A arte de empreender

É sempre melhor encontrar a oportunidade certa, mesmo que leve tempo em vez de perseguir miragens.

Este princípio se traduz em esperar pela oportunidade certa e, ao mesmo tempo, aproveitar o momento em que a oportunidade surge. Evidentemente, não estamos dizendo que os empresários devem esperar para sempre pela oportunidade certa. Em vez disso, a intenção aqui é que os empreendedores devem garantir que eles tenham a base necessária para aproveitar a oportunidade e também devem ter uma ideia e um modelo de negócios que criem oportunidades no caso de estarem encontrando dificuldades para iniciar o empreendimento. Por exemplo, como os clichês sobre como a oportunidade bate apenas uma vez e se você não encontra uma oportunidade, construa uma porta para que você esteja pronto quando a oportunidade surgir possa significar que os empreendedores devem criar oportunidades também como aproveitá-los quando eles surgirem.

Invista em pessoas e construa equipes de sucesso

Como no princípio anterior, os empreendedores devem garantir que tenham a equipe certa antes de iniciar o empreendimento. Afinal, a menos que haja uma equipe no local, o empreendimento não seria capaz de aproveitar as oportunidades. Além disso, os empreendedores devem garantir que a equipe seja apaixonada, comprometida e, o mais importante, compartilhe a visão e a missão dos fundadores. Em outras palavras, a menos que haja um buy-in da equipe com as idéias do fundador, o empreendimento iria fracassar. Além destes, obter as pessoas certas que têm foco, motivação, lealdade, determinação, coragem e consistência, além de serem motivados e criativos, são alguns requisitos que os empreendedores não podem ignorar.

Não é sempre suficiente ter tudo no lugar. Execução e entrega são o que importa

Você já teve a sensação de que um vendedor está engajando você em conversas rápidas em que ele ou ela está tentando convencê-lo a comprar um produto que não foi testado? Da mesma forma, todas as conversas e nenhuma execução levariam o novo empreendimento a qualquer lugar e, portanto, é importante que os empreendedores garantam que eles falem e cumpram suas promessas.

De fato, não é suficiente ter uma ideia de mudança de jogo e uma grande equipe no lugar, a menos que o empreendedor conheça a arte da execução. Como aconteceu durante o boom dos Dotcom, havia muitas startups com ótimas ideias e igualmente grandes equipes que prometiam a lua para qualquer pessoa disposta a ouvir.

Preço médio de imóveis tem queda de 0,29% no acumulado do ano

De acordo com novos dados levantados pelo índice FipeZap, o preço médio de imóveis do tipo residenciais se manteve estável no mês de agosto de 2018. A média divulgada em novas notícias pelo indicador revelou que em comparação com julho deste ano, o preço médio teve uma variação de apenas (-0,06%) em agosto. Os dados foram levantados pelo índice através de um monitoramento de preços anunciados para venda de imóveis do tipo apartamento em um total de 20 cidades do país.

Já o acumulado do ano revelou que a queda nominal desse mesmo indicador, sem ter a inflação como referência para o cálculo, foi de 0,29%. O índice FipeZap ainda revelou que os preços de imóveis residenciais no Brasil recuaram 0,32% em 12 meses. Considerando também a inflação que é aguardada para o mesmo período através de estimativas, o recuo do preço médio de venda desses imóveis chegou a 3,14% no acumulado do ano até o mês de agosto. Em relação aos últimos 12 meses, a queda chegou a 4,42%.

O índice FipeZap revelou que nesses últimos 12 meses, dentre as 20 cidades pesquisadas, 11 delas apresentaram queda nominal na média de preço dos imóveis a venda. Nesse quesito, Rio de Janeiro foi a cidade que demonstrou maior destaque em relação a queda, registrando (-4,24%) em agosto de 2018. Logo em seguida aparecem Niterói, com (-3,30%) de queda, e Santos, com (-2,07%). As maiores variações durante o período foram registradas nas seguintes cidades brasileiras: São Caetano do Sul, com 2,94%, Vitória, com 2,37%, Goiânia, com 2,33%, e São Paulo, com 1,98% de variação no mês de agosto. O indicador ainda revelou que mesmo com essas variações de preço, o resultado foi inferior ao número equivalente à inflação da economia acumulada até o mês de agosto.

Quando observado de longe, o índice revelou que a média de preço tem sofrido quedas significativas. Em comparação com o ano de 2015, por exemplo, o mês de agosto deste ano registrou queda de 18,92% na média de preços de imóveis a venda. Já a variação nominal nesses 44 meses representou apenas 1,07% durante o período.

