O que é empreendedorismo social?

Muito simplesmente, o empreendedorismo social descreve notícias do campo de indivíduos, empresas e organizações sem fins lucrativos que resolvem problemas sociais com abordagens de negócios orientadas para o mercado. Isso pode ir desde o desenvolvimento de um novo produto, como uma luz solar acessível, até a criação de um novo ponto de venda para os pequenos produtores receberem uma parcela justa da renda, como as empresas de café de comércio justo. Há muitos termos usados ​​para descrever as várias entidades no campo, como “negócios sociais” – como empresas de energia verde ou instituições de microcrédito – bem como “empreendedores sociais”, que são os indivíduos que imaginam e encontram esses empreendimentos. Acima de tudo, o empreendedorismo social descreve o método usado para abordar os problemas, com um foco particular em soluções sustentáveis ​​e de longo prazo, e o objetivo da mudança, que é frequentemente marginalizado e populações pobres, tanto a nível nacional como internacional. As empresas sociais geralmente não são inteiramente negócios nem inteiramente sociais, mas sim uma fusão das duas. Ao contrário das tradicionais organizações sem fins lucrativos que investem toda a receita na organização, as empresas sociais podem ser lucrativas e também alcançar resultados sociais ao longo do caminho.

Tal como acontece com os empresários e organizações start-up, os empreendedores sociais são caracterizados pelo pensamento criativo, inovação e utilização de abordagens de sistemas para resolver problemas muitas vezes complicados e criar soluções sustentáveis. Os empreendedores sociais desafiam o status quo, reconhecendo que as abordagens tradicionais para abordar os problemas sociais podem não ser as mais eficazes. Um dos empreendedores sociais mais citados é Muhammad Yunus, Noble 2006 e fundador do Banco Grameen, a organização de microfinanças e banco de desenvolvimento comunitário que abriu o caminho para o campo de microfinanças maior, que fornece serviços bancários para indivíduos que podem ser muito pobres ou muito remoto para acessar bancos comerciais.

O empreendedorismo social é um tema da moda, atraindo atenção e financiamento da proeminente Fundação Skoll e Schwab Foundation, entre outras. À medida que o campo cresce em popularidade e credibilidade, ele se profissionalizou de várias maneiras. A Ashoka, pioneira na identificação e no cultivo de empreendedores sociais, sugere que o “empreendedorismo social” atingiu um “ponto de inflexão”, tornando-se não apenas dominante, mas atraindo investidores em mudança social por meio da inovação.

Saiba como aplicar o 13º salário de forma inteligente e rentável

Todo trabalhador aguarda o final de ano para receber o 13º salário, um dinheiro extra que realmente é muito bem vindo para ajudar em nossa economia. Mas, ás vezes, a forma como é utilizado esse valor pode fazer com que não haja retorno algum e nem mesmo saibamos onde foi gasto. A pergunta é: comprar, guardar ou pagar dívida?

Primeiramente o que deve ser feito é realizar um planejamento de suas economias antes de decidir como utilizá-lo. Comece anotando tudo. Sua renda total, suas dívidas (caso tenha), suas despesas do mês e se tem algum dinheiro guardado. Após isso, relacione no papel tudo o que você gostaria de fazer com o 13º.

Essa primeira parte parece sem importância, porém, segundo Jaques Cohen (planejador financeiro pela Planejar): “É legal anotar. Olhando isso no papel você já consegue fazer melhor suas escolhas, ver o que é mais importante” (UOL).

Depois de anotado tudo, chega-se a hora de tomar a importante decisão, que dependendo pode melhorar ou piorar sua economia. A melhor escolha a se fazer é pagar as dívidas. Segundo especialistas que foram entrevistados pela equipe do UOL, todos eles são unânimes em afirmar que essa é a melhor escolha (UOL).

A segunda recomendação é que parte do dinheiro seja guardado, pois, caso surja uma emergência, tenha donde tirar o dinheiro. E no começo de ano essas emergências podem surgir rapidamente através do IPVA e IPTU, é preciso pensar nesses impostos para que não seja pego de surpresa e volte às dívidas novamente (Finanças Femininas).

