Celulose tem queda de 10,5% na exportação nos meses de junho e julho

A produção de celulose no Brasil cresceu 0,09% no mês de julho ante o mesmo mês do ano passado para 1,6 milhões de toneladas, de acordo com dados da Indústria Brasileira de Árvores a Ibá. A produção acumula 4,7% no primeiro semestre do ano e no mesmo período de 2016 a produção foi de 11,2 milhões de toneladas. Só no mês de julho a produção teve queda de 10% na exportação sendo 991 mil toneladas, um volume de 7,8 milhões de toneladas de janeiro a julho de 2016, uma alta de 4,3%.

Em trajetória de queda, as importações permaneceram em 46,7 no mês de julho para 16 mil toneladas e de janeiro a julho deste ano para 130 mil toneladas.

A produção de papel teve avanço de 2,2% em julho deste ano comparado a 2016, sendo 890 mil toneladas. Nos primeiros sete meses esse total caiu 0,1% sendo 6 milhões de toneladas.

O mercado doméstico teve aumento de 1,6% nas vendas somente no mês de julho, para 457 mil toneladas, porém a queda de 1,0% no total de janeiro a julho, foi de 3 milhões de toneladas.

O aumento nas exportações cresceram em julho deste ano comparado ao ano passado para 1736 mil toneladas e teve alta de 1,1% no total dos meses de janeiro a julho para 1,2 milhão de toneladas.

O mercado doméstico de painéis de madeira teve uma expansão de 10% no mês de julho deste ano e no ano passado foi de 550 mil metros cúbicos, totalizando 0,1% nos primeiros sete meses do ano sendo 3,6 milhões de metros cúbicos.

A evolução nas exportações foram de 40,5% de julho desse ano para julho de 2016 com 118 mil metros cúbicos e no total essa alta foi de 61,4%, sendo 715 mil metros cúbicos.

O saldo na balança comercial do setor, de janeiro a julho chegou a 4,1 bilhões de dólares FOB, um crescimento de 9,5% comparado com o ano passado. O saldo de 3,4 bilhões de dólares FOB foram alcançados somente pela celulose, um avanço de 8,3% em comparação ao primeiro semestre de 2016 e 161 milhões de dólares FOB de painéis de madeira uma alta de 25%.

A celulose dentro das exportações tem 41% de venda para o exterior seu principal destino é a China que teve uma representação de receita de 1,4 bilhões de dólares, um aumento de 22,7% comparados ao mesmo período do ano passado. A Europa vem em seguida com 30% e uma receita de 1 bilhão de dólares FOB, uma diminuição de 2% em comparação ao mesmo período de 2016.

 

Prejuízo econômico com a violência contra a mulher chega a 1 bilhão

Após uma violência doméstica, a mulher sofre com a falta de concentração, erros recorrentes e ausência no local de trabalho e segundo um estudo realizado na Universidade Federal do Ceará, foi identificado que o custo a economia brasileira pode chegar a 1 bilhão de reais. Essas ações após as agressões têm como resultado um montante que deixou de circular no país e causam sequelas irreparáveis.

O relatório realizado pela segunda vez pelo Centro de Pesquisas de Condições Socioeconômicas e Violência Doméstica e Familiar, fez o acompanhamento da vida de 10 mil mulheres localizadas em 9 capitais do Nordeste desde do ano passado.

O estudo contou com a parceria do Instituo Maria da Penha e teve a participação dos Estados Unidos e Europa. As mulheres que participaram das pesquisas que moram no Piauí disseram que a saúde mental foi afetada pela agressão sofrida e em 42% das mulheres que moram em Sergipe e 40% no Rio Grande do Norte disseram sofrer com as mesmas sequelas.

Na pesquisa os números indicaram que as que sofreram agressões faltaram no serviço durante 18 dias no ano e as mesmas ficam menos tempo em seus empregos, com uma média de 58 meses e as que não sofrem violência doméstica ficam em média 78 meses em seus empregos.

Os salários das mulheres são 10% menores que dos homens. As que sofrem violência doméstica recebem em média, R$ 5,98 por hora trabalhada e as que não sofreram violência recebem R$ 9,11 no Ceará. As mulheres negras que sofrem violência chegam a receber 22% a menos, sendo que de um modo geral a empregabilidade é menor para as mulheres.