Empresários mostram mais confiança na economia, aponta CNI

O estudo publicado pela Confederação Nacional da Indústria, a CNI, neste mês de agosto, apontou que houve um crescimento no ICEI, o Índice de Confiança do Empresário Industrial. De acordo com o levantamento, o termômetro das expectativas empresariais alcançou 53,3 pontos em agosto. Em comparação com o mês de julho, é uma boa notícia para a economia, revelando uma alta de 3,1 pontos no índice.

É consenso entre os especialistas da área que, quando o índice está acima de 50 pontos, o cenário é de otimismo para o setor. Em contrapartida, qualquer pesquisa que aponte um índice inferior a essa margem revela uma tendência de desconfiança dos empresários na economia nacional.

O resultado da pesquisa da CNI mostrou ainda o melhor patamar para o índice desde a greve dos caminhoneiros, no mês de maio. Mesmo assim, o otimismo empresarial ainda é relativo, pois o índice ainda se encontra 0,8 pontos abaixo da média histórica verificada, de 54,1%.

Dentre os critérios analisados para o cálculo do ICEI, aquele que mais se destacou foi o índice de condições atuais das empresas, que quase registrou 50 pontos. Para o período de agosto, esse índice foi apurado em 49,5%, revelando uma alta de 3,5 pontos em relação ao mês anterior, julho.

No que diz respeito ao índice de expectativas da área, houve aumento de 2,8 pontos no período, com 56,3 pontos verificados pela pesquisa. O índice de expectativas para a economia nacional também apresentou um crescimento significativo, de 3,5 pontos comparado à julho, fechando o mês de agosto com 50,9 pontos.

Segundo os responsáveis pelo estudo, 2.838 empresas foram consultadas, dentre elas 651 empresas de grande porte, 1.126 empresas de médio porte e 2.838 de pequeno porte. Em todas as empresas e companhias pesquisadas, o ICEI mostrou uma elevação considerável no mês e superou 50 pontos.

As mais otimistas foram as empresas de grande porte, que mostraram uma média de confiança de 54,4 pontos. As empresas mais pessimistas estavam entre as de pequeno porte, com apenas 51,2 pontos médios de confiança. Empresas de médio porte ficaram entre elas, com uma taxa de confiança de 53 pontos no período.

Descubra como guerras comerciais podem devastar a economia de um país!

É natural que todo governante pense primeiro em seu próprio país, e que busque seus interesses. Mas é necessário que esses interesses sejam protegidos de maneiras que não causem atritos. Atritos estes que podem se transformar em graves problemas para a economia de uma nação.

Quando um país proibi a importação de um determinado produto, ou cria tarifas que deixam essa operação mais cara, ele abre precedente para que outro país, que foi afetado por suas barreiras, também crie dificuldades para a importação de seus produtos, o que provavelmente causará problemas para algum setor da indústria ou da agricultura.

Incentivar a indústria nacional é importante, mas isso deve ser feito a partir da capacitação do povo, e de mudanças e reformas que deixem o ambiente de negócios mais propício no país.

A partir do momento que uma guerra comercial acontece, e países começam a dificultar cada vez mais as importações, inúmeras empresas, que contavam com esses mercados, começam a ter prejuízos e podem até mesmo fechar suas portas. O que reduziria drasticamente a arrecadação de impostos e aumentaria muito o número de desempregados.

Além disso, pessoas recorrem a produtos importados quando eles são mais baratos do que os nacionais. Tornar esses produtos mais caros significa forçar a população a gastar mais, o que reduz seu poder de compra. Ao invés disso, seria mais interessante verificar o que torna a produção nacional mais cara e procurar torná-la mais barata.

A partir do momento que a produção de um país se torna mais eficiente, ele passa a se preocupar menos com a concorrência do exterior. Ao invés disso, o país começa a oferecer seus produtos a outros povos e a lucrar mais com exportações.

E por isso, pelos motivos que foram apresentados, que guerras comerciais são tão danosas para a economia de um país e devem ser evitadas a todo custo.

Facebook testa nova ferramenta para que administradores cobrem mensalidades em grupos

O Facebook iniciou os testes de uma nova ferramenta em sua plataforma: agora, os administradores de grupos na rede social poderão cobrar mensalidades de seus membros. As informações são da seção de economia do portal “The Verge”

Atualmente, apenas administradores de três categorias de grupos podem contar com essa nova funcionalidade, sendo essas as comunidades sobre gastronomia, organização doméstica e paternidade.