A terceira opção, em ordem de importância, é poupar pensando à longo prazo, poupar para o futuro. O ideal, segundo Cohen, é sempre poupar, não apenas com o 13º salário, mas, se possível, todos os meses, isso torna a nossa economia mais segura.

Por fim, se for utilizar o dinheiro para fazer compras, não compre à prazo, sempre pague à vista, aproveitando para pedir descontos, assim, comprando mais barato e sem deixar surgir uma nova dívida.

Ebit projeta aumento no faturamento da Black Friday

Boas notícias para lojistas e consumidores que pretendem economizar nesse fim de ano. Uma das datas mais importantes do e-commerce nacional, a Black Friday ocorrerá em 23 de novembro em 2018 e os descontos são expressivos.

O Ebit, principal entidade que realiza a medição do mercado virtual brasileira, prevê um crescimento de 19% em relação ao ano passado, chegando ao faturamento de R$ 2,5 bilhões.

Os varejistas brasileiros adotaram a data em 2010. A ideia é oferecer descontos surpreendentes na última sexta feira de novembro, assim renovar os estoques para o fim de ano. Também é uma boa oportunidade das lojas virtuais de serem conhecidas pelo público, realizar conversões, aumentar o faturamento médio e o engajamento com o público.

Pesquisa recente conduzida pelo site Reclame Aqui com 2,9 mil consumidores mostrou que:

o percentual de 72% dos entrevistados pretende aproveitar os descontos e comprar na Black Friday. Os demais 27,58% não pretendem comprar. Entre os motivos estão:

53,53% não acreditam nas ofertas;

20,45% tiveram problemas em outras edições da Black Friday;

16,73% não se interessam pela data de descontos.

Descontos chegam a 50%

Neste ano, 33% das lojas virtuais prometem descontos entre 31% e 50%, percentual considerado relevante, em especial pela maior atenção e descrédito que os consumidores dão a data. Eles estão pesquisando mais, identificando as ofertas que não tem desconto ou o desconto é baixo e fazendo queixas, tanto nos sites de reclamações, quanto nas redes sociais.

51% dos entrevistados acham os descontos concedidos são pouco ou nada confiáveis;

46,08% acham parcialmente confiáveis e é importante pesquisar bem para aproveitar as ofertas;

38,65% acham que os descontos são pouco confiáveis;

12% acham que são nada confiáveis “Black Friday no Brasil não dá certo”;

2,78% acreditam que os descontos são muito confiáveis e é possível aproveitar os descontos.

O presidente do Reclame Aqui, Mauricio Vargas, afirma que o público tem aceitado mais a black Friday, inclusive pesquisando antes de comprar. Além disso, as grandes empresas do setor estão consertando os erros das edições passadas. “Acredito que será uma Black Friday melhor em comparação a outros anos”, ressalta.

Nova previsão para safra de café 2018 aponta recorde de 59,9 milhões de sacas

Em uma nova estimativa, a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) elevou a previsão da safra de café do país em 2018 para um total de 59,9 milhões de sacas de grãos de café, o que significa um aumento considerável de 3,2% em comparação com a previsão anterior. De acordo com a companhia, essa nova previsão poderá chegar a um recorde importante na safra de grãos de café.

Além disso, esse novo levantamento oficial realizado sobre a safra de café no Brasil apontou que o maior produtor e exportador do grão poderá ter um aumento de 33,2% na safra de café este ano em comparação com a safra de 2017. Sobre esses dados, a Conab relatou que as boas condições climáticas são os principais fatores para existir elevação na previsão da safra de 2018.

A companhia ainda destacou o avanço tecnológico como um dos fatores que mais contribuirão para uma safra maior em 2018. “Em relação à produtividade, o setor ainda conta com o avanço tecnológico que tem auxiliado os produtores em melhores condições de plantio de café”, revelou a Conab.