A violência contra a mulher deprecia o capital humano delas, segundo José Raimundo Carvalho Júnior, professor e coordenador da pesquisa, “A violência deprecia o capital humano da mulher. Grande parte do emponderamento feminino vem da capacidade de trabalho. O homem produz a violência contra a mulher, causa todos esses impactos, cria uma sequela na economia e retroalimenta essa relação: ele sabota a mulher como trabalhadora e ela perde esse emponderamento. Os setores públicos e privados não fazem praticamente nada para reverter isso”, disse Raimundo.

 

Aprenda a criar um orçamento familiar antes mesmo de se casar

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A maioria das pessoas dizem que o dinheiro não pode comprar a felicidade, mas quando se trata de realizar o grande sonho de fazer uma festa de casamento, o dinheiro tem um papel importante nessa busca por felicidade. Para conciliar o casamento com uma vida financeira saudável confira a seguir algumas dicas para que você e o seu parceiro possam ter um orçamento feliz para sempre.

Avalie a vida financeira do casal

Muitos casais podem deixar de falar sobre dinheiro antes do casamento, mas essa falta de conhecimento pode ser bastante arriscada. Erros do passado podem afetar o futuro dos dois juntos. Conheça a situação financeira um do outro, como quantos cartões de crédito você tem e como você gasta seu dinheiro antes de caminhar em direção ao altar da igreja. Obter uma boa compreensão sobre os hábitos de consumo e a imagem financeira do seu parceiro irá ajudá-lo a tomar decisões sobre como organizar o seu dinheiro depois de se casar.

Conheça as dívidas do seu parceiro

Conheça as dívidas do seu parceiro antes de combinar suas finanças. Se necessário, você poderão trabalhar juntos para quitarem as dívidas. Até que isso aconteça, mantenha as suas finanças separadas, por exemplo, tente evitar abrir uma conta conjunta ou adicionar seu parceiro como usuário autorizado de sua conta. Vocês precisarão ter, pelo menos, um bom histórico de crédito para resolver assuntos legais, inclusive sobre o casamento.

Guarde dinheiro para o futuro do casal

Depois de firmar compromisso sério com seu parceiro, abra uma conta poupança destinada a metas financeiras e despesas futuras do casal. De um modo geral, muitos especialistas recomendam colocar pelo menos 10% de sua renda em uma poupança por mês. Se você está economizando para um casamento, você pode considerar impulsionar esse montante para que você continue contribuindo para suas economias normais enquanto ainda põe dinheiro para o grande dia. Mesmo se você tiver ajuda para pagar o casamento, você ainda vai querer algum dinheiro economizado, talvez para uma lua de mel ou um pagamento inicial em uma nova casa.

Crie um orçamento para o qual ambos possam viver

Obtenha todas as suas contas e documentos que possuem em comum e, literalmente, coloque tudo na mesa. Calcule o quanto você terá de contas para pagar a cada mês, quanto você terá de renda combinada e o que realmente ficará no bolso do casal depois de pagar as contas. Além disso, é útil estabelecer limites de gastos.

 

Uma pequena retrospectiva da economia do Brasil até a crise mundial de 2008

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O Brasil é a maior economia da América do Sul e a oitava maior do mundo até o ano de 2015. Em 2015, produziu US$ 3.166 trilhões em bens e serviços, conforme medido pela paridade do poder de compra. No entanto, sua taxa de crescimento desacelerou de 7,5% em 2010 para -3,0% em 2015. O Brasil também tem estagnação, com inflação em 10,6%. O que aconteceu?

Em 2011, o governo aumentou o gasto público, elevou o salário mínimo e forçou os bancos estatais a emprestar mais. Ao mesmo tempo, o Banco Central baixou a taxa de desconto de 11,5% para 7,25%. Isso desencadeou a inflação, que o governo agravou ao reduzir os impostos sobre vendas e ao baixar os preços nas tarifas de alimentos, gasolina e ônibus.

Os controles de preços prejudicam os lucros da Petrobras, empresa estatal de petróleo, e competiram injustamente contra a produção de etanol anteriormente no Brasil. Os líderes empresariais reduziram o investimento em face dessa intervenção governamental. Isso só foi agravado por problemas nos leilões governamentais de projetos rodoviários e ferroviários e outras intervenções nas indústrias elétrica e bancária.

