor de todos para um benefício mútuo. Liderando pelo exemplo, inspiração e capacitação são partes de ser um líder.

A gerência tende a se concentrar mais no trabalho e na economia, em como ele é organizado e nas tarefas específicas envolvidas . Orçamento, planejamento, controle, coordenação e outras atividades tendem a fazer parte da gestão. Por mais diferentes que possam parecer, existe um relacionamento específico entre liderança e administração.

O papel da liderança na gestão é evidente, no entanto, nesta seção, analisaremos as diferenças entre um líder de equipe e o gerente e compararemos e contrastaremos práticas específicas de liderança e gerenciamento.

A liderança em gestão de negócios cria uma visão, os gerentes criam metas : os líderes criam uma imagem de oportunidades em potencial e pavimentam o caminho para alcançá-los em sua equipe, os gerentes tendem a se concentrar em definir, atingir e medir os objetivos definidos.

Os líderes lideram a mudança, os gerentes mantêm o status quo: as citações de liderança versus gerenciamento informam que os líderes não têm medo de mudanças. Inovação e lidar com a mudança são fundamentais para os líderes, enquanto os gerentes tendem a ficar com o que funciona melhor em vez de correr o risco de mudar, o que pode ser complicado.

Os líderes são únicos, os gerentes copiam outros gerentes: os líderes normalmente buscam o que acreditam ser o melhor e isso é subjetivo, enquanto os gerentes tendem a seguir as técnicas de gerenciamento tradicionais e experimentadas.

Os líderes assumem riscos, os gerentes controlam os riscos: a maioria dos líderes está disposta e pronta para assumir riscos e liderar sua equipe enquanto eles estão fazendo isso. Os gerentes tendem a evitar riscos ou minimizá-los, em vez de abraçar as oportunidades em potencial alcançadas pela mudança.

Como a inteligência artificial influencia positivamente as viagens de negócios

A inteligência artificial está sendo usada para agilizar e facilitar a reserva de um voo, verificar uma mala, obter direções de GPS, notificar viajantes sobre mudanças de voos e muito mais. Aqui estão alguns dos usos mais úteis e inovadores para viajantes de negócios.

Os viajantes de negócios apreciam estadias que sejam mais práticas e eficientes, por isso não é de admirar que eles prefiram fazer o check-in em um hotel através de um aplicativo, em vez de em um balcão de recepção. Prefere um quarto em um andar alto, longe do elevador? A inteligência artificial pode combinar suas solicitações com o inventário disponível para garantir que você tenha uma sala adequada às suas preferências.

Após o check-in, caso você precise da senha do Wi-Fi, não queira se deslocar até a recepção, esteja ocupado e tenha que esperar por tempo indeterminado por alguma resposta. Em alguns hotéis, agora você pode acessar um mordomo virtual para ajudar com solicitações comuns, como fornecer uma senha, solicitar refeições no quarto, pedir check-out tardio e muito mais.

Conforme notícias recentes, hotéis como o Jupiter Next, em Portland, Oregon, oferecem dispositivos como o Roxy, um console habilitado para fala, para responder às solicitações dos hóspedes – seja uma necessidade de toalhas limpas, um informativo meteorológico, passeio, ou para transmitir informações aos seus usuários.

Além disso, a inteligência artificial oferece variados benefícios quando se trata de viajar. Caso queira reservar uma passagem aérea por meio de um programa de passageiro frequente, a inteligência artificial pode usar o aprendizado de máquina para recomendar voos e assentos que você possa gostar, com base em sua viagem anterior.

Cancelamentos de voo são uma grande dor de cabeça para viajantes de negócios. A American Airlines usa inteligência artificial para minimizar a dor – notificando passageiros de voos cancelados, oferecendo alternativas e facilitando novas reservas.

Muitos viajantes de negócios se esforçam para arquivar seus relatórios de despesas a tempo. A Certify emprega a inteligência artificial para gerar relatórios automaticamente. Ao tirar fotos de recibos com o aplicativo, que os digitaliza e preenche automaticamente as entradas de despesas, é possível revisar e enviar relatórios antes mesmo de chegar em casa.

Gerenciamento empreendedor

O gerenciamento é orientado por tarefas e, portanto, o foco tende a ser atingir os objetivos da maneira mais eficiente possível. A gerência se concentra em executar as operações existentes e executá-las da melhor maneira possível. Em essência, o foco está em manter o status quo. Não há desejo de alternar processos ou olhar além dos processos e objetivos que estão atualmente funcionando.

A administração geralmente tem uma missão definida, que geralmente lida com aumento de lucratividade ou produtividade nos negócios. Estas orientam o processo de tomada de decisão e tarefa da administração – os processos são usados ​​com base em sua eficácia. Quando se trata de mudar um processo ou trocar de funções, a principal consideração é sempre o impacto que a mudança terá na eficiência da missão. Por exemplo, a gerência contrata pessoas com base em sua capacidade de cumprir uma função específica. Subordinados e processos são sempre voltados para a eficiência final, o que leva a equipe ou a organização à lucratividade ou produtividade.

