Gerenciamento empreendedor

O gerenciamento é orientado por tarefas e, portanto, o foco tende a ser atingir os objetivos da maneira mais eficiente possível. A gerência se concentra em executar as operações existentes e executá-las da melhor maneira possível. Em essência, o foco está em manter o status quo. Não há desejo de alternar processos ou olhar além dos processos e objetivos que estão atualmente funcionando.

A administração geralmente tem uma missão definida, que geralmente lida com aumento de lucratividade ou produtividade nos negócios. Estas orientam o processo de tomada de decisão e tarefa da administração – os processos são usados ​​com base em sua eficácia. Quando se trata de mudar um processo ou trocar de funções, a principal consideração é sempre o impacto que a mudança terá na eficiência da missão. Por exemplo, a gerência contrata pessoas com base em sua capacidade de cumprir uma função específica. Subordinados e processos são sempre voltados para a eficiência final, o que leva a equipe ou a organização à lucratividade ou produtividade.

Como o papel da gerência é encontrar os processos mais eficazes para alcançar a missão, o foco não está em testar novas abordagens ou experimentar coisas diferentes. Uma vez que o gerenciamento encontre um processo que funcione, ele permanecerá contanto que o processo possa ser mais eficaz do que outro método. A gestão não é revolucionar as coisas, mas continuar no caminho seguro para os objetivos. A gerência vê que são os processos que fazem o sistema funcionar, não as pessoas.

A abordagem tradicional de gerenciamento mostra que ele é semelhante a uma máquina . A gerência é responsável por uma máquina, com os processos e subordinados representando cada uma função ou parte da máquina. Portanto, a missão final da administração é garantir que cada parte esteja funcionando bem; como a gerência sabe que se uma parte falhar, toda a missão pode falhar. Mas isso também cria a visão de mundo de que a máquina é a parte mais importante, não qualquer parte individual. Quando uma peça falha, o gerenciamento substituirá ou consertará o quanto antes.

O gerente não pode se arriscar a impedir que a máquina funcione e, portanto, o foco é garantir que ela volte a funcionar rapidamente, e não se a peça em si é fixa. Considere que um subordinado não está desempenhando o papel da maneira mais eficiente possível.

Guilherme Paulus investe e quer se tornar ainda maior no setor hoteleiro

O que você faria se tivesse uma fortuna estimada em R$ 1,9 bilhão? Muitos responderiam que parariam de trabalhar e viveriam viajando. Guilherme Paulus tem essa quantia e já entrou até para a lista de bilionários da Forbes, mas diferente de boa parte das pessoas, que gostariam de parar de trabalhar, ele não pensa nisso.

Em entrevista dada à Forbes, ele revelou que acorda cedo, às 6h30, diariamente, e não é para passear. Guilherme Paulus viaja bastante, mas é para acompanhar os negócios. O empresário gosta não apenas de tomar decisões importantes e analisar novos investimentos, mas também visitar construções.

Afinal, depois de transformar a CVC na maior agência de viagens da América Latina, o foco dele agora é o setor hoteleiro, através do grupo GJP, do qual é dono.

Hoje, o grupo já tem 13 locais de hospedagens próprios e detém marcas famosas e luxuosas como as bandeiras Wish (5 estrelas), Prodigy (4 estrelas) e Linx (3 estrelas), totalizando 22 hotéis.

Os empreendimentos do grupo estão localizados em Foz do Iguaçu (PR), Gramado (RS), Maceió (AL), Recife (PE), Aracaju (SE), Porto de Galinhas (PE), Salvador (BA), São Paulo (SP) e Rio de Janeiro (RJ). Há também algumas obras no Pará (Belém e Paragominas), Distrito Federal (Brasília), Minas Gerais (Belo Horizonte e Juiz de Fora), Rio de Janeiro (capital) e Paraná (Londrina e Maringá).

Com uma receita estimada em mais de R$ 150 milhões anuais, a crise parece não ter afetado o empreendimento, que fecha o ano no azul. Porém, algumas novas construções foram congeladas, para esperar um cenário mais favorável. O grupo pretende construir mais 19 hotéis três estrelas em vários locais, mas ainda sem data para tocar o projeto adiante.

 

Como tudo começou para Guilherme Paulus

A cidade de Santo André, que fica pertinho da capital paulista, foi o endereço escolhido para que Guilherme Paulus desse os seus primeiros passos, rumo ao sucesso empresarial. A CVC nasceu lá, através da parceria com um sócio.