Graças a esta política fiscal e monetária expansiva, a inflação superou os salários recém-levantados. Como resultado, os consumidores reduziram seus gastos. Para reduzir a inflação, o Banco Central elevou as taxas de juros em 2012, de 7,5% para 8%. Este é o mesmo tipo de política monetária stop-go (termo em inglês) combinada com controles de preços salariais que causaram a estagnação dos EUA na década de 1970.

Como o governo fortaleceu a economia do Brasil na crise de 2008?

O governo aplicou uma disciplina econômica que o ajudou a resistir à crise financeira de 2008. Em 2007, o crescimento econômico do Brasil foi de 5,4%, a inflação caiu para 3,6% e o superávit da balança corrente aumentou para US $ 3,6 trilhões. Como resultado, os brasileiros tiveram mais renda para gastar internamente. Por estes motivos, muitos investidores concordaram que o Brasil era o mais forte das cinco economias de mercado emergentes BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).

Em um movimento altamente incomum para um país latino-americano, o Brasil pagou sua dívida com o Fundo Monetário Internacional (FMI) um ano antes do tempo. O pagamento final do Brasil de US$ 15,46 bilhões foi realizado em dezembro de 2005. Os fundos vieram das reservas monetárias brasileiras de US$ 66,7 bilhões, sendo um dos fatores para não se afogar na crise de 2008.

 

Dívidas de R$ 7 bilhões levam Grupo Bertin a pedir recuperação judicial

 

Diante da crise econômica em que nos encontramos, nem todas as empresas conseguiram resistir bem, não sendo raros os casos de falência ou de um grande número de demissões. Um exemplo que podemos citar é do Grupo Heber, conhecido anteriormente como Grupo Bertin, que, recentemente, por conta de sua crise financeira, teve de entrar, na Justiça do Estado de São Paulo, com um pedido de recuperação judicial.

E quando falamos “crise”, não estamos nem de longe exagerando, já que é de aproximadamente R$ 7 bilhões a dívida que, na recuperação, deverá ser negociada.

Especificando melhor o pedido em questão, feito à Justiça paulistana, de início já podemos destacar que o mesmo envolve, ao todo, nove empresas, sendo elas: Heber Participações S.A.; Infra Bertin Empreendimentos S.A.; Compacto Participações S.A.; Comapi Agropecuária S.A.; Doreta Emprendimentos e Participações S.A.; Cibe Participações e Empreendimentos S.A.; Contern Construções e Comércio Ltda; Águas de Itú Gestão Empresarial S.A.; e Concessionária SP Mar S.A.

E pontuada a grandiosidade do Grupo Bertin, vale a pena destacar, a partir disso, que o seu início se deu apenas no setor de carnes, e que só mais para frente que, ao crescer e buscar mais e mais crescimento, resolveu-se participar de outros setores, a exemplo do setor de construção e infraestrutura, tão distante de seu propósito original. E, para se ter uma ideia de como o nome ‘Bertin’ está difundido em vários segmentos da sociedade, podemos lembrar da SPMar, que é uma das subsidiárias do referido grupo, e atual responsável pela administração de um trecho do Rodoanel Mario Covas, situado em São Paulo.

Todavia, ainda que a grandiosidade seja por conta da expansão do negócio para outras áreas, e que o negócio original tenha sido o das carnes, hoje em dia, eles já não mais controlam o frigorífico. Não muito surpreendentemente, o mesmo foi vendido à atual líder do mercado de proteína animal no mundo, JBS, ainda no ano de 2009. E é importante destacar ainda, que foi após essa aquisição em específico, que a JBS passou à referida posição de liderança mundial.

Já voltando à questão da crise em si, pela qual passa o grupo aqui tratado, a explicação para que tenha ocorrido, dada pelo próprio, inclusive, é de que, frente ao agravamento da crise econômica pela qual o Brasil vem passando desde 2014, o àquela época ‘Grupo Heber’, começou a ter dificuldades financeiras, como, por exemplo, na construção do trecho Leste do Rodoanel. Nesse caso, a empresa diz ter feito “pesados investimentos”, quando necessitou de obras que, no projeto licitado, não estavam lá constando. E também salientam, quanto aos trechos da referida rodovia que são por eles administrados, que esses terminaram, em contrariedade ao que estava previsto no contrato, por terem menos praças de pedágio, assim gerando um prejuízo em suas receitas, e assim com os custos aumentando.