Como o papel da gerência é encontrar os processos mais eficazes para alcançar a missão, o foco não está em testar novas abordagens ou experimentar coisas diferentes. Uma vez que o gerenciamento encontre um processo que funcione, ele permanecerá contanto que o processo possa ser mais eficaz do que outro método. A gestão não é revolucionar as coisas, mas continuar no caminho seguro para os objetivos. A gerência vê que são os processos que fazem o sistema funcionar, não as pessoas.

A abordagem tradicional de gerenciamento mostra que ele é semelhante a uma máquina . A gerência é responsável por uma máquina, com os processos e subordinados representando cada uma função ou parte da máquina. Portanto, a missão final da administração é garantir que cada parte esteja funcionando bem; como a gerência sabe que se uma parte falhar, toda a missão pode falhar. Mas isso também cria a visão de mundo de que a máquina é a parte mais importante, não qualquer parte individual. Quando uma peça falha, o gerenciamento substituirá ou consertará o quanto antes.

O gerente não pode se arriscar a impedir que a máquina funcione e, portanto, o foco é garantir que ela volte a funcionar rapidamente, e não se a peça em si é fixa. Considere que um subordinado não está desempenhando o papel da maneira mais eficiente possível.

Guilherme Paulus investe e quer se tornar ainda maior no setor hoteleiro

O que você faria se tivesse uma fortuna estimada em R$ 1,9 bilhão? Muitos responderiam que parariam de trabalhar e viveriam viajando. Guilherme Paulus tem essa quantia e já entrou até para a lista de bilionários da Forbes, mas diferente de boa parte das pessoas, que gostariam de parar de trabalhar, ele não pensa nisso.

Em entrevista dada à Forbes, ele revelou que acorda cedo, às 6h30, diariamente, e não é para passear. Guilherme Paulus viaja bastante, mas é para acompanhar os negócios. O empresário gosta não apenas de tomar decisões importantes e analisar novos investimentos, mas também visitar construções.

Afinal, depois de transformar a CVC na maior agência de viagens da América Latina, o foco dele agora é o setor hoteleiro, através do grupo GJP, do qual é dono.

Hoje, o grupo já tem 13 locais de hospedagens próprios e detém marcas famosas e luxuosas como as bandeiras Wish (5 estrelas), Prodigy (4 estrelas) e Linx (3 estrelas), totalizando 22 hotéis.

Os empreendimentos do grupo estão localizados em Foz do Iguaçu (PR), Gramado (RS), Maceió (AL), Recife (PE), Aracaju (SE), Porto de Galinhas (PE), Salvador (BA), São Paulo (SP) e Rio de Janeiro (RJ). Há também algumas obras no Pará (Belém e Paragominas), Distrito Federal (Brasília), Minas Gerais (Belo Horizonte e Juiz de Fora), Rio de Janeiro (capital) e Paraná (Londrina e Maringá).

Com uma receita estimada em mais de R$ 150 milhões anuais, a crise parece não ter afetado o empreendimento, que fecha o ano no azul. Porém, algumas novas construções foram congeladas, para esperar um cenário mais favorável. O grupo pretende construir mais 19 hotéis três estrelas em vários locais, mas ainda sem data para tocar o projeto adiante.

 

Como tudo começou para Guilherme Paulus

A cidade de Santo André, que fica pertinho da capital paulista, foi o endereço escolhido para que Guilherme Paulus desse os seus primeiros passos, rumo ao sucesso empresarial. A CVC nasceu lá, através da parceria com um sócio.

Durante dois anos, os dois atenderam às empresas da região do ABC paulista e levavam os colaboradores para viagens. O transporte terrestre foi o escolhido para que tudo começasse.

Porém, depois desses dois anos iniciais, o sócio de Paulus desistiu e ele ficou sozinho. Naquela época, ele não conseguia fechar o ano com a conta azul, mas isso não foi motivo para que o jovem, de 22 anos, desistisse dos seus sonhos. Paulus continuou, investiu e fez crescer.

A hospedagem melhor, em hotéis renomados, foi uma das mudanças que ele passou a oferecer aos clientes. O problema é que era difícil para Paulus fazer as reservas e, principalmente, pagar por elas. Ele precisa adiantar o valor das diárias e não tinha capital para isso.

Mais uma vez a dificuldade foi superada e Guilherme queria mais. Ele então começou a ofertar viagens com transporte aéreo, mas notou que para que isso desse certo, era preciso facilitar a aquisição da viagem pelo cliente. Foi então que a CVC decidiu parcelar a viagens e aumentou o seu público.

O crescimento veio com o tempo e hoje, mais de 40 anos depois de tudo começar, a CVC é a maior agência de viagens da América Latina. São mais de 4 milhões de viajantes transportados todos os anos por cidades do Brasil e também do exterior. Tudo isso, graças à persistência e tino para os negócios de Guilherme Paulus.

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