Segundo o anúncio, as taxas de inscrição serão de US$ 4,99 a US$ 29,99, e serão cobradas mensalmente dos membros. A idéia é que parte dessa taxa seja mantida com os administradores dos grupos, enquanto uma parcela seria revertida ao próprio Facebook, embora, nessa fase de testes, todo o dinheiro esteja sendo transferido aos administradores. Esse movimento faz parte dos esforços do Facebook em ampliar sua capacidade de monetização da rede social, que hoje conta com mais de 2 milhões de membros.

Atualmente, a renda da companhia deriva-se principalmente da exibição de anúncios e publicações patrocinadas em sua página, utilizando as informações pessoais de cada usuário para personalizar a publicidade exibida a cada perfil. Essa aproximação não é bem vista por muitos usuários e governos, já que não há transparência a respeito de como essas informações são coletadas e utilizadas, assim como não é possível ter certeza sobre com quem e de que modo o Facebook compartilha essas informações com terceiros.

Além disso, os grupos são muito utilizados na rede social, mas ainda dão pouco retorno à empresa. Por isso, o Facebook busca uma forma eficaz de aumentar sua monetização desta área, seguindo o que ocorre atualmente com as páginas, que contam com diversas ferramentas pagas que auxiliam em seu crescimento, como a possibilidade de propulsionar publicações.

Para o sucesso da iniciativa de mensalidades, o Facebook acredita que a possibilidade de participar de grupos exclusivos, com menos membros e em contato mais direto com os administradores, irá despertar o interesse dos membros da plataforma por essas comunidades.

Ainda não há previsões para que o recurso esteja disponível no Brasil, e nem em outras categorias de grupos. Para isso, o Facebook aguarda o resultado dos testes em andamento, por enquanto realizados apenas na comunidade dos EUA.

Com aquisição de novos aviões, Gol anuncia novos voos para os EUA

A maior empresa que atua no mercado nacional divulgou que terá voos diretos para os Estados Unidos. A Gol declarou que a partir do início de novembro, a empresa terá voos sem escalas para Miami e Orlando.

A Gol passará a ter quatro voos para o estado da Flórida, nos Estados Unidos, saindo de Fortaleza e Brasília. Segundo a Gol, essas duas cidades foram escolhidas devido às suas localizações e por serem destinos com possibilidades de conexões, entre as outras cidades brasileiras que fazem parte da malha aérea da empresa.

A empresa declarou que esses voos somente serão realizados, devido à chegada das novas aeronaves compradas do modelo da Boeing 737 Max-8, que possui uma maior autonomia de combustível e que vai possibilitar voos diretos por exemplo, entre Brasil e os Estados Unidos.

Esse ano serão entregues para a Gol no segundo semestre desse ano, seis aviões dos modelos que foram comprados pela empresa, de uma encomenda total de 120 aeronaves do modelo 737 Max-8 da Boeing, que a companhia irá entregar nos próximos anos.

Esse modelo de aeronave pode levar até 186 passageiros, além de uma autonomia de voo de 6.704 quilômetros, enquanto que os modelos 737-800 que são usados no momento pela Gol nos seus voos, apresentam uma autonomia de 5.704 quilômetros.

Um dos fatores que levaram a Gol a escolher as cidades de Brasília e Fortaleza, foi de que as distâncias entre elas e as cidades de Orlando e Miami, variam entre 5.560 e 6.107 quilômetros. Mas se o voo sair de São Paulo com destino a essas mesmas cidades dos Estados Unidos, a menor distância a ser percorrida é em torno de 6.568 quilômetros, o que torna inviável um voo direto por ficar bem próximo da autonomia da aeronave.

Segundo Eduardo Bernardes, vice-presidente da Gol de vendas e marketing, a aquisição das aeronaves do Boeing 737 MAX, que chegarão ao Brasil no mês de junho desse ano, vai realizar mais uma etapa para proporcionar uma experiência cada vez melhor, nas viagens feitas pelos clientes da empresa. São aviões modernos e novos, com serviços e produtos especiais, que farão parte de uma malha integrada e sólida.

De acordo com a empresa, Fortaleza e Brasília possuem cerca de trinta destinos, que poderão ser escolhidos como conexões para essas viagens.