A nova previsão da Conab ainda supera com bastante folga o resultado obtido em 2016, quando o Brasil produziu um total de 51,37 milhões de sacas do grão. Para este ano, a projeção do café arábica, que é o tipo de café com maior concentração de produção no país, foi estimada em 45,9 milhões de sacas. A previsão do mês de maio para o café arábica era de 44,33 milhões de sacas. Já comparado ao ano passado, que foi marcado como um ano de baixa produtividade para o café arábica, a safra deste ano tem uma projeção de aumento de 34,1%.

O café robusta, ou conilon, teve a projeção corrigida para 14 milhões de sacas neste ano. A previsão anterior estimava a produção desse tipo de café em 13,7 milhões de sacas. Para esse tipo de café, a Conab destacou que o aumento em relação a safra de 2017 corresponderá a um total de 30%.

Já em relação a produtividade média, o café arábica teve sua estimativa apontada em 30,74 sacas a cada hectare, o que significa um recorde histórico para o setor. Em relação a produtividade obtida em 2017, a projeção deste ano aponta um aumento de 33%. No caso do café robusta, essa produtividade média foi estimada em 38 sacas a cada hectare, o que indica um aumento de 35,3% em comparação com o ano anterior. Essa previsão também aponta um recorde histórico para a produtividade desse tipo de café. Com essas novas notícias, é esperado uma boa movimentação da economia do setor de produção de café do país.

Fim do programa Mais Médicos eleva fila nas unidades básicas de saúde do país

Diversas cidades brasileiras sentiram os reflexos causados pela descontinuação do programa Mais Médicos. Com a retirada dos médicos cubanos que atendiam em várias cidades do país, os atendimentos médicos ficarão ainda mais precários. Na maioria dos postos de atendimento há diversas filas por causa da redução de médicos, enquanto que em outros postos de saúde o atendimento foi totalmente bloqueado pela falta de médicos.

Essa falta de médicos atingiu principalmente as cidades de São Paulo, Matão (SP), Itapecerica da Serra, Novo Hamburgo (RS), Ponta Grossa (PR), São Miguel Arcanjo (SP), Cruzeiro do Sul (AC), Gravataí (RS), Campinas (SP), São Leopoldo (RS) e Uberaba (MG). Nestas cidades, há unidades de saúde sem nenhum médico para prestar atendimento básico à população.

Na cidade de Matão, em São Paulo, a USF que atende no bairro Cadioli possuía ao todo apenas três médicos, sendo todos eles cubanos. Com a nova medida que acabou com o programa Mais Médicos, esse mesmo posto ficou com as salas vazias sem poder prestar nenhum tipo de atendimento.

Além de Matão, cidades no Paraná e no Rio Grande do Sul também foram fortemente afetadas pelo fim do programa Mais Médicos. Nessas regiões, os médicos cubanos que atendiam nos postos de saúde receberam uma espécie de comunicado do próprio governo cubano relatando o cancelamento do programa.

Até o momento, o fim do programa Mais Médicos segue com o cancelamento do atendimento oferecido pelos médicos cubanos. Embora o governo cubano tenha anunciado o fim do programa ainda em 14 de novembro deste ano, não havia nenhuma data para que os médicos cubanos cancelassem o atendimento prestado aos postos de saúde do Brasil. Mas de acordo com a Opas (Organização Pan-Americana da Saúde), a previsão é de que os médicos cubanos retornem para Cuba até o dia 12 de dezembro ainda deste ano.

Nas notícias divulgadas sobre o fim do programa Mais Médicos, o governo cubano informou ao Brasil que as “referências diretas, ameaçadoras e depreciativas” realizadas pelo presidente Jair Bolsonaro foram uma das razões para a descontinuação do programa. Com este comunicado, o governo cubano se mostrou preocupado com o rumo que o Brasil tomará a partir dos próximos anos.

Tipos importantes de economia

As economias podem ser classificadas de várias maneiras. Um leigo, por exemplo, pode classificar as economias como ricas e pobres.

Em uma economia chamada de rica, a renda per capita e o padrão de vida são muito altos, enquanto que em uma economia pobre como a da Índia, a renda per capita é extremamente baixa e o cidadão médio dificilmente recebe duas refeições quadradas por dia.