 

Como escolher uma corretora para investir no Tesouro Direto?

 

Escolher uma corretora para investir no Tesouro Direto é uma das principais dúvidas e empecilhos que acabam impedindo as pessoas de investir.

De uma maneira simples, existem três coisas que você deve analisar antes de escolher sua instituição financeira, e assim começar a investir.

A primeira das coisas e uma das mais importantes a serem avaliadas é a taxa de administração cobrada pela instituição, já que ela afetará de maneira direta os seus ganhos. Quanto mais baixa for a cobrança da taxa, melhor para você que irá economizar. Existem corretoras que nem mesmo cobram taxas, mas é necessário pesquisar para ver se as opções oferecidas são adequadas para você.

Quase todas as corretoras cobram taxas, mas ao contrário do que muitas pessoas pensam, as taxas mais baixas não estão vinculadas aos bancos, por isso não considere uma taxa de 0,5% ao ano baixa, já que muitas corretoras cobram 0,1% ao ano.

O nome de todas as corretoras autorizadas estão no site do Tesouro Direto, então para escolher a melhor para você, basta entrar no site.

As funcionalidades oferecidas também são outro ponto importante, que mercê atenção. Taxas muito baixas podem esconder dificuldades futuras, por isso análise também: Se o agente é integrado ao Tesouro, se permite aplicações programadas e se repassa os recursos para sua conta no mesmo dia. Quando a corretora é integrada ao Tesouro, você pode investir através do “Homem broker” da corretora, o que facilita para os iniciantes no site do Tesouro Direto, que tendem a ficar confusos com todas as informações.

Com as aplicações programadas é possível agendar para reinvestir automaticamente nos títulos de interesse, além de programar a venda ou a compra antecipadamente.No caso do repasse, o ideal é que seja feito no mesmo dia.

E por fim, o porte da corretora, que também precisa ser levado em consideração. Quando maior for a corretora, menor a chance dela quebrar e você se prejudicar. O ideal é que ela esteja entre as 10 primeiras do Ranking por Número de Compras.

De uma maneira geral, estes 3 fatores são relevantes na hora de escolher uma corretora, por isso dê preferência a uma corretora com baixa taxa de administração, com funcionalidades supracitadas e que tenha uma boa colocação, assim você terá mais chances de ser bem sucedido em seus investimentos.

Cresce o otimismo dos bancos com o mercado financeiro nacional

Apesar de ainda não ter saído o nosso país da situação de crise econômica em que se encontra há pelo menos mais de um ano, com o tempo, no entanto, cada vez mais as perspectivas otimistas vêm surgindo, como é o caso mais recente do mercado financeiro. É que foi enfim adotado um discurso otimista para a economia, por este mercado, ainda que com uma certa cautela, é claro, dadas as incertezas políticas que acabam por influenciar o cenário econômico, queiramos ou não. E os dirigentes dos bancos de investimento de maior destaque apresentam-se de fato otimistas, considerando um provável avanço para os negócios em nosso país, mesmo com todas as dificuldades envolvendo a aprovação de reformas no Congresso, tidas a partir das delações envolvendo a JBS.

E quanto à questão, o vice-presidente do Bradesco, Marcelo Noronha, ainda lembra que no ano anterior, 2016, houve uma “diminuição no apetite por negócios”, isso por parte dos chamados ‘investidores institucionais’, como não só os bancos, mas também os fundos de pensão, além das gestoras de investimento. Fora isso, Noronha destaca que há também o fato de que a incerteza era bem maior no cenário do ano passado, estando a taxa de juros ainda mais alta, inclusive. Assim sendo, no cenário mais recente, destacam-se os “aportes em crédito corporativo”, ou seja, empréstimo a empresas, isso dentre as opções existentes de aplicação de recursos. O destaque, no caso, está na taxa de retorno, que é mais atrativa, apesar de que têm maior risco esses aportes.