Dieese divulga levantamento do preço da cesta básica no final de 2017

Os principais alimentos que compõem a cesta básica em todo o país apresentaram uma queda em 21 capitais do país, queda registrada pelo Dieese – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos – levantado até o final de 2017. Essa queda teve uma variação entre 13,16% em Belém do Pará, e 2,76% em Aracaju. Ainda não foram concluídos os levantamentos em algumas capitais, como Macapá, Porto Velho, Teresina, Boa Vista, Palmas e Rio Branco.

Mesmo com essa queda no preço dos alimentos, houve um aumento no preço da cesta básica em 14 municípios brasileiros no final do ano passado. Esses aumentos foram mais significativos no Rio de Janerio, com 2,78%; em João Pessoa, que apresentou 1,42%; e Recife, com alta de 1,31%. Sete capitais do país apresentaram queda no fechamento do preço da cesta básica no ano passado, sendo mais significativos em: Porto Alegre, com uma redução de (-3,92%) no preço da cesta básica; Curitiba, com (-1,66%); e Vitória, com (-0,71%) de redução do preço.

Mesmo após uma redução no preço das cestas básicas, Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro e Florianópolis, atingiram uma alta significativa no preço do conjunto dos alimentos básicos, fechando o ano em: R$ 426,74; R$ 424,36; 418,71 e R$ 418,61, respectivamente. A capital Salvador teve o menor registro no preço médio da cesta básica no país, fechando o ano passado em R$ 316,65. João Pessoa e Natal aparecem na segunda e terceira colocação, com R$ 329,52 e R$ 331,18, respectivamente.

Com base no valor destes preços divulgados até o momento e levando em consideração a cesta básica mais cara (Porto Alegre) no fechamento do ano passado, o salário mínimo ideal teria que ser de R$ 3.585,05, ou corresponder a 3,83 vezes pelo menos ao salário R$ 937 (salário base do ano passado), de acordo com os números apresentados pelo Dieese.

Os alimentos que mais foram significativos em relação ao preço da cesta básica no acumulado do ano passado foram: açúcar, arroz agulhinha, carne bovina de primeira, feijão, leite e batata, que tiveram redução na maioria das capitais que já tiveram seu levantamento concluído, sendo essa queda em comparação com 2016. A manteiga e o café em pó foram os alimentos da cesta básica com maiores altas na maioria das capitais que já tiveram o fechamento do ano passado divulgado em 2018.

Depois de alguns anos apresentando quedas nas vendas, o setor de carros novos cresce 9% no último ano

Com um aumento nas vendas de veículos novos no mês de dezembro, o ano encerrou apresentando um aumento de 9%, mostrando números positivos  depois de quatro anos consecutivos de queda nas vendas do setor.  Esses números são muito importantes para a economia do país, já que a indústria brasileira de veículos emprega um grande número de trabalhadores e gera também muitos empregos indiretos.

Somente em dezembro, foram comercializados cerca de 212,6 mil carros novos, ficando cerca de 4% maior que o mês anterior, e também houve um aumento nos índices de dezembro em relação ao mesmo período em 2016.

As instituições que respondem pelas montadoras e também pelas distribuidoras de veículos novos, utilitários, caminhões e ônibus, a Anfavea e a Fenabrave, devem ainda se manifestar em relação aos dados apresentados em 2017.

Com todos os carros vendidos em dezembro, o setor observou que houveram cerca de 2,24 milhões de veículos emplacados em todo o ano de 2017, enquanto que no ano de 2016, foram 2,05 milhões de carros emplacados durante todo o ano. Mas o auge do setor foi quando ele apresentou números muito significativos em 2013, quando foram comercializados 3,8 milhões de carros novos durante todo o ano.

Esse setor da indústria de veículos responde por 4% do PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil, e também por 22% do PIB do segmento de modificação do país, além de apresentar uma capacidade estabelecida de cerca de 5,05 milhões de carros novos aqui no país por ano.

O total de todas as vendas realizadas de carros novos no país no ano de 2017, acabou ficando um pouco acima das estimativas feitas pela Anfavea para o ano, que eram de 2,20 milhões de veículos, enquanto que os números das vendas alcançaram as estimativas que foram feitas pela Fenabrave.

Mas para o ano de 2018, com os números da economia apresentando pequenos avanços, a Anfavea espera que aconteça uma aceleração na economia do país, apesar de toda a instabilidade que pode acontecer em um ano eleitoral, segundo o que disse Antonio Megale, presidente da Anfavea. Ele ainda declarou que o setor aguarda um aumento ainda maior, na comercialização de veículos dentro do mercado nacional em 2018.