As economias também podem ser classificadas como simples ou complexas. Uma economia simples como a de uma aldeia indiana isolada é auto-suficiente. Todas as necessidades dos aldeões estão plenamente satisfeitas na própria aldeia. Não tem comércio com o mundo exterior.

Os requisitos do povo devem ser muito poucos. Cada família na aldeia pode estar carregando o que é chamado de subsistência, isto é, produzindo o suficiente de todos os bens para satisfazer suas próprias necessidades. Durante muito tempo, o agricultor indiano continuou a agricultura de subsistência, ou seja, produzindo para a família e não para o mercado. A economia de uma cidade ou cidade moderna é um exemplo muito complexo. Milhões de pessoas estão amontoadas em uma pequena área e há centenas e milhares de ocupações.

Existe um grau extremo de especialização de produtos e. empresas, e ninguém pode sequer sonhar com auto-suficiência. Ser auto-suficiente não é considerado desejável nem viável. Para a satisfação das necessidades do povo, milhões de trabalhadores, produtores e empresários devem cooperar.

Os bens têm que vir às vezes do extremo mais distante do mundo. Pense em quantas centenas de pessoas – produtores de matérias-primas ou indústria de papel, fabricantes de papel, impressores e trabalhadores, autores e escritores de centenas de livros que eles possam ter consultado, representantes de editores, longa cadeia de intermediários e vendedores de livros de varejo— deve ter colaborado para colocar este livro em suas mãos. A especialização e a cooperação necessárias sob a forma de troca mútua são as características dominantes de uma https://portogente.com.br/portopedia/73122-tipos-de-economiaYour text to link… moderna.

As economias podem ainda ser classificadas como agrícolas e industriais. Em agricultura é a principal ocupação da massa do povo. A economia produz em grande parte produtos agrícolas, matérias-primas e grãos de alimentos.

Conheça a história da empreendedora que criou o movimento social Black Money

Eleita entre as cem pessoas afrodescendentes consideradas mais influentes em todo o mundo, a empresária Nina Silva, fundadora do Movimento Black Money, defende que o uso da tecnologia deve estar ao alcance de todos. Ela acredita que ainda há uma defasagem muito grande nesse campo e ressalta a importância de ações de inclusão digital.

Nina foi uma das palestrantes presentes no RD Summit, um evento que na edição de 2018 ocorreu em Florianópolis. No encontro, cuja principal temática foi “Tecnologia para quem?”, a empresária discorreu justamente sobre uma de suas maiores preocupações de ordem social: a falta de diversidade dentro das empresas e a necessidade de reverter tal situação. Conforme esclareceu, além do caráter humanitário, as organizações devem considerar que estão perdendo oportunidade de lucrar com o talento de diversos profissionais.

Nascida no Rio de Janeiro, Nina passou boa parte de sua vida vivendo no Jardim Catarina, um local conhecido por sua extensa favela, uma das maiores do país. Mesmo enfrentando dificuldades na vida, a agora empresária disse em uma entrevista para o portal Pequenas Empresas e Grandes Negócios, que nunca se sentiu adaptada àquela situação em que se encontrava. Ela apontou que a prioridade era prover o próprio sustento, mas isso não impediu que tivesse maiores aspirações.

Nina possui formação acadêmica na área de tecnologia da informação e disse ter escolhido este segmento por conta de ser promissor financeiramente. Antes de se formar, entretanto, a jovem atuava em outro meio: era escritora especializada em diversidades raciais. Além disso, a empresária também escrevia contos eróticos.

A fundadora do Movimento Black Money se surpreendeu quando ingressou no mercado de trabalho do segmento de tecnologia da informação. Embora recebam formações similares, homens e mulheres recebem salários diferentes, informou a empresária. Nina também salienta que os profissionais afrodescendentes não costumam receber a mesma valorização que os demais.