Ademais, pode-se ainda salientar sobre o fato de que o mercado de ações tornando-se, cada vez mais, alvo de investidores tanto locais quanto internacionais, de modo que o responsável pelo setor de banco de investimento do Credit Suisse, Fábio Mourão, chega a observar uma volta do investidor ao mercado de capitais. Afinal, como ele mesmo explicou no mês de agosto deste ano, houve um forte retorno, considerando-se os últimos meses, tanto das transações de abertura de capital, IPO, quanto das emissões de ações, follow on. Sendo bom lembrar, inclusive, vinham essas tendo um movimento fracos nos últimos três anos.

 

Autora de Harry Potter volta a ser a mais bem paga do mundo

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A saga de Harry Potter, descrita em sete livros publicados entre 1998 e 2007, ainda rende à sua autora, a britânica Joanne Rowling, recordes de vendas e faturamento. Dizer que J.K. Rowling é apenas escritora é de certa forma diminuir o alcance de sua obra. Com diversas adaptações para teatro e cinema de suas histórias, a consagrada autora parece não cansar de acumular recordes.

Isso porque, em maio de 2017, um levantamento da revista Forbes colocou Rowling no topo da lista de escritores mais bem pagos do mundo, posto que ela havia alcançado em 2008. Nove anos depois, os 95 milhões de dólares arrecadados com direitos autorais de filmes, itens licenciados, livros impressos e digitais e programas de televisão, além de outros produtos, colocam a autora novamente na primeira posição do prestigioso ranking.

Há quase uma década, a obra “Harry Potter e as Relíquias da Morte” era a responsável por elevar a britânica ao posto de escritora mais bem paga, com 300 milhões de cópias comercializadas em todo o mundo.

Estar numa lista da Forbes, no entanto, não é novidade para ela. Em 2004 ela entraria pela primeira vez para a seleta lista de bilionários da Forbes, conquistando o feito de ser a primeira escritora de todos os tempos a alcançar tal proeza.

Bater recordes graças ao personagem Harry Potter, na verdade, tem sido uma rotina para J.K. Rowling. Entre eles, estão o feito de ser um dos maiores best sellers da história mundial, com tradução para 73 idiomas.

Harry Potter e as Relíquias da Morte foi um sucesso tão estrondoso, que em seu lançamento, mais de 11 milhões de cópias foram vendidas em apenas 24 horas nos Estados Unidos.

A saga Harry Potter conta as histórias de um menino que descobre ser um bruxo com poderes mágicos aos 11 anos de idade, após receber um convite para estudar na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. A partir de então, Harry passa a viver uma série de aventuras com seus professores e outros bruxos em aprendizado na escola de bruxaria.

 

Conheça mais sobre a vida e a carreira do empresário da JHSF, José Auriemo Neto

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Antes de completar trinta anos, José Auriemo Neto substituiu o seu pai na presidência da incorporadora JHSF, assumindo com maestria a responsabilidade de administrar uma das maiores empresas do país desse setor. Diariamente, o empresário enfrenta uma rotina de trabalho cansativa e repleta de compromissos, a qual começa às 7:00 e muitas vezes termina somente após às 22:00. E além de marcar presença nos escritórios da empresa, ele ainda se esforça para acompanhar sempre que possível a rotina nos canteiros de obra, garantindo que o padrão de qualidade da incorporada esteja sendo cumprido.

Para o empresário, chamado pelos mais próximos de Zeco, o segredo do sucesso das grandes empresas é “10% inspiração e 90% transpiração”, o que torna necessário que ele esteja sempre presente no dia a dia da JHSF. O comprometimento e o espírito de liderança de José Auriemo Neto já eram características que se destacavam desde a sua adolescência, período em que ele participou de práticas extracurriculares, como quando morou na Noruega para jogar futebol em um time de categoria amadora, e também quando treinou hipismo com o famoso treinador Nelson Pessoa Filho.

A partir dos anos 90, o pai do empresário, Fábio Auriemo, tomou a decisão de investir no ramo da incorporação de imóveis, investindo primeiramente em edifícios comerciais e, logo em seguida, nos grandes centros de compras. Essa alteração no foco de mercado foi ótimo para a empresa, pois funcionou como vetor responsável pelo seu rápido crescimento e expansão nos anos seguintes, em que a JHSF desenvolveu projetos no estado de São Paulo, e também nas cidades de Salvador, Manaus e Punta del Este.