 

Após 2 anos numero de depósitos supera numero de saques

De acordo com o Banco Central, há dois anos atrás o numero de saques realizados no país eram superiores a quantidade de dinheiro sendo depositado na conta poupança dos brasileiros. R$ 17,12 bilhões de reais foram depositados em 2017.

Os rendimentos da caderneta foram reduzidos principalmente pelos conter nos benefícios feitos pela própria Selic. Porém economistas afirmam que a conta poupança continua sendo o investimento financeiro mais atrativo para o cidadão comum.

Especialistas econômicos afirmam que a tendencia e que os números continuem aumentando no anoa de 2018. De 2015 a 2016 o valor liquido retirado das cadernetas foi de mais de R$ 40 bilhões de reais respectivamente.

A mudança no numero de depósitos aconteceu principalmente devido ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), a baixa na inflação e o crescimento, mesmo que tímido do numero de pessoas empregadas.

Outro ponto importante foi a liberação do valor das contas inativas que conseguiu injetar cerca de R$ 44 bilhões de reais na economia, e ajudou inúmeros brasileiros a conseguir quitar suas dividas.

Com a queda dos juros básicos em 2016 também caiu o rendimento da caderneta, o principal atrativo para quem realizava depósitos mensais ou até mesmo semanais na poupança. Porém, o Banco Central afirma que os cortes no rendimento da conta poupança acontece sempre que a taxa Selic esta abaixo de 8,5% ao ano.

O recuo nos juros e a queda da taxa aconteceram no mês de dezembro, e desde então a correção da caderneta chegou aos 70%.

Em publicação feita pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), comenta-se que qualquer fundo de renda fixa esta perdendo diante ao rendimento da conta poupança, e isso acontece principalmente com as aplicações de baixo valor.

Como alternativa também existe a possibilidade de se comprar títulos públicos ou pela internet (Tesouro Direto) sem necessariamente ter que aplicar em fundo de investimento. Além da conta poupança essa é a segunda alternativa mais procurada por brasileiros interessados em investimentos.

Além da caderneta e o Tesouro Direto, o ouro e o euro também estão na lista de investimentos mais frequentes.

 

Exportação de suínos representa alta histórica no terceiro trimestre de 2017

No fechamento realizado no 3º trimestre de 2017, foram comercializadas 11,03 milhões de cabeças de suínos em todo o Brasil, o que representa um crescimento de 3,9% na comparação realizada com o segundo trimestre de 2017, e uma alta de 2,9% quando comparado com o terceiro trimestre de 2016. Esse retrospecto é positivo e considerado um recorde histórico desde o ínicio da série de medidas Estatísticas da Produção Pecuária, que teve início em 1997. Essa pesquisa foi revelada pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística no dia 14 de dezembro de 2017.

Segundo o órgão divulgador da pesquisa, esse aumento sofreu uma enorme influência do crescimento das exportações e do barateamento nos preços de compra das rações para suínos aqui no Brasil. “Após a Operação Carne Fraca que ocorreu no início de 2017, o Brasil demonstrou mais confiança por parte dos países importadores. Além disso, a queda do preço do milho, que é a base para ração dos suínos, também contribuiu para a produção de 2017, graças à safra produtiva”, explica ngela Lordão, supervisora da Atividade Pecuária do IBGE.

No mercado externo, o país conseguiu exportar no terceiro trimestre de 2017 160.191 toneladas de carne suína no sistema de exportação de carne in natura, um número 14,2% superior ao fechamento do segundo trimestre de 2017. A contagem do faturamento para estas vendas realizadas no terceiro trimestre de 2017 foi de US$ 392.393, um crescimento considerável de 4,7% na comparação com o fechamento do segundo trimestre de 2017. O país que mais comprou carne suína produzida no Brasil foi a Rússia, que representou 44% de todas essas exportações de carne suína realizadas no terceiro trimestre de 2017.

Essa pesquisa também apontou para o número de abates de bovinos e de frango, que apresentaram um crescimento quando comparados com os trimestres anteriores de 2017. Ou seja, o terceiro trimestre de 2017 também foi de grande alta para esses abates no país, sendo que 7,98 milhões de cabeças de bovinos foram comercializadas, equivalentes a uma alta de 7,6% em comparação com o fechamento do segundo trimestre de 2017, e uma alta de 9% em relação com o fechamento do terceiro trimestre de 2016.

No setor de criação de frangos no Brasil, o abate registrado foi de 1,47 bilhão de cabeças, que elevou os números representando um crescimento de 3,3% na comparação com o segundo trimestre de 2017, e 0,1% de alta quando comparados com o mesmo período em 2016.