Para mudar tal realidade, Nina se empenhou arduamente em sua carreira e fundou o Movimento Black Money, que em tradução livre para a língua portuguesa significa “Dinheiro Negro”, uma alusão à capacidade de geração de lucro através do talento de profissionais afrodescendentes. Educação, comunicação e mídias inovadoras são os focos do projeto, explica a empreendedora.

Saiba mais:

https://revistapegn.globo.com/Empreendedorismo/noticia/2018/11/tecnologia-tem-que-ser-para-todas-pessoas-diz-nina-silva-fundadora-do-movimento-black-money.html

Agência de segurança sanitária da França pede fim das cabines de bronzeamento

A Anses (Agência Nacional de Segurança Sanitária) da França pediu para os poderes públicos do país para que adotem medidas que cessem a exposição de pessoas aos raios UVA artificiais observados dentro de cabines de bronzeamento artificial. De acordo com a agência, o risco de desenvolver câncer é o principal motivo para que esse tipo de procedimento seja banido no país.

Durante o pedido, o diretor da agência, Olivier Merckel, revelou sobre o assunto: “Pedimos a suspensão de atividades que utilizem o bronzeamento artificial ou a venda de produtos que oferecem exposição aos raios UVA artificiais com a finalidade estética”. De acordo com Merckel, essa ação tem como objetivo aumentar a prevenção contra o câncer no país, e assim reduzir futuros casos da doença.

“É hora de agir contra esse problema. As notícias científicas sobre o assunto mostram dados e provas sólidas de que há um risco significativo do desenvolvimento de câncer quando as pessoas são expostas aos raios UVA artificiais”, disse Olivier Merckel.

Esse não é o primeiro pedido realizado por instituições no país. Desde 2015 um conjunto de dermatologistas, senadores franceses e a própria Academia Nacional de Medicina pedem a proibição do uso de cabines de bronzeamento artificial. No entanto, o governo do país tem ignorado esses pedidos, adotando apenas medidas mais rigorosas para regulamentar esse tipo de procedimento. Dentre as medidas, o governo francês instituiu em 2013 que menores de 18 anos não podem realizar o procedimento estético.

De acordo com a “Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer”, os raios UVA utilizados nas cabines de bronzeamento representam um grande risco para a saúde. Em 2009, a agência classificou todos os dispositivos que utilizam esse tipo de radiação como agentes cancerígenos.

A Anses ainda destacou que não há nenhum nível seguro para a utilização desse procedimento estético. “Não há doses seguras ou limite de exposição a radiação que possa proteger os usuários das cabines de bronzeamento”, revelou a agência. “Os dados apontam que pessoas com mais de 35 anos aumentam em 59% o risco de desenvolver um melanoma somente por utilizar uma única vez a cabine de bronzeamento. Nós calculamos que 43% dos jovens com menos de 30 anos que possuem melanoma na França estão relacionados a exposição aos raios UVA artificiais”, enfatizou a Anses.

Chefe comercial da índia prevê redução na produção de algodão

O chefe comercial da Índia revelou em notícias divulgadas pela revista Reuters que a produção de algodão da safra 2018/19 poderá cair até 4,7% em relação a temporada anterior. De acordo com o chefe comercial da Índia, essa redução significa que o país produzirá em torno de 34,8 milhões de fardos nessa nova safra. Essa redução apresentada pela Índia se aplica a escassez de chuva que o país tem vivido atualmente. Além disso, o chefe comercial destacou que os ataques da lagarta rosada têm impactado na produção de algodão do país.

Essa queda da produção do algodão deverá ainda limitar as exportações realizadas pela Índia, que é atualmente o país com maior concentração de produção da fibra em todo o mundo. Tudo isso ainda acontece em um cenário onde a China, que é o maior consumidor da fibra no mundo, tem apresentado maior demanda por diversos tipos de importações, inclusive o algodão. A redução da produção de algodão indiano ainda poderá proporcionar um suporte aos preços da fibra em todo o mundo, que estão atualmente próximos das mínimas dentro de um período maior que nove meses.