Com o executivo José Auriemo Neto na presidência, os negócios da empresa avançaram em direção ao mercado de luxo, que apresentava um excelente potencial de crescimento nos anos 2000. Entre os projetos desenvolvidos pela JHSF nesse setor, é impossível não destacar o Parque Cidade Jardim, um complexo de luxo em uma área de mais de 80 mil metros quadrados, que fica na Marginal Pinheiros, região desacreditada por muitos especialistas para receber uma construção de alto padrão como essa.

Apesar das adversidades, o empresário José Auriemo Neto não desistiu do Parque Cidade Jardim, o qual é formado por um grande shopping center de luxo, vários edifícios residenciais, quatro edifícios comerciais e um prédio em que alguns andares funcionam como sede do hotel Fasano, rede de luxo presente em todo o país.

Após o término das obras do complexo, os estabelecimentos comerciais e as residências foram rapidamente negociadas, gerando lucros altos para a JHSF. Essa visão estratégica e astuta do empresário fez com que ele se tornasse um dos grandes líderes desse setor, considerado como referência no mercado da incorporação de luxo.

Se o sucesso profissional de José Auriemo Neto é inquestionável, em sua vida pessoal o empresário também é muito bem-sucedido, tendo um lindo casal de filhos, Antônio e Olivia com a sua esposa, Mariana Landmann Auriemo. Nas horas livres, Zeco garante que tenta passar o tempo com sua família ou então em um campo de golfe, praticando o esporte.

Aumento no gás de cozinha passou a valer no dia 5 de agosto, ficando 6,9% mais caro

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Para quem já não aguentava mais tanto aumento nas contas mensais, eis que chegava então essa notícia para piorar a situação, que já não estava boa. O aviso da Petrobras, feito ainda no dia 4 de agosto, uma sexta-feira, afirmava então, para ser mais detalhista, que haveria um reajuste de 6,9% nos preços do GLP P-13, aquele que nós todos costumamos conhecer apenas como “gás de cozinha”. Sim, exatamente um aumento no preço daqueles botijões de uso residencial, sendo que o aumento já começaria a valer a partir do dia seguinte, sábado, segundo o comunicado da referida estatal.

E, mais ainda, a Petrobras salientou sobre o tal ajuste anunciado, que sua aplicação daria-se sobre preços praticados sem incidência de impostos. Além disso, também lembrou que não necessariamente o reajuste seria repassado de forma integral ao consumidor, mas que, se ocorresse isso, a estimava da companhia seria de que o preço do botijão de GLP P-13 viria a ser ajustado em cerca de 2,2%, que em reais ficaria em torno de R$ 1,29 a cada botijão vendido. Cálculo esse, é claro, feito mantendo-se as margens tanto de distribuição quanto de revenda, além das alíquotas de tributos.

Dentre as informações passadas pela Petrobras através do referido comunicado publicado à véspera do aumento, havia o destaque de que garantiria a lei brasileira essa liberdade de preços no mercado em questão, o de combustíveis e derivados. Sendo assim, um revisão como essa, feita ainda na refinaria, não necessariamente iria refletir-se no preço final, aquele que chega ao bolso do consumidor que coloca seu botijão de gás dentro de casa, normalmente para usar o fogão. Portanto, tudo dependeria, segundo a própria estatal, de repasses feitos, em específico, tanto pelas distribuidoras quanto pelos revendedores Brasil a fora.

Há ainda, a se levar em conta, a declaração dada pelo Sindigás (união das empresas distribuidoras), segundo a qual, o reajuste em questão teria uma oscilação entre os 6,4% e os 7,5%, sendo assim uma relação de dependência do específico acordo com o polo de suprimento. Calculou ainda o Sindigás, à época, qual seria o novo preço do produto aqui tratado, quando em embalagens de até 13 quilos de peso. Nesses casos, ficaria 22% abaixo da chamada “paridade de importação”. A consequência, deve-se pontuar, seria uma inibição quanto aos investimentos privados em infraestrutura justamente nesse setor de abastecimento”, destacou.