Durante dois anos, os dois atenderam às empresas da região do ABC paulista e levavam os colaboradores para viagens. O transporte terrestre foi o escolhido para que tudo começasse.

Porém, depois desses dois anos iniciais, o sócio de Paulus desistiu e ele ficou sozinho. Naquela época, ele não conseguia fechar o ano com a conta azul, mas isso não foi motivo para que o jovem, de 22 anos, desistisse dos seus sonhos. Paulus continuou, investiu e fez crescer.

A hospedagem melhor, em hotéis renomados, foi uma das mudanças que ele passou a oferecer aos clientes. O problema é que era difícil para Paulus fazer as reservas e, principalmente, pagar por elas. Ele precisa adiantar o valor das diárias e não tinha capital para isso.

Mais uma vez a dificuldade foi superada e Guilherme queria mais. Ele então começou a ofertar viagens com transporte aéreo, mas notou que para que isso desse certo, era preciso facilitar a aquisição da viagem pelo cliente. Foi então que a CVC decidiu parcelar a viagens e aumentou o seu público.

O crescimento veio com o tempo e hoje, mais de 40 anos depois de tudo começar, a CVC é a maior agência de viagens da América Latina. São mais de 4 milhões de viajantes transportados todos os anos por cidades do Brasil e também do exterior. Tudo isso, graças à persistência e tino para os negócios de Guilherme Paulus.

Leia também: https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/hotelaria/guilherme-paulus-elogia-lummertz-e-se-mostra-confiante-com-novo-ministro/

De hotéis a residenciais: até onde Guilherme Paulus pode chegar

68 anos de idade, presidente do conselho de administração da CVC e presidente da GJP Hotels & Resorts. Essa linha de texto trata-se apenas de um breve resumo sobre o empresário Guilherme Paulus.

Após ter vendido, em 2009, o controle da CVC (empresa que fundou e conduziu ao posto de maior agência de viagens do país) ao fundo americano Carlyle, embolsando cerca de um bilhão de reais e inserindo-se na lista dos bilionários de FORBES Brasil; e após ter levantado um império do setor hoteleiro com a GJP Hotels & Resorts, que hoje possui pelo menos doze hotéis de luxo em dez estados brasileiros; hoje o empresário também alça voo no ramo do mercado de condomínios residenciais.

A iniciativa de Guilherme Paulus fundar uma incorporadora nasceu de um dos primeiros resorts a fazer parte da GJP Hotels & Resorts, em Foz do Iguaçu, no estado do Paraná. O resort, que ocupa 2,5 milhões de metros quadrados e possui um campo de golfe com uma grande área “excedente”, deu parte de seu lugar a um condomínio residencial em 2016.

O empreendimento, que recebeu o nome de “Village Iguassu Golf Residence”, trata-se hoje de uma “vila em estilo americano”, com quase 110 lotes que ocupam uma área de 160 mil metros quadrados.

A estrutura conta ainda com uma academia, um salão de jogos, uma brinquedoteca, um clube de lazer, um salão de festas, uma área gourmet, uma quadra, um playground e ainda compartilha o campo de golfe do hotel. Só nessa estrutura de lazer, para vocês terem uma ideia, foram investidos dezessete 17 milhões de reais.

Com a inauguração do Village Iguassu Golf Residence, abriu-se espaço também para a instiituição da GJP Incorporadora & Construtora, que já possui pelo menos três outros empreendimentos residenciais nas cidades de Gramado, no estado do Rio Grande do Sul, em Aracaju, no estado de Sergipe, e em Maceió, no estado de Alagoas.

Todos esses empreendimentos seguem o mesmo conceito de aproveitar terrenos de hotéis já existentes na construção de residenciais. Guilherme Paulus explica que “trata-se de um conceito novo agregar o turismo a condomínios”.

A expectativa de Guilherme Paulus para esse setor do mercado imobiliário é positiva, ainda mais que conta hoje com uma equipe muito bem capacitada para fazer a GJP Incorporadora & Construtora crescer.

A companhia, que irá operar separadamente da GJP Hotels & Resorts, já conta com o apoio de grandes nomes corporativos brasileiros, como Abílio Torres, por exemplo, executivo com 35 anos de experiência no mercado imobiliário e que está atuando como o diretor de vendas e incorporação da empresa de Guilherme Paulus.