O presidente Atul Ganatra que representa a “Associação de Algodão da Índia” revelou sobre a redução na produção de algodão: “Nossas estimativas são de que essa nova produção de algodão de 2018/19 seja menor em Gujarat em relação a produção anterior. Essa redução é uma consequência do tempo seco que não favorece a produção da fibra”.

Ganatra destacou na Reuters que a redução da produção de algodão em Gujarat terá grande impacto na produção e na economia do país. Isso porque Gujarat é o Estado que mais produz algodão na Índia. Neste ano, o nível de chuva em Gujarat foi 28% menor do que a média registrada para a temporada de monções, que é o período que corresponde de junho a setembro. As informações sobre o nível de chuva no país foram informadas através do “Departamento Meteorológico da Índia“.

Em Gujarat, a redução da produção de algodão poderá chegar a 14,3% em comparação com a produção anterior. As novas estimativas são de que o Estado produza apenas 9 milhões de fardos nessa nova temporada.

Guilherme Paulus irá inaugurar novo hotel de luxo em São Paulo

O empresário Guilherme Paulus continua investindo pesado no ramo da hotelaria. Considerado como uma das maiores referências do Turismo no país, o executivo, que além de presidente da rede GJP Hotels e Resorts também atua como membro do Conselho da CVC Corp., irá abrir um novo estabelecimento em São Paulo nos próximos anos.

O novo hotel irá funcionar em uma propriedade luxuosa na avenida Cidade Jardim, em um edifício histórico da capital paulista, adquirido recentemente pelo empresário. Anteriormente, o imóvel funcionava como sede da agência de publicidade brasileira DPZ e era tido como um dos imóveis mais icônicos da cidade.

A expectativa é de que o novo empreendimento de Guilherme Paulus seja inaugurado no ano de 2020, com um total de 65 apartamentos, rooftop, salão de eventos e restaurantes. Por enquanto, já se sabe que a intenção do grupo GJP é criar uma nova bandeira para esse hotel, a qual poderá futuramente se expandir também para a cidade do Rio de Janeiro.

Esse será mais um entre os hotéis de luxo da rede GJP, que já possui estabelecimentos luxuosos no sul do Brasil, na serra do Rio Grande do Sul, como o Saint Andrews Gramado e o Wish Serrano Resort, ambos com reconhecimento internacional. Além disso, a empresa também conta com as bandeiras Prodigy e Linx.

Apesar do cenário de crise, Guilherme Paulus continua defendendo que é importante investir no setor de turismo e hotelaria. Segundo ele, os brasileiros não deixam de viajar em função das dificuldades econômicas, somente repensam melhor os gastos e optam por destinos mais próximos e acessíveis. Esse é o motivo pelo qual ele permanece afirmando que o segmento ainda tem muito espaço para se desenvolver no Brasil.

Em outras grandes economias mundiais, o setor de turismo gera cerca de 9% do Produto Interno Bruto, enquanto no Brasil, a porcentagem está em aproximadamente 3,5%, o que atesta o otimismo de Guilherme Paulus sobre o imenso potencial brasileiro nesse aspecto. E para explorar esse potencial, é importante que os setores ligados ao turismo trabalhem de forma conjunta e integrada.

Para garantir o crescimento da rede GJP Hotels & Resorts, o empresário tem investido na modernização de vários de seus empreendimentos, atento as oportunidades que podem surgir no futuro. No momento, a empresa conta com um portfólio de 15 resorts luxuosos, além de estabelecimentos de outras categorias, o que possibilitou que ela atingisse o valor de mercado de R$ 1 bilhão. Em relação a taxa média de ocupação desses hotéis, a mesma permanece em torno de 70% ao longo do ano, um índice espetacular para o segmento hoteleiro.

Um dos estabelecimentos mais elogiados da rede de Guilherme Paulus é o Prodigy Hotel Santos Dumont Airport, o qual foi inaugurado em 2015 ao lado da entrada do aeroporto de voos doméstico do Rio de Janeiro. Construído para ser um hotel de grande porte, com cerca de 300 suítes, o local ainda se destaca como uma alternativa útil para os executivos, pois conta com um imenso auditório dedicado exclusivamente para reuniões.